OUTRAS - Capítulo de Livro
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- Recursos em literacia da informaçãoPublication . Lopes, Carlos; Antunes, Maria Da LuzCompilação de recursos para a promoção da aprendizagem em literacia da informação. Procurou-se reunir, apresentar e garantir resultados fidedignos, num compromisso com conteúdos diversificados e de diferentes categorias (organizações, revistas em acesso aberto, tutoriais, repositórios, blogues, documentos diversos e conferências), com links assegurados.
- Autoavaliação das competências de informação em estudantes universitáriosPublication . Lopes, Carlos; Pinto, MaríaNas últimas décadas foram feitos grandes esforços para definir, conhecer e avaliar quais são as competências informativas que os estudantes universitários necessitam para poder progredir na sua aprendizagem e na sua inserção no mercado laboral. Apesar do argumento de que os avanços tecnológicos facilitaram o acesso à informação, existe uma preocupação constante, porque os estudantes universitários não possuem competências suficientes para gerir e usar a informação: gerem quantidades enormes de informação através da Internet, mas não sabem o que fazer com ela, como avaliá-la, de que modo devem usá-la ou aproveitá-la de forma estratégica e ética. O questionário IL-HUMASS sobre literacia da informação foi concebido e desenhado com o objetivo de avaliar competências de informação e para ser aplicado à população de estudantes, professores e profissionais da informação dos diversos níveis na área das Ciências Sociais e Humanas nas universidades espanholas e portuguesas. Contém 26 itens agrupados em quatro categorias (pesquisa, avaliação, processamento e comunicação e difusão da informação) e em três dimensões de autoavaliação (importância, autoavaliação e fonte favorita de aprendizagem). A avaliação das qualidades psicométricas do IL-HUMASS para Português foi feita numa amostra de 1.077 estudantes universitários portugueses. A análise fatorial exploratória do questionário indicou um ajustamento aceitável, apoiando a estrutura original composta por quatro categorias para cada dimensão. O IL-HUMASS apresentou características psicométricas aceitáveis de consistência interna e validade de constructo. As características psicométricas do IL-HUMASS validam a sua utilização no nosso país em estudos que requeiram a avaliação de múltiplos indicadores, apresentando-se como particularmente útil para avaliar e diagnosticar competências em literacia da informação. Conclui-se com um diagnóstico do nível de competências de informação dos estudantes universitários, destacando algumas forças e debilidades, assim como uma proposta de intervenção subjacente nas oportunidades de melhoria e de necessidades de aprendizagem.
- Glossário de literacia da informação de A a ZPublication . Lopes, Carlos; Antunes, Maria da LuzUm glossário pode ser um útil auxiliar para quem dá os primeiros passos na compreensão da terminologia aplicada à literacia da informação em contexto académico. A literacia da informação é entendida como o conjunto de competências que um cidadão informado necessita para participar de forma responsável, ativa e crítica na atual Sociedade da Informação, do Conhecimento e da Aprendizagem. É um atributo vital para o mundo intensivo e extensivo da informação, que favorece o desenvolvimento pessoal, económico, social e cultural.
- O curso de literacia da informação da NOVA Escola Doutoral : the road to information literacyPublication . Andrade, IsabelDescrevem-se as diversas fases do “Projeto para uma Estratégia de Literacia Informacional na NOVA” com vista à implementação de uma estratégia transversal de literacia da informação que abrangesse todas as Unidades Orgânicas da NOVA e o modo como a sua orientação de topo, dinâmica, metodologia e objetivos conduziram, posteriormente, à inclusão de um curso de Literacia Informacional no programa da NOVA Escola Doutoral. Realçando que a implementação do curso de Literacia Informacional nesse projeto passou a constituir um dos poucos exemplos de oferta formativa e de efetiva concretização de um projeto de intervenção curricular e pedagógica ao nível da literacia da informação no ensino superior em Portugal, promovendo a colaboração entre colegas e indo ao encontro de uma transferência de saberes e de uma partilha de competências abertas à colaboração de doutorandos e orientadores, enunciamse os objetivos do curso de Literacia Informacional e de cada módulo que o constitui e os resultados esperados ao nível do ensino e da aprendizagem. Conclui-se que a diversificação dos percursos formativos em contexto universitário, em estreita convergência com outras aprendizagens ao nível sociocultural, confere aos bibliotecários a responsabilidade de desempenhar um papel ativo no ensino e na promoção e consolidação das competências transversais dos estudantes, contribuindo a literacia da informação para o sucesso académico também ao nível do ensino superior.
- As competências da literacia da informação integradas nos curricula académicosPublication . Lopes, CarlosA unidade curricular “Comunicação e Recursos Bibliográficos” integra o curriculum académico de todos os estudantes do mestrado de Psicologia Comunitária no ISPA – Instituto Universitário desde o ano letivo 2009-2010, criada no quadro do processo de Bolonha e segundo as diretrizes do Espaço Europeu do Ensino Superior. Trata-se de uma nova disciplina que tem como objetivo potenciar a literacia da informação nos estudantes e o desenvolvimento de competências como pesquisar, selecionar, avaliar, usar e comunicar informação com foco nos processos de investigação. A docência desta unidade é realizada por um profissional da informação integrado e conta com a colaboração dos serviços do centro de documentação, que asseguram algumas sessões práticas. Apresenta-se, como estudo de caso, um balanço da evolução da unidade curricular – após cinco cursos realizados –, quer nos resultados académicos quer nas repercussões no uso dos serviços e recursos da biblioteca com ênfase nos seguintes vetores: avaliação da unidade curricular obtida pelos estudantes nos processos de aprendizagem e investigação; a importância da integração destes conteúdos em unidades curriculares; e a cultura de colaboração entre os profissionais da informação e professores/investigadores.
- Literacia da informação em contexto universitário: Tendências e expectativasPublication . Sanches, TatianaO presente capítulo apresenta o que os estudos atuais sobre a literacia da informação em contexto universitário revelam sobre as principais tendências para esta área. O estudo procura dar uma visão abrangente destas tendências e das expectativas daí decorrentes a partir de três aspetos: a relação entre a educação, a aprendizagem e o ensino superior; as bibliotecas, as tecnologias e os ambientes virtuais e, por fim, reflete-se sobre a interação entre literacia da informação, emoções e cognição, num contexto social e individual.
- Literacia da Informação em Contexto Universitário: IntroduçãoPublication . Lopes, Carlos; Sanches, TatianaO conhecimento científico que circula em Portugal sobre literacia da informação é, ainda que meritório, bastante inicial e insuficiente para fomentar ações transversais, intervenções globais e, porque não referi-lo, criar políticas públicas que coloquem este tema na agenda educativa, particularmente na do ensino superior. Este facto deve-se em parte à reduzida investigação e problematização realizada, no nosso país, em torno do tema. Ainda assim, é notório o crescente interesse social que, conjugado com fatores ligados ao desenvolvimento económico e interesses de outros quadrantes contíguos, tem conseguido levar a bom porto a inscrição na agenda política de alguns tópicos que tocam a literacia da informação: aprendizagem ao longo da vida, tecnologias na educação, literacias digital e, para os média, divulgação científica, entre outros.
- Literacia da informação: Da identidade digital à visibilidade científicaPublication . Alonso Arévalo, Julio; Lopes, Carlos; Antunes, Maria da LuzAs novas possibilidades de comunicação também oferecem novas oportunidades para a formação, análise e avaliação da investigação. Cientistas e investigadores usam com frequência as aplicações baseadas na web em investigação. Praticamente em todas as áreas de investigação, as ferramentas digitais converteram-se em indispensáveis; o aparecimento de novos paradigmas como o acesso aberto, as métricas alternativas e as redes sociais são um importante exemplo de como estas mudanças afetaram a forma como os estudiosos pensam no futuro das publicações académicas. Estes acontecimentos criaram novas possibilidades e novos desafios na avaliação da qualidade da investigação, ao nível dos investigadores individuais e do desenvolvimento profissional. É a este nível que a biblioteca desempenha um papel indispensável na formação de competências e habilidades informativas que se repercutirá na valorização social do profissional, na sua satisfação profissional e, em última instância, na qualidade da própria instituição. Destacam-se os aspetos mais relevantes nos novos paradigmas de comunicação e difusão científica e, a esse respeito, recomendam-se as ações mais adequadas.
- Modelos de literacia da informação e desenho de um programa para bibliotecas do ensino superior: Uma propostaPublication . Sanches, TatianaA partir de uma panorâmica do atual contexto social, do ensino superior e da situação das bibliotecas universitárias, introduz-se o problema da definição disciplinar em literacia da informação e dos seus modos de ensino. O presente capítulo procura dar resposta a esta questão, aferindo alguns modelos de instrução em literacia da informação e, a partir das linhas de intervenção internacionais e dos principais documentos orientadores, é elaborada uma proposta aplicável às bibliotecas de ensino superior em Portugal.
- Reflexões de um médico de família a propósito do curso de pós-graduação em Literacia em Saúde: Modelos, estratégias e intervençãoPublication . Nunes, José MendesComeço por enunciar três características (sem prejuízo de alguém poder encontrar mais) do médico de família (MF) que fazem dele um dos técnicos de saúde com maior responsabilidade pela Literacia em Saúde (LS). Em primeiro lugar, se considerarmos o continuo saúde-doença, o MF trabalha no polo da saúde enquanto os restantes especialistas trabalham no polo da doença. Isto faz do MF especialista da saúde enquanto os especialistas hospitalares são especialistas da doença. Assim o MF tem oportunidade de partilhar informação sobre saúde em condições de saúde e em condições de doença, mesmo nas circunstâncias de doença ele tem a oportunidade, vocação e formação para abordar a “parte saudável” do doente, fazendo expandir o lado saudável em desfavor da doença em vez da abordagem dos especialistas da doença que, focados na doença, “comprimem” o lado saudável que qualquer doente têm. Aliás, basta alguém ter uma doença que logo é designado de doente e reduzido à sua doença (“o diabético”, “o alcoólico”, etc.), independentemente do que têm de saudável. A segunda característica é a pluralidade de agentes de saúde com quem interage e com quem tem interface. Ele contacta com todos os restantes especialistas, hospitalares ou não. Tem interfaces comunicacionais com enfermagem e outros técnicos de saúde como nutricionistas, psicólogos, terapeutas da fala, fisioterapeutas, farmacêuticos, etc. Mas, para além disso, contacta com autarcas, padres, estruturas comunitárias (lares, centros de dia). Contacta com a Segurança Social, familiares de doentes, amigos e até vizinhos. Então o MF tem oportunidade de influenciar não só o doente, mas também o seu contexto micro e macrossocial. Finalmente, o MF presta cuidados em continuidade que vão desde a conceção até à morte. Portanto, partilha informação sobre saúde nas diversas fases da vida pessoal, do ciclo familiar, nas diversas etapas da vida, nos momentos de felicidade e nos de tristeza, na austeridade e na abundância, na saúde na doença. Por consequência, o MF deve, por excelência, um profissional de comunicação e da relação. Deixem que lembre o que se entende por LS. É a capacidade das pessoas em obter, processar, compreender/integrar, usar e poder usar informação (sobre saúde) necessária para tomar decisões sobre problemas de saúde, defesa da saúde e escolha de estilos de vida saudáveis (Sørensen, Van Den Broucke, Fullam, Doyle, & Pelikan, 2012).