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Entradas recentes

Pressure ulcer risk profiles of hospitalized patients based on the Braden Scale: A cluster analysis
Publication . Gaspar, Susana; Peralta, Miguel; Budri, Aglécia; Ferreira, Carlos; Gaspar de Matos, Margarida; Gaspar de Matos, Margarida
The aim of this work is to identify the pressure ulcer risk profiles of hospitalized patients with reference to Braden Scale subscales. Methods: A total of 2996 hospitalized Portuguese participants were screened using the Braden Scale. A hierarchical and nonhierarchical cluster analysis was conducted, with ethical approval. Five risk profiles (clusters) based on the first risk assessments were identified. Regarding the Braden Scale total score, two profiles with high risk and three profiles with low risk of pressure ulcer development were identified. All clusters were statistically significantly different in terms of sociodemographic and clinical variables. When the first and the last risk assessments were compared, all the clusters improved the Braden Scale total score on the last risk assessment, except Cluster 4 (low‐risk category). Clusters 3, 4 and 5, which were classified as low risk, decreased in several Braden subscales at the last risk assessment.Conclusions: The classification of low risk may misguide the early identification of patients with individual risk factors. Increasing the awareness of health care professionals for the importance of risk assessment of each Braden subscale is necessary for pressure ulcer prevention. We recommend the implementation of strategies for early identification of patients at risk at local and national levels.
Changes in cannabis consumption during the global COVID-19 lockdown: The International COVISTRESS Study
Publication . Salles, Juliette; Yrondi, Antoine; Marhar, Fouad; Andant, Nicolas; Dorlhiac, Raimundo Avilés; Binh, Quach; Jiao, Jiao; Antunes, Samuel; Ugbolue, Ukadike Chris; Guegan, Julien; Karine, Rouffiac; Pereira, Bruno
Introduction: COVID-19 lockdown measures have been sources of both potential stress and possible psychological and addiction complications. A lack of activity and isolation during lockdown are among the factors thought to be behind the growth in the use of psychoactive substances and worsening addictive behaviors. Previous studies on the pandemic have attested to an increase in alcohol consumption during lockdowns. Likewise, data suggest there has also been a rise in the use of cannabis, although it is unclear how this is affected by external factors. Our study used quantitative data collected from an international population to evaluate changes in cannabis consumption during the lockdown period between March and October, 2020. We also compared users and non-users of the drug in relation to: (1) socio-demographic differences, (2) emotional experiences, and (3) the information available and the degree of approval of lockdown measures.Methods: An online self-report questionnaire concerning the lockdown was widely disseminated around the globe. Data was collected on sociodemographics and how the rules imposed had influenced the use of cannabis and concerns about health, the economic impact of the measures and the approach taken by government(s).Results: One hundred eighty two respondents consumed cannabis before the lockdown vs. 199 thereafter. The mean cannabis consumption fell from 13 joints per week pre-lockdown to 9.75 after it (p < 0.001). Forty-nine respondents stopped using cannabis at all and 66 admitted to starting to do so. The cannabis users were: less satisfied with government measures; less worried about their health; more concerned about the impact of COVID-19 on the economy and their career; and more frightened of becoming infected in public areas. The risk factors for cannabis use were: age (OR = 0.96); concern for physical health (OR = 0.98); tobacco (OR = 1.1) and alcohol consumption during lockdown (OR = 1.1); the pre-lockdown anger level (OR = 1.01); and feelings of boredom during the restrictions (OR = 1.1).Conclusion: In a specific sub-population, the COVID-19 lockdown brought about either an end to the consumption of cannabis or new use of the drug. The main risk factors for cannabis use were: a lower age, co-addictions and high levels of emotions.
Relação entre autocontrolo, suporte social e consumo de substâncias com a dependência alimentar
Publication . Martinho, Ana Sofia Gregório; Pimenta, Filipa
Introdução: O consumo de alimentos processados e ricos em gordura e açúcar fazem parte, cada vez mais, da rotina do indivíduo. Este estudo tinha como principal objetivo perceber se o autocontrolo do indivíduo, a sua perceção de suporte social e o seu consumo ou não de substâncias seriam um fator de risco para o desenvolvimento de sintomas associados a dependência alimentar (DA). Método: Esta investigação obteve uma amostra de 479 participantes, 377 mulheres e 102 homens, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos. Recorri ao uso do instrumento YFAS 2.0 para medir dependência alimentar, a ESSS para a variável de suporte social, o ASSIST para avaliar os consumos de substâncias e a BSCS para medir o autocontrolo. Resultados: Verificou-se uma relação significativa entre dependência alimentar e autocontrolo (β=-0.434;p= 0.000) bem como com a variável de suporte social (β=0.203;p= 0.000). Discussão: Os resultados deste estudo sugerem que indivíduos com um menor autocontrolo e uma maior perceção de suporte social, apresentavam maior risco de desenvolver sintomas associados a dependência alimentar. A literatura mostra-se congruente com esta relação entre autocontrolo e dependência alimentar mas o mesmo não se observou com o suporte social. Futuramente seria interessante e pertinente aprofundar os estudos entre dependência alimentar e suporte social como possível variável com impacto negativo. A dimensão do questionário, dispersão de idades e o tamanho da amostra foram algumas das limitações do presente trabalho.
O efeito moderador da influência de processamento na relação entre o controlo e a interoceção
Publication . Lopes, Andreia Filipa Santo Gouveia; Oliveira, Gonçalo
O Controlo Cognitivo regula os pensamentos e as ações, suprimindo as respostas automáticas incongruentes segundo os objetivos do sujeito. A Fluência de Processamento refere-se à experiência subjetiva no processamento de informação, manifestando-se em respostas corporais e influenciando a atenção, a tomada de decisão e a inibição de respostas. Os estímulos fluentes promovem respostas rápidas, ao passo que os estímulos disfluentes exigem controlo cognitivo. A Interoceção interage com a cognição, com a emoção e com o controlo de impulsos, sendo relevante na autorregulação emocional e comportamental. Este estudo investigou se a fluência de processamento modera o controlo cognitivo e se a sensibilidade interocetiva se associa ao controlo cognitivo. A amostra foi constituída por 45 estudantes universitários (M = 19.3; DP = 5.26) que realizaram uma tarefa GO/NOGO com manipulação de fluência percetiva e preencheram um protocolo de questionários de autorresposta. Os resultados confirmam que a fluência de processamento modera o controlo cognitivo demonstrando que o efeito do tipo de ensaio sobre os acertos e os tempos de reação depende da fluência do estímulo anterior. Foram encontradas diferenças significativas nos Modelos Lineares Mistos, com melhor desempenho nos ensaios GO e pior nos NOGO. Nenhuma correlação foi significativa, embora os dados apontem para a associação entre a consciência interocetiva e o controlo cognitivo. A fluência de processamento influencia o controlo cognitivo, acelerando respostas em condições fluentes e exigindo controlo inibitório em condições disfluentes. As discrepâncias contextuais percetivas ativam mecanismos de ajustamento cognitivo. A consciência interocetiva influencia a regulação emocional e a inibição de respostas comportamentais.
A relação entre a qualidade de sono e a resiliência nos atletas: o efeito mediador das estratégias de coping
Publication . Cardoso, Vasco da Cruz Canas; Loureiro, rfilipe
O sono tem vindo a ser cada vez mais reconhecido como um fator importante na vida dos atletas, estando associado a maiores níveis de bem-estar e de desempenho. A investigação aponta para uma relação positiva entre a qualidade de sono e a resiliência psicológica, também ela, uma competência essencial para um atleta fazer face às adversidades do contexto desportivo. Nesta relação, aponta-se como potencial mediadoras as estratégias de coping utilizadas por estes indivíduos, pelo que, este estudo se compromete a avaliar esta possibilidade. Desta forma, a dissertação tem como objetivo perceber a relação entre a qualidade de sono e a resiliência em atletas, bem como avaliar o efeito mediador das estratégias de coping. A amostra é constituida por 88 atletas federados, entre os 16 e os 35 anos de idade, a praticar as suas modalidade, pelo menos 3 vezes por semana. Para participar no estudo, preencheram um questionário que englobava o Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI), Brief COPE e a Escala de Resiliência de Connor-Davidson (CD-RISC-10). Os resultados revelaram correlações significativas entre a qualidade de sono e a resiliência e entre algumas estratégias de coping focadas no problema e as outras duas variáveis. No que diz respeito à mediação, pode-se considerar que se encontrou um efeito parcial de algumas estratégias de coping (Coping Ativo e Aceitação) na relação entre dimensões do sono e a resiliência. Os resultados mostram a importância de promover hábitos de sono saudáveis e utilização de estratégias adaptativas para promoção de uma maior resiliência, contribuindo para um maior bem-estar e desempenho desportivo. Palavras-chave: sono, resiliência, coping, atletas, desporto, mediação IV