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PCLI - Dissertações de Mestrado

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  • Impacto da vinculação e qualidade da relação no luto antecipatório dos cuidadores de doentes oncológicos vs. Doentes com demência
    Publication . Marques, Bárbara Rato; Coelho, Alexandra Moura
    Background: Nos cuidados paliativos e cuidado informal de doentes terminais, um dos tópicos centrais é o processo de luto, pré e pós-morte do doente. O luto antecipatório já foi explicado pela literatura, assim como o impacto da vinculação e da qualidade da relação nos sintomas de luto prémorte, mas ainda pouco se sabe acerca do impacto das características do diagnóstico do doente no processo de cuidado e de luto pré-morte. Objetivo: Este estudo pretende perceber a relação entre a vinculação, a qualidade da relação e os sintomas de luto pré-morte dos cuidadores e perceber se existem diferenças nos preditores e nos sintomas de luto pré-morte entre os cuidadores. Método: Trata-se de um estudo quantitativo e comparativo, onde foram aplicadas as escalas Escala de Vinculação do Adulto, Escala de Vinculação do Cuidador Familiar para medir a vinculação, PG- 12 (versão dos cuidadores), a 105 participantes, cuidadores de doentes oncológicos e cuidadores de doentes com demência, para medir os sintomas de luto, a Escala da Qualidade de Relação para medir a qualidade da relação. Resultados: Não foram encontradas diferenças significativas no impacto da vinculação e qualidade da relação entre grupos de diagnóstico nos sintomas de luto pré-morte. Contudo observaram-se sintomas de luto pré-morte ligeiramente mais acentuados no grupo de diagnóstico de demência em comparação com o diagnóstico de doença oncológica. Conclusão: Não foram observadas diferenças nos preditores de luto pré-morte – ansiedade e dependência – entre os grupos de diagnóstico, o que indica que o diagnóstico do doente não tem um impacto relevante nos preditores dos sintomas de luto-pré-morte.
  • Entre o sentir e o ser: O papel moderador dos traços de personalidade na relação entre a depressão e a empatia
    Publication . Flores, Leonor Dionísio; Garcia-Marques, Teresa
    Embora a relação entre depressão e funcionamento interpessoal seja amplamente reconhecida, a forma como a sintomatologia depressiva e a empatia se relacionam, bem como a influência de características de personalidade, permanece pouco esclarecida. Este estudo teve como objetivo compreender de que forma a sintomatologia depressiva se relaciona com a empatia, considerando o papel dos traços de personalidade enquanto possíveis moderadores desta relação. Para tal, foi conduzido um estudo quantitativo, transversal e correlacional composto por 220 participantes da população geral. Níveis mais elevados de sintomatologia depressiva associaram-se a maior tendência para reações emocionais negativas perante o sofrimento alheio, refletindo maior desconforto pessoal. Verificaram-se igualmente associações significativas entre a depressão e os traços da personalidade, sobretudo a Afetividade Negativa e o Desligamento. Estes traços apresentaram ainda relações distintas com a empatia: uma maior Afetividade Negativa associou-se a maior preocupação e identificação emocional, embora também a um maior desconforto face ao sofrimento alheio; o Desligamento relacionou-se com uma menor capacidade de compreender a perspetiva do outro e maior desconforto perante o sofrimento do mesmo; o Antagonismo associou-se a menor preocupação e tomada de perspetiva; e a Desinibição a menor capacidade de adotar o ponto de vista alheio. As análises de moderação não evidenciaram efeitos significativos, embora uma análise exploratória tenha identificado um efeito isolado do Antagonismo na relação entre depressão e tendência para a imaginação empática. Em conjunto, os resultados sugerem que a depressão e a empatia estão associadas a padrões emocionais e interpessoais influenciados por características de personalidade estáveis.
  • A influência da cultura na relação da regulação emocional e a perturbação do jogo
    Publication . Piteira, Diogo Duarte do Amaral; Neto, David
    Introdução: A perturbação do jogo tem aumentado de prevalência. Indivíduos com sintomas da perturbação têm revelado dificuldades no processo de regulação emocional e um reportório de estratégias pouco eficazes. Esta relação pode ser influenciada por fatores culturais, como o individualismo e o coletivismo, pela forma como se percecionam as emoções. Objetivo: Este estudo tem como objetivos: 1) explorar diferenças na regulação emocional entre indivíduos com e sem sintomas da perturbação do jogo; 2) Explorar o impacto da orientação cultura nas diferenças da regulação emocional; 3) analisar a interação entre cultura e a perturbação na previsão das dificuldades na regulação emocional. Método: Este estudo teve como amostra um total de 1380 participantes, 1348 não apresentaram sintomas do uso problemático de vídeo-jogos, por outro lado, 32 apresentaram sintomas. De forma agrupar os participantes segundo orientação cultural do seu país de origem, foi utilizado o Índice de Hofstede e o GCI. Resultados: Os participantes que apresentaram sintomas da perturbação demonstraram maiores dificuldades em todas as subescalas, exceto Awarness. A cultura teve um efeito significativo na subescala “Clarity”, sendo que foi a única correlação significativa entre o grupo com sintomas e a cultura. Discussão: Embora o efeito da cultura tenha sido limitado, podemos concluir que existiu uma repercussão na forma como indivíduos de culturas coletivistas tem dificuldades em compreender as suas próprias emoções devido à necessidade de regular as suas emoções em prol do bem-estar coletivo.
  • Atitudes e estigma relativamente ao luto: Estudo transcultural entre Portugal e Brasil.
    Publication . Araújo, Bárbara Alexandra Abreu Melo de; Coelho, Manuela Alexandra de Moura
    Introdução: O luto é uma experiência universal que é vivida de forma única por cada sujeito e pode ser influenciada por variáveis individuais, sociais, culturais e espirituais. O estigma, tende a agravar o sofrimento vivido durante o luto. Muitas vezes, normas sociais impõem restrições sobre a forma como a pessoa pode expressar as suas emoções ou procurar ajuda, o que pode dificultar o processo de adaptação à perda. Objetivo: Comparar as perceções e formas de vivência do luto entre as populações portuguesa e brasileira, analisando as atitudes, o bem-estar espiritual e os estigmas associados. Método: Trata-se de um estudo comparativo, de natureza descritiva, com um desenho transversal. A amostra é constituída por 120 adultos, sendo estes 82 sujeitos de nacionalidade portuguesa e 38 de nacionalidade brasileira. A recolha de dados foi realizada através de um questionário online na plataforma Qualtrics, que esteve aberto entre fevereiro e maio de 2025. Foram utilizados os seguintes instrumentos: Escala de Avaliação do Perfil de Atitudes face à Morte (EAPAM), Questionário de Bem-Estar Espiritual e uma versão adaptada da subescala de estigma do Grief Experience Questionnaire. Resultados Verificaramse diferenças estatisticamente significativas na dimensão “medo” da Escala EAPAM entre as populações portuguesa e brasileira (t (120) = 2,883, p = 0,005). Verificou-se uma diferença significativa entre os grupos etários ao nível do estigma (F (120) = 4.467; p = 0.013), sendo os participantes mais jovens (<30 anos) aqueles que apresentaram uma maior estigmatização. Foi possível também observar uma correlação negativa entre a idade e o medo da morte, (r (120) = –.245, p = .007). Além disso, o bem-estar espiritual apresentou correlações positivas e significativas com a dimensão “aceitação” (r (120) = .405, p < .001) e a neutralidade (r (120) = .302, p < .001), e correlações negativas com o medo (r (120) = –.253, p = .005) e o evitamento (r (120) = –.216, p = .018). Conclusão: O presente estudo aumenta a compreensão do luto em diferentes culturas, sendo estas, portuguesa e brasileira, salientando a relevância de variáveis como a espiritualidade, a idade e o género. Reforça também a importância de considerar estes fatores na prática clínica com indivíduos em luto, de forma a respeitar as diferenças individuais e culturais.
  • A influência de ser estrangeiro no processo de individuação
    Publication . Sandro, Irene De; Afonso, José Abreu
    A migração e o exílio constituem experiências de profunda rutura psíquica, que transcendem a sua dimensão factual para se tornarem eventos simbólicos de grande impacto. Com base na psicologia psicanalítica e analítica, esta dissertação investiga o efeito destes fenómenos no processo de individuação. O objetivo central é compreender as dinâmicas psíquicas e simbólicas inerentes à experiência migratória e o modo como influenciam a constituição do Si mesmo do sujeito migrante ou exilado. A análise interroga ainda o papel do estrangeiro enquanto projeção da Sombra coletiva e os desafios clínicos que emergem no encontro entre analista e paciente quando o “estranho” se manifesta na relação terapêutica. Adotando um método qualitativo, assente na análise psicodinâmica, simbólica e hermenêutica de obras mitológicas, literárias e cinematográficas, o estudo elege como paradigma a figura de Medeia — mulher, feiticeira e bárbara. A sua história questiona a possibilidade de transformar a migração numa oportunidade de integração das polaridades psíquicas. O fracasso de Medeia no seu percurso de individuação ilustra como a pressão das projeções coletivas e a ausência de ressonância interior constituem um limite à realização do Si Mesmo. A reflexão final sublinha que em cada um de nós habita um estrangeiro, cuja integração é essencial para que não seja projetado sobre o outro, transformando o encontro com a Alteridade numa via de autoconhecimento e não num motivo de discriminação.
  • Entre Goa e Portugal: A (Re)construção identitária de uma família migrante
    Publication . Neves, Marlene da Costa Campos Fonseca das; Carvalho, Constança
    O abuso sexual na infância continua a ser uma realidade difícil de enfrentar, muitas vezes vivida em segredo, mas com um impacto profundo na sexualidade adulta. Este estudo procurou perceber se existem diferenças significativas — ao nível da hipoatividade e da impulsividade sexual — entre adultos que passaram por este tipo de trauma e aqueles que não, considerando as diferenças entre sexos. A investigação baseou-se numa amostra comunitária portuguesa de 70 participantes adultos (+18), aos quais foram aplicados instrumentos validados para recolher informações sobre o historial de abuso, o comportamento sexual e dados socioemográficos. Estamos perante um estudo quantitativo, correlacional e comparativo, onde foram utilizados os questionários Sexual Inhibition/Sexual Excitation Scales (SIS/SES) e Sexual Sensation Seeking Scale (SSSS). As análises foram realizadas com recurso ao SPSS (v27), através de testes paramétricos, e através de uma leitura teórica de enquadramento psicanalítico. Apesar de os resultados não terem revelado diferenças estatisticamente significativas, observou-se tendências descritivas relevantes: mulheres com historial de abuso sexual infantil apresentaram maior inibição sexual, enquanto os homens com historial revelaram maior tendência para impulsividade sexual. A maioria das vítimas não revelou o abuso na infância, tendo ocorrido sobretudo entre os 6 e os 12 anos. Por fim, podemos indicar algumas limitações neste estudo, nomeadamente o tamanho reduzido da amostra; a predominância de participantes do sexo feminino; entre outros. Ainda assim, podemos olhar para os dados obtidos como sendo pistas importantes para futuras investigações e reforçam a importância de compreender o impacto que um trauma destes pode ter na vida adulta.
  • Hipoatividade/Impulsividade sexual em adultos vítimas de abuso sexual infantil
    Publication . Modesto, Mafalda Raquel da Silva; Afonso, José Abreu
    O abuso sexual na infância continua a ser uma realidade difícil de enfrentar, muitas vezes vivida em segredo, mas com um impacto profundo na sexualidade adulta. Este estudo procurou perceber se existem diferenças significativas — ao nível da hipoatividade e da impulsividade sexual — entre adultos que passaram por este tipo de trauma e aqueles que não, considerando as diferenças entre sexos. A investigação baseou-se numa amostra comunitária portuguesa de 70 participantes adultos (+18), aos quais foram aplicados instrumentos validados para recolher informações sobre o historial de abuso, o comportamento sexual e dados socioemográficos. Estamos perante um estudo quantitativo, correlacional e comparativo, onde foram utilizados os questionários Sexual Inhibition/Sexual Excitation Scales (SIS/SES) e Sexual Sensation Seeking Scale (SSSS). As análises foram realizadas com recurso ao SPSS (v27), através de testes paramétricos, e através de uma leitura teórica de enquadramento psicanalítico. Apesar de os resultados não terem revelado diferenças estatisticamente significativas, observou-se tendências descritivas relevantes: mulheres com historial de abuso sexual infantil apresentaram maior inibição sexual, enquanto os homens com historial revelaram maior tendência para impulsividade sexual. A maioria das vítimas não revelou o abuso na infância, tendo ocorrido sobretudo entre os 6 e os 12 anos. Por fim, podemos indicar algumas limitações neste estudo, nomeadamente o tamanho reduzido da amostra; a predominância de participantes do sexo feminino; entre outros. Ainda assim, podemos olhar para os dados obtidos como sendo pistas importantes para futuras investigações e reforçam a importância de compreender o impacto que um trauma destes pode ter na vida adulta.
  • Antes de sermos pais, éramos pessoas. Ajuste de objetivos pessoais na transição para a parentalidade: Influência no bem-estar individual e satisfação na relação
    Publication . Santos, Bruna Alexandra Xavier dos; Gouveia, Maria João
    A transição para a parentalidade representa um período de grandes mudanças nos objetivos de vida e no bem-estar psicológico dos indivíduos. Este estudo procurou explorar a forma como pais e mães, primíparos e multíparos ajustam os seus objetivos pessoais durante esta transição, considerando o papel das orientações de bem-estar (hedónica, eudaimónica e extrínseca) e o tipo de ajuste de objetivos adotado (reajuste ou desvinculação), e analisando a diferença entre grupos. Participaram 75 mães e 39 pais, que responderam a questionários sobre objetivos de vida (GAS), bem-estar psicológico (EBEP-r), orientações de bem-estar (HEEMA) e satisfação na relação conjugal (ENRICH). Os resultados não demonstram diferenças significativas entre grupos (quer por tipo de pais, quer por género), no que respeita ao tipo de ajuste de objetivos e ao bem-estar. Os homens primíparos apresentaram uma tendência maior para a desvinculação, enquanto os multíparos tendem mais para o reajuste. As mães, por outro lado, tendem mais para a desvinculação quando são multíparas, e para o reajuste quando são primíparas. Foi ainda verificado que a orientação eudaimónica está associada a maior tendência para o reajuste de objetivos, enquanto as orientações hedónica e extrínseca se relacionam mais com a desvinculação. Além disso, a satisfação na relação demonstrou efeitos positivos no bem-estar psicológico e na adaptação aos novos papéis parentais, revelando-se como variável moderadora na relação entre reajuste de objetivos e bem-estar psicológico. Também a orientação hedónica serviu como moderadora na relação entre desvinculação e orientações de bem-estar.
  • Viver com a morte em mente: como os jovens adultos percecionam e lidam com a morte
    Publication . Reis, Ana Rita Silva
    A morte é um fenómeno universal, inevitável e profundamente simbólico, cuja compreensão é essencial para entender como é integrada pelos indivíduos na sua existência. As atitudes face à morte refletem dimensões cognitivas, emocionais e existenciais que influenciam o modo como os indivíduos lidam com a finitude e o sentido da vida, podendo ser moldadas por diferentes fatores. Objetivo: O presente estudo teve como objetivo analisar as atitudes face à morte em jovens adultos, explorando as dimensões de medo, evitamento e aceitação, bem como os significados atribuídos ao fenómeno e estratégias de enfrentamento associadas. Método: Participaram 253 jovens adultos portugueses, com idades compreendidas entre os 18 e os 40 anos, que preencheram a Escala de Avaliação do Perfil de Atitudes Face à Morte (EAPAM), o State-Trait Anxiety Inventory (STAI-Y) e um questionário sociodemográfico, complementados por entrevistas semiestruturadas realizadas a uma subamostra qualitativa. Resultados: Os resultados quantitativos indicaram a predominância da aceitação neutra, revelando uma compreensão racional e serena da finitude. Verificaram-se associações significativas entre a aceitação como aproximação e a religião e espiritualidade, bem como entre a aceitação como escape e experiências de risco de vida. O medo da morte não apresentou preditores significativos, sugerindo uma dimensão mais existencial e intrínseca. A análise qualitativa reforçou a complexidade e ambivalência das atitudes face à morte, revelando coexistência de medo, curiosidade e serenidade. O medo surgiu sobretudo associado à perda de vínculos afetivos, enquanto a aceitação refletiu processos de integração simbólica e procura de sentido. As estratégias identificadas incluíram evitamento, apoio emocional e transcendência simbólica, cuja eficácia percebida variou em função do grau de integração entre razão e emoção. Conclusões: Os resultados evidenciam a importância de promover espaços de reflexão sobre a morte, de modo a favorecer a maturidade existencial e o bem-estar psicológico em jovens adultos.
  • Traços de autismo e prossocialidade- Efeito mediador da empatia e moralidade
    Publication . Cabrita, Ana Catarina Nascimento de Amorim; Von Humboldt, Sofia
    morte é um fenómeno universal, inevitável e profundamente simbólico, cuja compreensão é essencial para entender como é integrada pelos indivíduos na sua existência. As atitudes face à morte refletem dimensões cognitivas, emocionais e existenciais que influenciam o modo como os indivíduos lidam com a finitude e o sentido da vida, podendo ser moldadas por diferentes fatores. Objetivo: O presente estudo teve como objetivo analisar as atitudes face à morte em jovens adultos, explorando as dimensões de medo, evitamento e aceitação, bem como os significados atribuídos ao fenómeno e estratégias de enfrentamento associadas. Método: Participaram 253 jovens adultos portugueses, com idades compreendidas entre os 18 e os 40 anos, que preencheram a Escala de Avaliação do Perfil de Atitudes Face à Morte (EAPAM), o State-Trait Anxiety Inventory (STAI-Y) e um questionário sociodemográfico, complementados por entrevistas semiestruturadas realizadas a uma subamostra qualitativa. Resultados: Os resultados quantitativos indicaram a predominância da aceitação neutra, revelando uma compreensão racional e serena da finitude. Verificaram-se associações significativas entre a aceitação como aproximação e a religião e espiritualidade, bem como entre a aceitação como escape e experiências de risco de vida. O medo da morte não apresentou preditores significativos, sugerindo uma dimensão mais existencial e intrínseca. A análise qualitativa reforçou a complexidade e ambivalência das atitudes face à morte, revelando coexistência de medo, curiosidade e serenidade. O medo surgiu sobretudo associado à perda de vínculos afetivos, enquanto a aceitação refletiu processos de integração simbólica e procura de sentido. As estratégias identificadas incluíram evitamento, apoio emocional e transcendência simbólica, cuja eficácia percebida variou em função do grau de integração entre razão e emoção. Conclusões: Os resultados evidenciam a importância de promover espaços de reflexão sobre a morte, de modo a favorecer a maturidade existencial e o bem-estar psicológico em jovens adultos.