APPsyCI - Materiais Pedagógicos
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- Autoridade é construída e contextualPublication . Sanches, Tatiana; Antunes, Maria Da Luz; Lopes, Carlos; Association of College & Research LibrariesOs recursos de informação refletem a experiência e a credibilidade dos seus criadores e são avaliados com base na necessidade de informação e no contexto em que a informação será usada. A autoridade é construída na medida em que várias comunidades podem reconhecer diferentes tipos de autoridade. É contextual na medida em que a necessidade de informação pode ajudar a determinar o nível de autoridade necessário.
- Comunicação académica como diálogoPublication . Sanches, Tatiana; Antunes, Maria Da Luz; Lopes, Carlos; Association of College & Research LibrariesA comunidade académica, de investigadores e de outros profissionais, envolve-se num diálogo sustentado com novos insights e descobertas que ocorrem ao longo do tempo, em resultado de diferentes perspetivas e interpretações.
- Criação de informação como um processoPublication . Sanches, Tatiana; Antunes, Maria Da Luz; Lopes, Carlos; Association of College & Research LibrariesA informação pode ser produzida e transmitida sob qualquer formato ou método. O processo iterativo de pesquisar, criar, rever e divulgar informação varia e o produto resultante reflete essas diferenças.
- Guia de intervenção e prevenção em situações de acumulação de animaisPublication . Vargas Moniz, Maria João; António, Raquel; Barros, Rita; Amarante, Nuno; Ispa - Instituto Universitário e ICNF - Instituto de Conservação da NaturezaA acumulação de animais constitui-se como um problema de saúde pública e bem-estar animal que consiste em manter um elevado número de animais sem que lhes sejam garantidas condições mínimas de cuidado e salubridade, tornando-se numa situação insustentável tanto para os animais, quanto para as pessoas que os acumulam e para a comunidade circundante (e.g., questões sanitárias ou de ruído). Constata-se que a tendência global prevalente de intervenção nesta área se foca quase, em exclusivo, na opção reiterada pela remoção dos animais. Esta abordagem adota uma lógica tendencialmente punitiva, que tende a resultar numa reincidência de quase 100%. A resposta face às situações de acumulação tem-se pautado por intervenções avulsas, pouco coordenadas, em resposta a situações mediatizadas e sem o envolvimento ativo da pessoa acumuladora como agente de mudança e prevenção de novas situações de acumulação. As boas práticas internacionais indicam a necessidade de uma estratégia abrangente, com a capacidade de intervir em situações de crise e simultaneamente de delinear intervenções de natureza preventiva. Torna-se assim relevante estruturar intervenções numa perspetiva a longo prazo para as situações de acumulação já identificadas. A construção de parcerias de intervenção especializadas na acumulação de animais requer um planeamento entre os organismos públicos, privados, não governamentais e movimentos cívicos, tanto para intervir com as pessoas acumuladoras, quanto para a promoção do bem-estar animal. Esta rede de parceiros deve estar articulada a nível local, regional e nacional. A literatura indica de forma consistente que a pessoa acumuladora deve ser um elemento central na construção da solução, e as estratégias delineadas devem ter em consideração as características individuais, os recursos de suporte local e o acompanhamento orientado para a prevenção da reincidência. Partindo desta premissa, torna-se crucial a elaboração de um plano de intervenção e compromisso em conjunto com a pessoa acumuladora. A partir da consulta de boas práticas internacionais e das necessidades expressas pela equipa do ICNF a partir da sua experiência de intervenção direta, propomos um Modelo Lógico de Intervenção/Prevenção, assente em quatro fases: Deteção, Planeamento, Intervenção e Prevenção, que se informam e relacionam entre si e que expressam uma lógica de intervenção que se baseia no equilíbrio entre o bem-estar dos animais e o bem-estar das pessoas.
- A informação tem valorPublication . Sanches, Tatiana; Antunes, Maria Da Luz; Lopes, Carlos; Association of College & Research LibrariesA informação possui várias dimensões de valor, inclusive como mercadoria, como meio de educação, de influência, de negociação e de compreensão do mundo. Interesses jurídicos, políticos e socioeconómicos influenciam a produção e disseminação da informação.
- Investigação como questionamentoPublication . Sanches, Tatiana; Antunes, Maria Da Luz; Lopes, Carlos; Association of College & Research LibrariesA investigação é interativa e depende de perguntas cada vez mais complexas ou novas, cujas respostas, por sua vez, desenvolvem perguntas ou linhas de investigação adicionais em qualquer campo.
- Pesquisa como exploração estratégicaPublication . Sanches, Tatiana; Antunes, Maria Da Luz; Lopes, Carlos; Association of College & Research Libraries
- Referencial da literacia da informação, para o ensino superior.Publication . Association CRL.; Sanches, Tatiana; Antunes, Maria da Luz; Lopes, CarlosO Referencial para a Literacia da Informação para o Ensino Superior (Framework) resulta da crença de que a literacia da informação é um movimento de reforma educacional que só realizará o seu potencial através de um conjunto mais rico e mais complexo de ideias centrais. Ao longo dos quinze anos desde a publicação dos Padrões de Competência em Literacia da Informação para o Ensino Superior, os bibliotecários académicos e os seus pares em associações do ensino superior desenvolveram resultados de aprendizagem, ferramentas e recursos que algumas instituições empregaram para introduzir conceitos e competências de literacia da informação nos seus currículos. Contudo, as rápidas mudanças no ambiente do ensino superior, juntamente com o dinâmico e muitas vezes incerto ecossistema de informação em que todos trabalhamos e vivemos, requerem uma nova atenção para a concentração em ideias fundacionais sobre esse ecossistema. Os estudantes têm um maior papel e responsabilidade na criação de um novo conhecimento, na compreensão dos contornos e da dinâmica do mundo da informação em mudança e na utilização ética da informação, dos dados, e das competências académicas. Os professores têm uma maior responsabilidade na conceção de currículos e tarefas que promovam um maior envolvimento com as ideias centrais sobre informação e competências nas suas disciplinas. Os bibliotecários têm uma maior responsabilidade na identificação de ideias centrais no seu próprio domínio do conhecimento que possam ampliar a aprendizagem para os estudantes, na criação de um novo e coeso currículo para a literacia da informação, e na colaboração mais alargada com o corpo docente. O modelo oferecido aqui é designado intencionalmente por Referencial porque se baseia num conjunto de conceitos centrais interligados, com opções flexíveis de implementação, e não num conjunto de normas ou resultados de aprendizagem, ou em qualquer enumeração prescritiva de competências. No cerne deste Referencial encontram-se interpretações conceptuais que organizam muitos outros conceitos e ideias sobre informação, investigação e competências académicas num todo coerente. Estas interpretações conceptuais são inspiradas pelo trabalho de Wiggins e McTighe que se concentra em conceitos e questões essenciais no desenvolvimento de currículos, e também por conceitos nucleares (threshold) que são as ideias em qualquer disciplina que representam a passagem para uma compreensão alargada ou para formas de pensar e exercer no âmbito dessa disciplina. Este Referencial baseia-se num estudo Delphi que identificou vários conceitos nucleares na literacia da informação, mas o Referencial foi moldado utilizando novas ideias e ênfases para os conceitos nucleares. Dois dos elementos adicionados ilustram importantes objetivos de aprendizagem relacionados com esses conceitos: as práticas do conhecimento, que são demonstrações de formas pelas quais os estudantes podem aumentar a sua compreensão sobre os conceitos de literacia da informação, e as disposições que descrevem formas de abordar a dimensão afetiva, atitudinal ou de valorização da aprendizagem. O Referencial abre o caminho para que bibliotecários, professores e outros membros das instituições reformulem sessões de instrução, tarefas, cursos e mesmo currículos para associar a literacia da informação a iniciativas de sucesso dos estudantes; para colaborar na investigação pedagógica e nela envolver os próprios estudantes; e para criar um diálogo mais amplo sobre a aprendizagem dos estudantes, os métodos de ensino e de aprendizagem, e a avaliação da aprendizagem em ambiente académico e fora dele.
- Revistas predadoras: as implicações para os profissionais da informaçãoPublication . Antunes, Maria Da Luz; Lopes, Carlos; Sanches, TatianaA publicação dos resultados de investigação numa revista científica requer tempo e recursos, desde o processo de submissão até à publicação. Existem muitos obstáculos na publicação, sendo que alguns são inerentes ao processo em si, mas outros são criados justamente pela sociedade. O fenómeno das revistas predadoras surgiu há alguns anos, quando as revistas começaram a cobrar aos autores taxas de publicação – article processing charges (APC). O seu crescimento também foi facilitado pela transição das revistas impressas para as revistas eletrónicas, alterando o modelo de receitas das revistas impressas. Após o ano 2000 surgiram muitas revistas que asseguravam uma publicação rápida, taxas de aceitação elevadas e reduzidos APC aos autores. Pressionados pelo imperativo de publicar (publish or perish), este cenário atraiu os investigadores, alguns com recursos limitados para pagar os elevados APC das revistas mais respeitadas e reputadas. A falta de conhecimento e de sensibilização sobre as práticas predadoras de revistas pode comprometer os investigadores e o seu trabalho quando não leem atentamente o que assinam, não verificam a autenticidade do website da revista, esquecendo que, com o atual desenvolvimento tecnológico, é muito fácil simular uma imagem credível na Internet.
