APPsyCI - Applied Psychology Research Center Capabilities & Inclusion
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Percorrer APPsyCI - Applied Psychology Research Center Capabilities & Inclusion por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "04:Educação de Qualidade"
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- Adapting as I go: An analysis of the relationship between academic expectations, self-efficacy, and adaptation to higher educationPublication . Campos, Mafalda; Peixoto, Francisco; Bártolo-Ribeiro, Rui; Almeida, Leandro S.; Peixoto, Francisco; Almeida, LeandroTransition to higher education is increasingly becoming a common stage in young adulthood, which highlights the importance of studying what could contribute for a better adaptation to higher education. The aim of this study was to explore the relationship between academic expectations, self-efficacy, and adaptation to higher education during the first two years of college (i.e., the first two years of a higher education degree). Portuguese college students participated in a longitudinal data collection resorting to the Academic Expectations Questionnaire (T1 and T3), the Self-Efficacy in Higher Education Scale (T2 and T3), and the Questionnaire for Higher Education Adaptation (T2 and T3). Structural equation modeling analysis was conducted to test a model correlating academic expectations, self-efficacy, and adaptation, as well as a mediation model where a full mediation of self-efficacy was observed between the relationship between academic expectations and higher education expectations. This study delivers a unique longitudinal view on the experience of the first two years of college, showing a significant role of expectations and self-efficacy in order to achieve a better adaptation process. Results are useful for institutions to adapt the way they present themselves and manage students’ expectations.
- Adolescent deliberate Self-Harm: Predictors of family and personal riskPublication . Candeias, Maria de Jesus Canelas; Gouveia-Pereira, Maria; Candeias, Marisa de JesusDeliberate self-harm in adolescents is a significant public health problem, associated with a range of psychiatric comor bidities, and with serious consequences for the individual and their family. This study aimed to examine the impact of demographic (gender and age), interpersonal (family functioning) and intrapersonal (borderline personality disorder, sui cidal ideation and impulsivity) factors on deliberate self-harm. Method: A cross-sectional study was employed to collect data from 744 secondary school-based adolescents. The data were collected using valid self-report measures, specifically the Family Adaptability and Cohesion Evaluation Scale IV, the Borderline Personality Features Scale for Children, the Suicidal Ideation Questionnaire, the Inventory of Deliberate Self-Harm Behaviours and the Barrat Impulsivity Scale. Hierarchical multiple linear regression was employed for data analysis. Results: The results showed that gender, age and family functioning, were significant in dependent predictors of deliberate self-harm. However, when intrapersonal factors such as borderline personality disorder and suicidal ideation were included in the equation model, the effect was reduced. Among these factors, suicidal ideation emerged as the most significant predictor, followed by borderline personality disorder, whereas impulsivity was not an effective direct predictor. Conclusions: Findings suggest that intrapersonal fac tors, particularly suicidal ideation and borderline personality disorder, have a stronger effect on deliberate self-harm than demographic and interpersonal factors. This highlights the fundamental need for prevention and intervention strategies that integrate mental health treatment and family support. These findings have significant implications for clinical practice and provide a robust foundation for future research on effective interventions for at-risk adolescents.
- Além do prompt: Repensar a biblioteca como laboratório de pedagogia digital e literacia críticaPublication . Lopes, CarlosEsta comunicação apresenta uma redefinição crucial do papel das bibliotecas no ensino superior, transcendendo o estatuto de mero repositório de informação para se afirmarem como centros de competências, mediação e ética digital perante a ascensão da Inteligência Artificial (IA). A IA, ao invés de substituir, otimiza tarefas e realça o valor humano do bibliotecário. Nesta nova era da IA, a biblioteca assume o papel mais crítico e emergente de promoção da Literacia em IA e Ética Digital. Deve ser o ponto focal neutro para capacitar a comunidade sobre vieses algorítmicos e o uso ético e responsável da IA na investigação, abordando temas como plágio, integridade académica e a transparência. A IA é pode ser utilizada para a otimização de serviços, automatizando processos internos e libertando os profissionais para o apoio direto à pesquisa e ao ensino. Adicionalmente, a biblioteca torna-se central no apoio à investigação, colaborando na curadoria e disponibilização de grandes volumes de dados institucionais para projetos de IA, garantindo que os resultados sejam FAIR (Findable, Accessible, Interoperable, Reusable). Para cumprir esta missão, a biblioteca do século XXI deve ser um modelo híbrido integrado. O espaço físico (analógico) deve ser flexível e orientado para a ação, com Makerspaces e Learning Labs que promovam a produção e experimentação de conteúdos, e espaços de colaboração equipados com tecnologia. O espaço digital (virtual) é crucial para a acessibilidade e deve promover a Literacia Digital e Mediática através de formação sistemática, capacitando os utilizadores a lidar criticamente com a (des)informação e a selecionar informação válida. Finalmente, a biblioteca reforça o seu papel de curadoria digital ao atuar como curador de conteúdo, aplicando critérios rigorosos de autoridade e precisão para combater a sobrecarga informativa, e apoiando a avaliação académica ao ensinar a avaliar criticamente as fontes online.
- Be careful: Projeto de literacia no combate à desinformação no ensino superiorPublication . Lopes, Carlos; Antunes, Maria Luz; Sanches, TatianaO projeto BE CAREFUL! assenta numa relação de confiança e parceria entre as bibliotecas, os seus profissionais, estudantes e investigadores. O objetivo é combater a dimensão académica e científica do fenómeno da desinformação e garantir a integridade académica, desenvolvendo melhores e mais apuradas competências para o estudo, investigação, publicação e divulgação do conhecimento científico. Para tal, serão traduzidos e adaptados instrumentos e ferramentas que melhorem a qualidade do trabalho académico através do reforço de critérios baseados na literacia da informação, quer na seleção da credibilidade das fontes, quer na aferição de critérios de qualidade das publicações científicas, quer na prevenção do plágio e de outras práticas académicas ilícitas.
- Capacitação de bibliotecários académicos: estratégias e ações de um projeto de literacia da informação contra a desinformaçãoPublication . Antunes, Maria da Luz; Sanches, Tatiana; Lopes, CarlosIntrodução: Numa cultura digital em que a informação aumenta exponencialmente, regista-se a crescente necessidade de formar jovens estudantes para distinguir o que é verdade do que podem ser falácias, erros e desinformação. Neste sentido, os bibliotecários podem ser importantes agentes de formação, uma vez que trabalham em estreita colaboração com estes públicos. Este estudo apresenta um projeto em curso, denominado «Literacia da Informação e Pensamento Crítico no Combate à Desinformação entre os Jovens». Baseado no bom uso da literacia da informação, aborda as necessidades dos jovens através dos bibliotecários académicos – que apoiam diariamente na literacia da informação de estudantes, professores, investigadores, bem como a comunidade envolvente – na realização dos seus trabalhos académicos e científicos, mas também na aprendizagem ao longo da vida e na resolução dos problemas da vida quotidiana. O objetivo é promover o conhecimento, desenhar estratégias de formação e práticas pedagógicas, relativamente à utilização da literacia da informação na luta contra a desinformação entre os estudantes. Pretende-se espelhar um desenvolvimento de competências, práticas e hábitos mentais que ampliam e aprofundam a aprendizagem através do envolvimento com o ecossistema da informação. Além disso, pretende promover ligações educativas e culturais entre os Estados Unidos e Portugal, nomeadamente através do conhecimento, aplicação e divulgação de documentos internacionais de referência, como a Framework for Information Literacy for Higher Education (Association for College and Research Libraries – ACRL). Também se propõe desenvolver no público jovem competências académicas na utilização e escolha da informação e no reforço do pensamento crítico. Através da formação dos bibliotecários, espera-se um amplo alcance nacional, promovendo eventos, competências de formação e ações de sensibilização descentralizadas, onde se pretende disseminar o conhecimento sobre o tema nas diferentes regiões de Portugal. Objetivo do estudo: Apresenta-se uma proposta de ações de formação dirigidas aos bibliotecários académicos, dada a lacuna na área em Portugal. Método: A investigação em prática educativa foi utilizada para desenvolver um programa de formação para bibliotecários académicos, com base numa revisão da literatura. Desenvolveu-se uma proposta de ações e materiais integrados com base na Framework da ACRL. Resultados: As ações entre os bibliotecários foram estruturadas em conteúdos relativos à utilização da literacia da informação na luta contra a desinformação entre os estudantes. Os temas são adaptáveis às necessidades de ensino e divulgação, garantindo a formação de bibliotecários académicos para promover o conhecimento, estratégias de formação e práticas pedagógicas. Conclusões: A iniciativa proposta visa reforçar a importância da capacitação e da formação assente nas melhores práticas da literacia da informação.
- Colaboração de bibliotecários em equipas de investigação em saúdePublication . Antunes, Maria Luz; Lopes, Carlos; Borges, Maria ManuelIntrodução: O bibliotecário tem adotado estratégias que refletem a sua relevância profissional, podendo incorporar os seus conhecimentos na investigação. A colaboração em projetos de investigação em saúde, académicos ou clínicos, é um objetivo em desenvolvimento. Objetivos: Identificar a perceção das competências dos bibliotecários sobre a sua colaboração em equipas de investigação em saúde (EIS); identificar as perceções dos investigadores sobre as competências dos bibliotecários enquanto colaboradores em EIS; identificar as competências que os bibliotecários devem possuir para colaborar com as EIS; redigir um conjunto de recomendações e/ou orientações para a formação de bibliotecários tendo em vista a colaboração com EIS. Métodos: Metodologia mista. A abordagem quantitativa assenta num questionário sobre perceções de competências para uma amostra de investigadores e bibliotecários sobre a colaboração com equipas de investigação em saúde. A abordagem qualitativa assenta numa entrevista semiestruturada sobre perceções de competências e perspetivas do contributo do bibliotecário, realizada junto de bibliotecários da saúde e de uma amostra seletiva de investigadores em saúde. Resultados: A perceção dos participantes no estudo aponta para um conjunto de competências superiormente valorizado pelos investigadores e que o bibliotecário domina: 1) competências que se inserem no chamado core da profissão (seleção de recursos de informação, pesquisa de informação, citar e referenciar, identificação de revistas e editoras predadoras, etc.); 2) competências que o bibliotecário domina, mas que adquiriu em contexto profissional (filtro dos resultados de pesquisa, migração de dados, etc.). Os resultados do estudo permitiram a redação das recomendações para a renovação de competências a integrar na formação do bibliotecário da saúde. Conclusões: Ficou demonstrada a existência de uma interação permanente de competências entre o bibliotecário e os investigadores, que o resultado da colaboração integra um diálogo assente no equilíbrio entre áreas do conhecimento e saberes.
- Conhecimento e aplicação da Framework para a literacia da Informação em bibliotecas de Instituições de Ensino Superior em PortugalPublication . Sanches, Tatiana; Borges, Maria ManuelResumo - Objetivo. Investiga-se o conhecimento do instrumento emanado pela ACRL, a Framework for Information Literacy for Higher Education, detido pelos bibliotecários portugueses que exercem funções em Instituições do Ensino Superior (IES) e até que ponto este está a ser colocado em prática, demonstrando as capacidades pedagógicas destes perante um novo programa para a competência em informação. Método. A metodologia adotada foi um inquérito por questionário, lançado ao universo das bibliotecas do ensino superior em Portugal e a análise dos resultados das respostas ao mesmo. O estudo, de base quantitativa, está sustentado numa revisão de literatura sobre o surgimento da Moldura [Framework] e a sua aplicação internacional. Resultados. Foram obtidas 25 respostas, de um universo de 177 bibliotecas de instituições do Ensino Superior em Portugal. Os resultados revelam um conhecimento suficiente do instrumento, mas uma aplicação incipiente, demonstrando uma adesão ainda inicial a esta ferramenta pedagógica. Conclusões. Constata-se que os bibliotecários do ensino superior têm preocupações no ensino de competências em informação. Porém não adoptam imediata e plenamente as recomendações internacionais, vertidas em novas ferramentas orientadoras. Ainda assim, os bibliotecários são permeáveis à s propostas da ACRL Framework, o que fica demonstrado com as respostas positivas relativas à sua aplicação.
- Digital fluency and ethical use of information: The role of higher education librariansPublication . Sanches, TatianaIn the current digital context, there is an increased concern with access to information, as it has become exponentially mediated by technologies. Several problems can emerge: from restrictions on freedom of access to information or freedom of expression, due to the lack of knowledge to deal with technologies and digital information sources, vulnerability and lack of preparation regarding privacy management, to digital traps, fallacies, misinformation, or fake news. Are Portuguese librarians responding to these challenges? What actions and strategies have libraries been developed to promote digital fluency? What actions should be pursued, since young audiences are not only consumers, but also producers of online information and, at the same time, the internet has become a privileged resource for searching for easy and immediate information? It is important to reinforce skills with strategies that make it possible to detect, with quality criteria, the origin of the information, its diversity, and credibility, without forgetting, at the same time, under what circumstances and in what way the information can be reused ethically and legally. This is the basis for this exploratory study. To this end, a questionnaire survey base on the "European Framework for the Digital Competence of Educators: DigCompEdu" is carried out to those responsible for higher education libraries, to understand the pedagogic strategies that have been used with the academic community. Based on the results, we seek to observe the active involvement of librarians, particularly in the training of students, to enhance their critical thinking in the face of digital information, the evaluation of digital information sources, or the problem resolution. They must develop skills to be able to observe and compare information in a critical, creative, and conscious way, particularly in digital media. In this process, the social and ethical premises that support teaching and learning in the mission of higher education libraries should be promoted.
- Experiências de estudantes portugueses e espanhóis de ciências sociais sobre literacia informacional e utilização de tecnologias móveis no ensino superior: análise qualitativa após a COVID-19Publication . Lopes, Carlos; Cavaleiro Marechal, David; Antunes, Maria da Luz; Sanches, TatianaObjetivo: Analisar comparativamente as experiências e percepções de estudantes portugueses e espanhóis de Ciências Sociais quanto ao uso e inclusão de tecnologias móveis nos processos de ensino-aprendizagem e refletir sobre o papel das bibliotecas de ensino superior e seus profissionais nesse contexto. Método: Metodologia exploratória de grupos focais socioconstrutivos, com base em uma amostra de dezoito estudantes finalistas dos cursos de Psicologia e Pedagogia. Resultados: Os estudantes vivenciam lacunas significativas em suas habilidades no uso de tecnologias móveis. Eles percebem limitações atitudinais e tecnológicas em seus professores. Há também algumas diferenças nas atitudes em relação à inclusão de tecnologias móveis nos processos de ensino-aprendizagem. Os estudantes espanhóis demonstraram melhores habilidades, enquanto os estudantes portugueses demonstraram maior nível de autopercepção. Discussão/Conclusões: Como consequência da pandemia, destaca-se a necessidade de aproximação aluno-professor e as limitações técnicas de alguns professores, tornando necessária uma mentalidade aberta a novos dispositivos e ferramentas tecnológicas nos processos de ensino. As instituições acadêmicas, e os bibliotecários em particular, devem se esforçar para entender o alcance e as possibilidades das tecnologias móveis para aumentar a motivação dos estudantes e adquirir competência informacional. Esta reflexão é prioritária para otimizar os processos de ensino e aprendizagem.
- Inteligência Artificial Generativa no ensino superior: Perceções, crenças e desafios éticos dos estudantes de Psicologia e da EducaçãoPublication . Lopes, Carlos; Antunes, Maria da Luz; Sanches, TatianaIntrodução: O impacto da Inteligência Artificial Generativa (IA-Gen) está a remodelar o ensino da psicologia e da educação. Este estudo explora as perceções de estudantes destas áreas do conhecimento sobre o uso de ferramentas de IA-Gen no apoio à aprendizagem, focando-se em três dimensões fundamentais: a) facilidade de uso e utilidade percebidas; b) personalização, interatividade e confiança; e c) inteligência percebida e intenção de adoção. Método: Foi adotado um delineamento quantitativo descritivo e uma análise qualitativa a duas questões abertas sobre a IA, envolvendo uma amostra de 272 estudantes (84,93% do género feminino; M = idades=19,78 anos, Med=18 anos) a frequentar o primeiro ano de estudos universitários em três instituições de ensino superior portuguesas (Ispa-Instituto Universitário, Instituto de Educação da Universidade de Lisboa e FCSH da Universidade Nova de Lisboa). A amostra é predominantemente composta por estudantes das licenciaturas em Psicologia (73,2%) e Ciências da Educação (12,13%). Os participantes responderam a um questionário de 49 itens, elaborado especificamente pelos autores com base em instrumentos recentes de avaliação da adoção de IA-Gen (e.g., TAME-ChatGPT e a sua versão portuguesa da adoção do TAME-ChatGPT pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro [UTAD]). Resultados: Os resultados revelam que a IA-Gen é considerada uma tecnologia intuitiva e benéfica, com 68,9% dos estudantes a utilizá-la pelo menos semanalmente, sendo o ChatGPT (89%) a ferramenta dominante. As funções principais centram-se na compreensão de tópicos complexos (74,4%) e síntese de conteúdos (65,1%). Contudo, embora os estudantes se classifiquem maioritariamente como utilizadores de nível intermédio (65,4%), reconhecem que a eficácia depende da capacidade de formular boas perguntas (M=4,31). Persistem reservas significativas quanto à fiabilidade da ferramenta: a necessidade de validar a informação com fontes especialistas é quase unânime (M=4,64). Adicionalmente expressam-se preocupações com a erosão do pensamento crítico (M=3,94), o risco de plágio e a falta de segurança de dados (M=2,71). No plano macrossocial destaca-se uma consciência elevada sobre o impacto ambiental negativo da tecnologia (M=3,75). Discussão e Conclusões: Os estudantes manifestam uma postura de otimismo crítico, estando inclinados para a adoção tecnológica, mas conscientes das suas limitações éticas e cognitivas. A inteligência da IA é valorizada para funções explicativas, mas considerada inferior à dos docentes (M=2,44), sublinhando a importância da mediação humana. Estes resultados, contextualizados aos estudantes das áreas de Psicologia e Educação, ressaltam a urgência de estratégias de integração bem fundamentadas que alinhem o uso da IA-Gen com os princípios da Ciência Aberta, garantindo a transparência, a fiabilidade e o acesso livre a dados verificáveis. Diretrizes institucionais claras, o desenvolvimento profissional do corpo docente e iniciativas de formação em literacia em IA para estudantes são fundamentais para maximizar o potencial da IA-Gen e mitigar riscos como a dependência excessiva e a falta de originalidade académica.
