PCLI - Dissertações de Mestrado
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Percorrer PCLI - Dissertações de Mestrado por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "08:Trabalho Digno e Crescimento Económico"
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- Regulação emocional, bem-estar psicológico e capacidade para o trabalhoPublication . Cruz, Mariana Medeiro May Pereira da; Brandão, TãniaO objetivo da presente investigação consistiu na análise do papel mediador do bem-estar psicológico na relação entre a regulação emocional e a capacidade para o trabalho. Deste modo, foi desenvolvido um estudo transversal, no qual participaram 445 adultos portugueses, que apresentam uma ocupação profissional e/ou que frequentam uma instituição de ensino superior, com idades compreendidas entre os 18 e os 66 anos (M = 33.69 anos, DP = 13.71). No presente estudo foram utilizados três instrumentos de autorrelato: Escala de Medida de Manifestação de Bem-Estar Psicológico [EMMBEP], Índice de Capacidade para o Trabalho [ICT] e a Trait Meta-Mood Scale [TMMS], divulgados e preenchidos remotamente. Os resultados do presente estudo mostraram que o bem-estar psicológico apresenta um papel mediador na associação entre os três fatores da regulação emocional (“atenção às emoções”, “clareza de sentimentos” e “reparação do estado emocional”) e a capacidade para o trabalho. De igual modo, estes três fatores evidenciaram uma associação positiva e significativa com o bem-estar psicológico, estando este positiva e significativamente associado à capacidade para o trabalho. Ainda assim, os efeitos diretos entre os fatores da regulação emocional e a capacidade para o trabalho não foram significativos. Estes resultados sugerem que quanto maior a atenção às emoções e a clareza nos sentimentos, assim como a reparação do estado emocional, maior o bem-estar psicológico experienciado e, concomitantemente, maior a capacidade para o trabalho. Os resultados obtidos apresentam importantes implicações práticas, nomeadamente ao nível clínico e organizacional.
- Stress ocupacional e sintomas de ansiedade e depressão: Efeito mediador da satisfação laboralPublication . Costa, Constança de Andrade de Oliveira; Moreira, AnaO presente estudo tem como objetivo estudar a relação entre o stress ocupacional e os sintomas de ansiedade e depressão e, posteriormente, o possível efeito mediador da satisfação laboral nesta relação. Assim sendo, formulam-se as seguintes hipóteses: (H1) a percepção de stress ocupacional tem um efeito positivo e significativo nos sintomas de ansiedade; (H2) a percepção de stress ocupacional tem um efeito positivo e significativo nos sintomas de depressão; (H3) a perceção de stress ocupacional tem um efeito negativo e significativo na satisfação laboral; (H4) a satisfação laboral tem um efeito negativo e significativo nos sintomas de ansiedade; (H5) a satisfação laboral tem um efeito negativo e significativo nos sintomas de depressão; (H6) a satisfação laboral tem um efeito mediador na relação entre o stress ocupacional e os sintomas de ansiedade; (H7) a satisfação laboral tem um efeito mediador na relação entre o stress ocupacional e os sintomas de depressão. A amostra é constituída por 204 trabalhadores de diversas organizações situadas em território nacional. Os resultados demonstram que o stress ocupacional tem um efeito positivo e significativo nos sintomas de ansiedade e depressão. o stress ocupacional tem um efeito negativo e significativo na satisfação laboral. A satisfação laboral tem um efeito negativo e significativo nos sintomas de ansiedade e depressão. A satisfação laboral tem um efeito mediador na relação entre o stress ocupacional e os sintomas de ansiedade e depressão. De acordo com estes resultados, podemos concluir que o presente estudo confirma a importância da satisfação laboral percecionada pelos trabalhadores portugueses para a prevenção dos sintomas de ansiedade e depressão, consequentes do stress ocupacional sentido pelos mesmos.
- Trabalho e parentalidade: Regulação emocional, conflito laboral e autoeficácia parentalPublication . Silva, Madalena Almeida Brás Pereira da; Brandão, TâniaWork demands and family responsibilities are a challenge for numerous individuals, specifically for working parents, who try to balance this conflict. This conflict reveals significant impacts on individuals in terms of psychological well-being, emotional regulation, and the perception of their competencies as parents. Thus, this study aimed to analyze the mediating role of work-family conflict in the relationship between difficulties in emotional regulation and the perception of parental self-efficacy. A total of 228 parents participated in this study, aged between 29 and 61 years (M = 45.24; SD = 7.16), with an average age of their children being 9.73 years. The participants answered an online questionnaire composed of 3 scales validated for the Portuguese population, the Emotional Regulation Difficulties Scale (EDRE-VR), the Work-Family Conflict Scale (ECTF), and the Parental Self-Efficacy Perception Scale (PPSE), as well as a sociodemographic questionnaire. The analysis of the results was conducted using the SPSS program and the PROCESS macro. The results revealed that difficulties in emotional regulation and some of its dimensions, such as goals, impulses, and emotional clarity, are associated with the perception of parental self-efficacy, with this association being explained by the dimensions of tension and behavior of work-family conflict. However, the time dimension of work-family conflict did not reveal mediating effects in any of the mediation models. Thus, these results highlighted the importance of promoting emotional regulation skills in caregivers in order to reduce work-family conflicts and, in this way, promote the perception of self-efficacy in caregivers.
