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- Stability and changes in loneliness profiles across adolescence: The effects of intraindividual characteristics on the transitions across timePublication . Ribeiro, Olívia; Rubin, Kenneth H.; Santos, AntónioAdopting a person-centered approach with longitudinal data, our study examined the stability and transitions of loneliness profiles across three consecutive years, during adolescence. We also explored the lasting effects of loneliness and the role of intraindividual characteristics—sex, self-worth, social acceptance, friendships competence, and social withdrawal—in predicting transitions between profiles. Data were collected from an initial sample of Portuguese adolescents. Our findings also suggest lasting effects, as adolescents with a history of loneliness were more likely to report feeling lonely again later. Intraindividual characteristics also impacted on the transitions among profiles. Overall, these findings highlight the importance of recognizing loneliness as a multidimensional experience with a potentially discontinuous developmental trajectory.
- Stress ocupacional e sintomas de ansiedade e depressão: Efeito mediador da satisfação laboralPublication . Costa, Constança de Andrade de Oliveira; Moreira, AnaO presente estudo tem como objetivo estudar a relação entre o stress ocupacional e os sintomas de ansiedade e depressão e, posteriormente, o possível efeito mediador da satisfação laboral nesta relação. Assim sendo, formulam-se as seguintes hipóteses: (H1) a percepção de stress ocupacional tem um efeito positivo e significativo nos sintomas de ansiedade; (H2) a percepção de stress ocupacional tem um efeito positivo e significativo nos sintomas de depressão; (H3) a perceção de stress ocupacional tem um efeito negativo e significativo na satisfação laboral; (H4) a satisfação laboral tem um efeito negativo e significativo nos sintomas de ansiedade; (H5) a satisfação laboral tem um efeito negativo e significativo nos sintomas de depressão; (H6) a satisfação laboral tem um efeito mediador na relação entre o stress ocupacional e os sintomas de ansiedade; (H7) a satisfação laboral tem um efeito mediador na relação entre o stress ocupacional e os sintomas de depressão. A amostra é constituída por 204 trabalhadores de diversas organizações situadas em território nacional. Os resultados demonstram que o stress ocupacional tem um efeito positivo e significativo nos sintomas de ansiedade e depressão. o stress ocupacional tem um efeito negativo e significativo na satisfação laboral. A satisfação laboral tem um efeito negativo e significativo nos sintomas de ansiedade e depressão. A satisfação laboral tem um efeito mediador na relação entre o stress ocupacional e os sintomas de ansiedade e depressão. De acordo com estes resultados, podemos concluir que o presente estudo confirma a importância da satisfação laboral percecionada pelos trabalhadores portugueses para a prevenção dos sintomas de ansiedade e depressão, consequentes do stress ocupacional sentido pelos mesmos.
- Psicopatologia e qualidade de vida: Contribuições para a validação do SCL-90 na população portuguesaPublication . Silva, Mariana Filipa Conceição; Trigo, MiguelÂmbito: As perturbações psicológicas envolvem alterações do pensamento, do comportamento e das emoções, gerando sofrimento psicológico e impacto significativo no funcionamento global dos indivíduos. Estas alterações manifestam-se frequentemente em dificuldades emocionais, relacionais, académicas e laborais, comprometendo a qualidade de vida e o bem-estar. Em Portugal, mais de um quinto da população apresenta uma perturbação do foro mental, situação muitas das vezes subdiagnosticada devido ao estigma, à baixa literacia em saúde mental e à subnotificação de sintomas. Objetivo: Estudo 1. Realização da revisão final da tradução e adaptação linguística do Questionário de 90 Sintomas (SCL-90). Estudo 2. Comparar o relato de queixas psicopatológicas e a perceção de qualidade de vida em três amostras: comunitária com e sem queixa psicológica e clínica. Plano: O estudo 1 é qualitativo e exploratório, consistindo num grupo focal com oito participantes finalistas do Mestrado em Psicologia Clínica, com a finalidade de adaptar linguística e culturalmente a versão portuguesa do SCL-90. O estudo 2 é quantitativo, de natureza correlacional e transversal, com uma única observação. Participaram 774 adultos portugueses, distribuídos em três grupos: amostra comunitária sem queixa psicológica (n = 433), amostra comunitária com queixa psicológica (n = 138) e amostra clínica (n = 203). A recolha de dados decorreu em formato online e presencialmente na ULS de São José, Hospital Júlio de Matos. O protocolo incluiu um questionário de dados sociodemográficos e clínicos, o Questionário de 90 Sintomas, a Escala de Stresse Percecionado, o Inventário de Saúde Mental e o Instrumento de Avaliação da Qualidade de Vida da Organização Mundial de Saúde. Resultados: Verificaram-se diferenças significativas entre os três grupos, tanto na expressão psicopatológica, como na perceção de qualidade de vida. A amostra clínica apresentou níveis mais elevados de sintomatologia e menor perceção de qualidade de vida, seguida da amostra comunitária com queixa psicológica e, por último, da amostra sem queixa. As correlações entre sintomas e qualidade de vida foram negativas e significativas em todos os domínios. Foram ainda observadas diferenças entre géneros, com tendência para sintomas mais internalizantes nas mulheres e externalizantes nos homens. Conclusão: A sintomatologia psicopatológica compromete de forma significativa a perceção de qualidade de vida, reforçando a importância do rastreio psicológico e da implementação de estratégias de intervenção precoce em contextos clínicos e comunitários.
- A terapia não escolhe idade? A influência da idade do psicólogo na perceção de calorosidade, competência e intenção de escolhaPublication . Serôdio, Nuno Daniel Martins; Martins, Ana Cristina CarvalhoA idade é uma pista social imediata que influencia julgamentos interpessoais e pode ativar estereótipos (WHO, 2021). Contudo, pouco se sabe sobre como a idade do psicólogo afeta perceções dos clientes. Este estudo investigou como a idade de psicólogos clínicos influenciam perceções iniciais de calorosidade e competência (Fiske et al., 2002), e se estas predizem a intenção de escolha e continuidade terapêutica. Num delineamento 2 (género) × 3 (idade), 211 participantes avaliaram um de seis perfis com fotografia e currículo. Uma análise fatorial confirmou duas dimensões – calorosidade e uma integração de honestidade e sinceridade na competência. A idade e o género influenciaram as primeiras impressões: psicólogas seniores foram vistas como mais calorosas, enquanto perfis seniores foram avaliados como menos competentes do que colegas jovens e de meia-idade. No entanto, apenas a calorosidade e competência, não a idade, previram intenção de escolher e continuar com o psicólogo. Os achados sugerem que a idade enviesa a primeira impressão, mas que a escolha para terapia depende essencialmente de qualidades interpessoais percebidas.
- A perceção dos alunos relativamente à inclusão no contexto escolarPublication . Lagoa, Adriana Barreiro; Gaitas, SérgioUm aluno verdadeiramente incluído significa participação ativa no processo de aprendizagem, nutrindo sentimentos de valorização e aceitação pela comunidade educativa. Deste modo, este estudo procura compreender a perceção que os alunos do ensino básico têm sobre a inclusão, no contexto escolar. A análise incide sobre as dimensões emocional, social, académica, e apoio do professor, considerando alunos migrantes, alunos com medidas seletivas e alunos regulares, uma vez que tal compreensão é essencial para estipular práticas pedagógicas eficazes e garantir um ambiente escolar inclusivo. O estudo incluiu 282 alunos: 33 migrantes, 14 com medidas seletivas e 235 regulares. Para a recolha de dados foi utilizada presencialmente uma adaptação de 19 itens e 4 dimensões (Inclusão social, Inclusão emocional, Autoconceito académico, Apoio e suporte do professor), construída a partir de dois instrumentos previamente utilizados: o Perceptions of Inclusion Questionaire (PIQ) desenvolvido por Zurbrigen et al. (2019), e a dimensão Apoio do professor do Inclusion Climate Scale (ICS) (Schwab et al., 2018). De forma geral, os resultados indicaram que os alunos apresentam níveis elevados de perceção de inclusão emocional, social e de apoio do professor. No entanto, em termos de autoconceito académico, verificaram-se níveis médios, onde se registaram diferenças significativas entre os alunos com medidas seletivas e os restantes grupos. Na análise segundo os ciclos de ensino, verificaram-se diferenças significativas na perceção de inclusão em todas as dimensões. Estes resultados sugerem que o agrupamento selecionado proporciona um ambiente de apoio, seguro e capaz de promover o bem-estar e a integração de todos os alunos, incluindo os grupos mais vulneráveis.
- “Words do bring me down”: Estudos de caso de assédio moralPublication . Storino, Carla Cristina; Trigo, MiguelÂmbito: Os contextos sociolaborais colocam desafios importantes aos trabalhadores. A par dessas exigências técnicas, existem pressões psicossociais geradoras de conflito que estimulam mecanismos de auto regulação, que tendem a provocar respostas de desajustamento e burnout. Objetivo: O primeiro estudo, preparatório, desenvolve uma entrevista semiestruturada para caracterizar as experiências e vivências pessoais de conflito sociolaboral. O segundo estudo, constitui o tema central e analisa as vivências no ambiente laboral de trabalhadores que viveram episódios com contorno de assédio moral. Com base nestas experiências, nos deteremos sobre os processos de ajustamento emocional face à pressão laboral. Plano: O primeiro estudo baseia-se num grupo focal, com cinco participantes que exercem a sua atividade profissional em recursos humanos ou em assistência social. O segundo estudo é desenvolvido, apoiado em quatro estudos de caso, sendo dois pares de participantes (uma mulher e um homem em cada par), um com bom ajustamento e outro com dificuldades emocionais associadas ao contexto laboral. Instrumentos: O primeiro estudo basea-se numa entrevista semi-estruturada que serviu de base à discussão sobre o guião a desenvolver para recolher as histórias de conflito laboral. No segundo estudo, com base no guião previamente preparado, realizamos entrevistas semiestruturadas e desenvolveu uma grelha para análise das entrevistas. Procedimento: A partir da rede pessoal e profissional de contatos foram selecionados os participantes de ambos os estudos. No primeiro estudo, o grupo focal aconteceu online e, no segundo estudo, as entrevistas decorreram online e presencialmente. Resultados: A partir das entrevistas orientadas pelo guião de entrevista elaborado no primeiro estudo, os dados obtidos foram examinados e classificados numa grelha de análise por categorias vinculadas à história de vida, ao sofrimento emocional e às estratégias de enfrentamento.Conclusão: Segundo as duas abordagens propostas iniciais, verificamos que o cenário produtivo tem estimulado os trabalhadores a um comportamento competitivo, estabelecendo uma linha tênue com as situações de assédio moral. Contudo, a adoção de estratégias pelas vítimas tem-se mostrado relevante no seu reajustamento emocional.
- Abuso infantil e o narcisismo no adultoPublication . Matos, Ana Rita Duque de; Trigo, MiguelA investigação sobre o narcisismo tem procurado compreender as suas origens e os fatores que influenciam o seu desenvolvimento. Entre esses fatores, o abuso infantil tem sido apontado como um dos mais relevantes, embora a literatura apresente resultados contraditórios quanto à sua relação com as diferentes dimensões do narcisismo. Assim, compreender de que forma as experiências adversas na infância influenciam o desenvolvimento destas dimensões torna-se essencial para clarificar essas inconsistências. O presente estudo teve como principal objetivo analisar a relação entre os diferentes tipos de abuso infantil e o narcisismo grandioso e vulnerável na idade adulta, procurando igualmente identificar quais as formas de abuso que melhor predizem cada uma das dimensões do narcisismo. Participaram 186 indivíduos da população geral, onde 136 identificam-se com o género feminino e 50 com o género masculino, com idades entre os 18 e os 65 anos (M = 28,45; DP = 10,61). Foram utilizados o Questionário de Trauma Infantil – versão breve (CTQ-SF) para avaliar o abuso infantil, o Questionário da Personalidade Narcísica 13 (NPI-13) para medir o narcisismo grandioso o Questionário do Narcisismo Vulnerável (HSNS) para avaliar o narcisismo vulnerável. Os resultados indicaram que o narcisismo grandioso não apresentou correlações significativas com nenhum tipo de abuso infantil. Por outro lado, o narcisismo vulnerável apresentou correlações positivas com o abuso emocional, a negligência emocional e a negligência física. No modelo de regressão, apenas o abuso emocional revelou ser um preditor significativo do narcisismo vulnerável, explicando 8,6% da variância. Os resultados reforçam a evidência de que as experiências de abuso e negligência na infância tendem a associar-se a traços de vulnerabilidade narcísica, caracterizados por insegurança, medo de rejeição e necessidade de validação externa. Em contraste, o narcisismo grandioso não apresentou relação com experiências de vitimização, podendo estar mais fortemente associado a outros fatores. Estes achados destacam a importância de distinguir as dimensões do narcisismo e de considerar o papel específico das experiências adversas precoces no seu desenvolvimento.
- Distorção de memórias em mulheres vítimas de violência domésticaPublication . Milagre, Dercy Rossana Costa; Trigo, MiguelA investigação sobre o narcisismo tem procurado compreender as suas origens e os fatores que influenciam o seu desenvolvimento. Entre esses fatores, o abuso infantil tem sido apontado como um dos mais relevantes, embora a literatura apresente resultados contraditórios quanto à sua relação com as diferentes dimensões do narcisismo. Assim, compreender de que forma as experiências adversas na infância influenciam o desenvolvimento destas dimensões torna-se essencial para clarificar essas inconsistências. O presente estudo teve como principal objetivo analisar a relação entre os diferentes tipos de abuso infantil e o narcisismo grandioso e vulnerável na idade adulta, procurando igualmente identificar quais as formas de abuso que melhor predizem cada uma das dimensões do narcisismo. Participaram 186 indivíduos da população geral, onde 136 identificam-se com o género feminino e 50 com o género masculino, com idades entre os 18 e os 65 anos (M = 28,45; DP = 10,61). Foram utilizados o Questionário de Trauma Infantil – versão breve (CTQ-SF) para avaliar o abuso infantil, o Questionário da Personalidade Narcísica 13 (NPI-13) para medir o narcisismo grandioso o Questionário do Narcisismo Vulnerável (HSNS) para avaliar o narcisismo vulnerável. Os resultados indicaram que o narcisismo grandioso não apresentou correlações significativas com nenhum tipo de abuso infantil. Por outro lado, o narcisismo vulnerável apresentou correlações positivas com o abuso emocional, a negligência emocional e a negligência física. No modelo de regressão, apenas o abuso emocional revelou ser um preditor significativo do narcisismo vulnerável, explicando 8,6% da variância. Os resultados reforçam a evidência de que as experiências de abuso e negligência na infância tendem a associar-se a traços de vulnerabilidade narcísica, caracterizados por insegurança, medo de rejeição e necessidade de validação externa. Em contraste, o narcisismo grandioso não apresentou relação com experiências de vitimização, podendo estar mais fortemente associado a outros fatores. Estes achados destacam a importância de distinguir as dimensões do narcisismo e de considerar o papel específico das experiências adversas precoces no seu desenvolvimento.
- Validação e adaptação do inventário da dissolução do ego para a língua portuguesa (EDI-PT)Publication . Graciano, Beatriz Palminha; Encantado, JorgeObjetivo: Em Portugal, existe uma lacuna significativa relativamente aos instrumentos psicométricos existentes para avaliar os efeitos agudos provenientes das substâncias psicadélicas. Deste modo, para a presente dissertação, objetivou-se a avaliação das propriedades psicométricas do Inventário da Dissolução do Ego (EDI-PT) por forma a inferir-se sobre a sua validade. Métodos: O presente estudo decorreu em colaboração com a Faculdade de Motricidade Humana (FMH), Imperial College of London e o Instituto Universitário de Psicologia Aplicada (ISPA). A recolha de informação deu-se através do método web-based. Um total de 115 participantes responderam ao instrumento. Foram calculados o teste de KMO e o teste de esfericidade de Bartlett, assim como, se averiguaram a assimetria e curtose por forma a garantir a normalidade da distribuição dos dados. Realizou-se também uma Análise Fatorial Confirmatória por forma a inferir-se sobre o ajustamento do modelo aos dados. Por fim, calcularam-se a fiabilidade, validade convergente e validade discriminante, como também se realizou uma análise convergente com o instrumento Mystical Experiences Questionnaire (MEQ30). Resultados: De um modo geral, o EDI-PT apresentou propriedades psicométricas consideradas aceitáveis, tendo valores de consistência interna bons. Através de uma análise de carácter exploratório, considerou-se uma estrutura trifatorial para o modelo do EDI-PT com o intuito de garantir o seu ajustamento aos dados. Evidenciam-se cargas fatoriais com valores moderados e a existência de uma cross-loading. A validade convergente e discriminante foram asseguradas. As correlações entre fatores preconizam valores positivos e baixos. Já a análise convergente revela que o fator Dissolução de Ego se correlaciona positivamente e significativamente com os quatro fatores do MEQ30. Conclusões: Apesar do instrumento apresentar propriedades psicométricas aceitáveis, este contrasta com a sua versão original por apresentar uma estrutura trifatorial. Identificam-se aspetos problemáticos que devem ser alvo de reavaliação em estudos futuros, nomeadamente, os valores baixos das cargas fatoriais e a presença de uma cross-loading. Sugere-se a reestruturação semântica dos itens para que a sua valência seja ilustrativa dos fatores a que se comprometem a medir.
- Racionais terapêuticos e persuasão em psicoterapias experienciaisPublication . Loureiro, Rita Isabel Velez; Sousa, Daniel Cunha Monteiro deProblema: A persuasão do psicoterapeuta apresenta uma relação consistente com os resultados da terapia. Em particular, o ato de co-construir racionais terapêuticos tem sido apontado como fundamental para o sucesso terapêutico. Apesar da sua relevância, estas competências do psicoterapeuta permanecem entre as menos investigadas até à atualidade, sobretudo no contexto das psicoterapias experienciais. Objetivo: Avaliar os ní veis de persuasã o e de co‐construç ã o de racionais terapê uticos ao longo das sessõ es em psicoterapias experienciais, comparando quatro abordagens distintas. Método: Foi conduzido um estudo quantitativo de natureza observacional, no qual foram avaliados dezanove vídeos de sessões de psicoterapia para fins educacionais através da Therapist’s Persuasiveness Rating Scale (TPRS; Afonseca et al., 2023), de forma a analisar a persuasão em psicoterapias de abordagem experiencial. Resultados: Os psicoterapeutas das quatro abordagens experienciais tenderam a co-construir racionais terapêuticos através da validação e reformulação da experiência dos clientes, enquanto a explicação de fatores que criaram ou perpetuam os problemas do cliente surgiu de forma menos consistente. Observou-se um aumento significativo na estimulação de emoções, validação e reformulação, explicação de fatores que criaram os problemas e consideração e reflexão do cliente ao longo das sessões. As abordagens apresentaram diferenças significativas quanto aos níveis de persuasão e co-construção de racionais terapêuticos.
