Browsing by Author "Antunes, Rita Alexandra Rosa"
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- Ansiedade, depressão, stress, e comportamento alimentar na infânciaPublication . Antunes, Rita Alexandra RosaOs hábitos alimentares dos adultos são um reflexo das experiências do comportamento alimentar infantil. Sabe-se que, desde muito cedo, as crianças imitam os comportamentos alimentares das figuras parentais. Por outro lado, existem também descritas inúmeras associações entre as alterações psicoemocionais (Ansiedade, Depressão e Stress), o Comportamento Alimentar e a Percepção dos Pais/Cuidadores do Comportamento Alimentar dos seus filhos. O principal objectivo desta investigação consistiu na análise da Ansiedade, Depressão, Stress e Comportamento Alimentar das Crianças e Pré-Adolescentes bem como, da Ansiedade, Depressão, Stress e a Percepção dos Pais/Cuidadores do Comportamento Alimentar dos seus filhos. Este estudo é constituído por duas amostras e, um total de 577 sujeitos (315 Crianças e Pré-Adolescentes e 262 Pais/Cuidadores), com idades compreendidas entre os 8 e os 69 anos. A amostra de Crianças e Pré-Adolescentes preencheram um Questionário Sócio-Demográfico; um Questionário de Avaliação do Comportamento Alimentar (EDI¬C) e um Questionário de Avaliação da Ansiedade, Depressão e Stress (EADS-CPA); enquanto que, a amostra de Pais/Cuidadores preencheram um Questionário Sócio-Demográfico; um Questionário de Avaliação da Percepção sobre o Comportamento Alimentar dos seus filhos crianças e pré-adolescentes (CEBQ) e um Questionário de Avaliação da Ansiedade, Depressão e Stress (EADS-21). Os resultados evidenciaram que, existem correlações significativas entre as alterações psicoemocionais (Ansiedade, Depressão e Stress) na infância, pré-adolescência e, idade adulta, o Comportamento Alimentar na infância e pré-adolescência e a Percepção dos Pais/Cuidadores sobre o comportamento alimentar dos seus filhos.
- Estudo da escala de depressão, ansiedade e stresse para crianças (EADS-C)Publication . Leal, Isabel Pereira; Antunes, Rita Alexandra Rosa; Passos, Telma Andreia Branquinho; Ribeiro, José Luís Pais; Maroco, JoãoA escala de ansiedade, depressão e stresse foi desenvolvida no contexto do modelo tripartido com vista a melhorar a discriminação entre depressão e ansiedade. Ela foi desenvolvida para indivíduos adultos, partindo de conceitos teóricos associados à composição de cada uma das dimensões. Numa tentativa de verificar o seu comportamento numa população adolescente, ela foi preenchida por 361 indivíduos pré-adolescentes e adolescentes, estudantes do Ensino Básico, com idades compreendidas entre os 8 e os 15 anos, dos quais 208 eram raparigas e 153 rapazes, que constituíram uma amostra de conveniência. Os resultados obtidos, se sugerem que pode ser interessante nesta população, carecem entretanto de mais estudos da sensibilidade da escala. ------ ABSTRACT ------ The anxiety, stress and depression scale was developed in a context of a tripartite model and its objective was to improve the differentiation between depression and anxiety. It was developed for adults and based on theoretical concepts associated with each of the three dimension's characteristics. In an attempt to verify its performance involving an adolescent population, it was applied to 361 pre-adolescents and adolescents who were elementary and high school students an were aged between 8 and 15 years old. This was a convenience sample, with 208 girls and 153 boys. The results obtained suggest that although this scale might be of importance to this population, further studies are needed to evaluate the scale's sensitivity.
- O mundo dos intergaláticosPublication . Antunes, Rita Alexandra RosaA perspetiva organizacional e hierárquica de desenvolvimento socioemocional (Sroufe, 2005; Sroufe et al., 2005) e a investigação longitudinal (e.g., Bornstein et al., 2010; Jones et al., 2015; Trentacosta & Fine, 2010) reconhecem a importância das competências socioemocionais desenvolvidas na infância para a adaptação futura. As potencialidades da intervenção na infância média (Lucas & Soares, 2013) e a necessidade de programas de prevenção universais de menor duração conduziram ao desenvolvimento d’O Mundo dos Intergalácticos. Esta dissertação teve como objetivos: (1) avaliar as perceções dos psicólogos portugueses acerca da aceitabilidade d’O Mundo dos Intergalácticos (estudo empírico I); e (2) avaliar os benefícios da participação n’O Mundo dos Intergalácticos ao nível da redução dos problemas emocionais e comportamentais e da promoção de competências socioemocionais, na perspetiva de pais, professores e crianças (estudos empíricos 2 e 3). O estudo empírico 1 envolveu 19 psicólogos que foram distribuídos em quatro grupos focais. A análise temática dedutiva conduzida por dois investigadores independentes revelou que os psicólogos portugueses percecionaram as dinâmicas, conteúdos e materiais como aceitáveis, sugerindo apenas modificações menores no sentido de: (1) maximizar a generalização de competências, (2) acompanhar os progressos das crianças ao longo do tempo, e (3) atender às especificidades desenvolvimentais e às barreiras práticas ao envolvimento de pais e professores durante a implementação do programa de intervenção. No estudo empírico 2, participaram 11 professores de 171 crianças com idades compreendidas entre os 8 e os 12 anos que preencheram o Teacher’s Report Form, antes e após os seus alunos participarem no novo programa de intervenção. Participaram ainda 43 mães de crianças com idades compreendidas entre os 8 e os 11 anos que completaram o Child Behavior Checklist, em momentos de avaliação análogos aos dos professores. Os resultados mostraram que os professores percecionaram uma redução de magnitude pequena ao nível da psicopatologia geral, dos problemas de internalização e outros problemas (sociais e de atenção) e uma melhoria de magnitude pequena ao nível do rendimento escolar e da felicidade das crianças do pré para o pós-teste. Por sua vez, as mães percecionaram uma redução ao nível da psicopatologia geral e dos problemas externalizantes do pré para o pós-teste. O estudo empírico 3 incluiu 95 crianças com idades compreendidas entre os 8 e os 12 anos, que preencheram a Escala de Depressão, Ansiedade e Stresse para Crianças e a escala Para mim é fácil. Os resultados mostraram que a participação no programa é percecionada como benéfica para a redução da sintomatologia psicopatológica e para a promoção das competências socioemocionais globais pelas crianças mais novas (8-9 anos) e mais velhas (10-12 anos) de ambos os sexos. Os resultados preliminares d’O Mundo dos Intergalácticos são promissores, quer no que se refere à sua aceitabilidade pelos profissionais que trabalham com o público-alvo, quer no que se refere aos seus benefícios, na perspetiva de diferentes informantes.