Publicação
Atitudes acerca da morte, estratégias de coping e bem-estar mental: Estudo comparativo entre cuidadores formais e cuidadores informais
| datacite.subject.fos | Ciências Sociais::Psicologia | |
| datacite.subject.sdg | 03:Saúde de Qualidade | |
| dc.contributor.advisor | Von Humboldt, Sofia | |
| dc.contributor.author | Mendes, Carolina Fernandes de Barros | |
| dc.date.accessioned | 2025-12-16T18:53:51Z | |
| dc.date.available | 2025-12-16T18:53:51Z | |
| dc.date.issued | 2025-12-02 | |
| dc.description | Dissertação de Mestrado apresentada no ISPA – Instituto Universitário para obtenção de grau de Mestre na especialidade de Psicologia Clínica. | |
| dc.description.abstract | O presente estudo teve como objetivo analisar e comparar as atitudes acerca da morte, estratégias de coping e o bem-estar mental entre cuidadores formais e informais, considerando o impacto de variáveis sociodemográficas e contextuais. Como objetivos específicos procurou-se: (1) verificar diferenças significativas entre os grupos relativamente às três dimensões em estudo; (2) analisar associações entre atitudes acerca da morte, coping e bem-estar mental; (3) avaliar a influência das atitudes e do coping no bem-estar; (4) explorar o papel da idade, estado de saúde percebido, motivos para assumir o papel de cuidador e o grau de envolvimento; (5) analisar diferenças em função do grau de escolaridade, profissão, estado civil e nacionalidade; e (6) avaliar a associação entre o número de elementos do agregado familiar e o bem-estar mental. Participaram 217 cuidadores, dos quais 121 formais (55,8%) e 96 informais (44,2%). Os cuidadores informais recorreram frequentemente a estratégias de coping adaptativas, como a aceitação (M = 5.87; DP = 1.41) e o coping ativo (M = 5.72; DP = 1.33), enquanto os cuidadores formais apresentaram níveis superiores de bem-estar mental (M = 50.23; DP = 8.45). Nas atitudes face à morte, registaram-se diferenças significativas nas dimensões medo (t = 2.45; p = .015), mais elevada nos informais (M = 27.14; DP = 6.21), e aceitação como escape (t = 2.13; p = .034), também superior neste grupo (M = 20.45; DP = 5.74). A regressão linear indicou que as estratégias de coping tiveram uma forte influencia no bem-estar mental (𝛽 = .47; p < .001), em compração com as atitudes face à morte (𝛽 = .19; p = .042). Em síntese, os cuidadores informais recorreram a estratégias adaptativas e os formais demonstram maior estabilidade no bem-estar mental. Estes resultados sustentam a necessidade de programas diferenciados de apoio psicológico, com foco na promoção de coping adaptativo e educação para a morte, ajustados às especificidades de cada grupo. | por |
| dc.description.abstract | This study aimed to analyze and compare attitudes towards death, coping strategies, and mental well-being among formal and informal caregivers, considering the impact of sociodemographic and contextual variables. The specific objectives were: (1) to verify significant differences between groups regarding the three dimensions under study; (2) to examine associations between attitudes towards death, coping, and mental well-being; (3) to assess the influence of attitudes and coping on well-being; (4) to explore the role of age, perceived health status, motives for assuming the caregiving role, and level of involvement; (5) to analyse differences according to educational levels, profession, marital status, and nationality; and (6) to evaluate the association between household size and mental well-being. A total of 217 caregivers participated, of whom 121 were formal (55.8%) and 96 informal caregivers (44.2%). Informal caregivers frequently relied on adaptive coping strategies such as acceptance (M = 5.87; DP = 1.41) and active coping (M = 5.72; DP = 1.33), while formal caregivers presented higher levels of mental well-being (M = 50.23; DP = 8.45). Regarding attitudes towards death, significant differences were observed in the dimensions fear (t = 2.45; p = .015), higher among informal caregivers (M = 27.14; DP = 6.21), and acceptance as escape (t = 2.13; p = .034), also greater in this group (M = 20.45; DP = 5.74). Linear regression indicated that coping strategies had a strong influence on mental well-being (𝛽 = .47; p < .001), comparative to attitudes towards death (𝛽 = .19; p = .042). In summary, informal caregivers used adaptative strategias, whereas formal caregivers demonstrated greater stability in well-being. These findings highlight the need for differentiated psychological support programmes, focused on promoting adaptive coping and death education, tailored to the specific needs of each group. | eng |
| dc.identifier.tid | 204082455 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.12/13707 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ | |
| dc.subject | Envelhecimento | |
| dc.subject | Cuidadores Formais e Informais | |
| dc.subject | Atitudes acerca da Morte | |
| dc.subject | Estratégias de Coping | |
| dc.subject | Bem-estar Mental | |
| dc.subject | Aging | |
| dc.subject | Formal and Informal Caregivers | |
| dc.subject | Attitudes towards Death | |
| dc.subject | Coping Strategies | |
| dc.subject | Mental Well-being | |
| dc.title | Atitudes acerca da morte, estratégias de coping e bem-estar mental: Estudo comparativo entre cuidadores formais e cuidadores informais | por |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| thesis.degree.name | Mestrado em Psicologia Clínica |
