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“Am i really all the things that are outside of me?” - Estudo correlacional sobre persistência pessoal e vinculação

datacite.subject.fosCiências Sociais::Psicologiapt_PT
dc.contributor.advisorTorres, Nuno
dc.contributor.authorMetais, Clara Alice Liberato
dc.date.accessioned2016-09-28T18:20:59Z
dc.date.available2016-09-28T18:20:59Z
dc.date.issued2009
dc.descriptionDissertação de Mestrado apresentada ao Instituto Superior de Psicologia Aplicada para obtenção de grau de Mestre na especialidade de Psicologia Clínica.pt_PT
dc.description.abstractSentindo a necessidade de uma compreensão global do que é ser individualmente reconhecido na sociedade pós-moderna, onde a mudança é valorizada, tentámos perceber que garantias de persistência pessoal dois grupos diferenciados pela idade e profissão (um grupo de alunos universitários e um grupo de professores) adoptavam. Utilizámos a entrevista de persistência pessoal, que Chandler et. al, (2003) desenvolveram a partir de um estudo que tentava compreender as elevadas taxas de suicídio entre os grupos de indígenas do Canadá. Adaptámos a entrevista por eles desenvolvida, e aplicámo-la a dois grupos pertencentes à cultura urbana ocidental. Correlacionámos a estratégia (Essencialista ou Narrativista) adoptada para a resolução do Paradoxo da Igualdade em Mudança, com o modelo de Vinculação que estes participantes demonstravam, e percebemos que a escolha da estratégia e o nível de complexidade associado não são totalmente determinados pela cultura em que os indivíduos estão inseridos. A capacidade de exploração, aspecto que um modelo de vinculação seguro favorece, indica-nos que a mudança é-nos também inerente. Torna-se assim cada vez mais evidente, a necessidade de reformular as teorias da identidade, onde ainda é muito presente a associação da mudança individual como um momento de crise e incapacidade de compromisso.pt_PT
dc.description.abstractFeeling the need of global understanding of what is to be individually recognized in our post-modern society, where change is valued, we tried to understand what kind of personal persistence guarantees two different groups adopted (one group of college students and a group of teachers). We used the personal persistence interview that Chandler et. al (2003) developed in a study, where the main goal was to understand why suicide taxes were so high among the native groups in Canada. We adapted this interview and applied it on our participants, all pertaining to the Western urban society. The strategy (essencialist or narrativist) used to solve the paradox of sameness within change was correlated with the attachment model that our participants revealed and the results showed us that the culture isn’t the only responsible when we choose what kind of strategy and the level associated to it, to solve our personal persistence problem. The ability of exploration is one of the aspects that a secure base model allows. So it seems natural that we have to see change as an aspect of our identity and not as moment of crisis or as the inability to compromise.pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.12/4935
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectPersistência pessoalpt_PT
dc.subjectMudançapt_PT
dc.subjectVinculaçãopt_PT
dc.subjectPersonal persistencept_PT
dc.subjectChangept_PT
dc.subjectAttachmentpt_PT
dc.title“Am i really all the things that are outside of me?” - Estudo correlacional sobre persistência pessoal e vinculaçãopt_PT
dc.title.alternative“Am i really all the things that are outside of me?” – Correlation study about personal persistence and attachmentpt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Psicologiapt_PT

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