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Publicação

Diferenciando “primação afectiva” de “primação cognitiva”

dc.contributor.authorGarcia-Marques, Teresa
dc.date.accessioned2010-03-29T11:25:48Z
dc.date.available2010-03-29T11:25:48Z
dc.date.issued2005
dc.description.abstractEste artigo procura definir o fenómeno da “primação afectiva” (affective priming) discutindo a sua interpretação como sendo a de um fenómeno afectivo vs. um fenómeno cognitivo. Para tal são apresentados dois breves estudos que utilizam como estímulo-primo (prime) afectivo uma happy-face. O primeiro estudo demonstra a capacidade deste estímulo activar o fenómeno de primação afectiva. O segundo demonstra a sua capacidade de induzir nos participantes um estado de espírito positivo. A interpretação e discussão dos resultados é enquadrada na perspectiva teórica oferecida por Niendenthal e seus colaboradores, que sugere que a representação mental de um conceito tende a activar o afecto que lhe está associado.pt
dc.identifier.citationAnálise Psicológica, 23(4), 437-447.pt
dc.identifier.issn0870-8231
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.12/196
dc.language.isoporpt
dc.publisherInstituto Superior de Psicologia Aplicadapt
dc.subjectPrimação afectivapt
dc.subjectPrimação cognitivapt
dc.titleDiferenciando “primação afectiva” de “primação cognitiva”pt
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceLisboapt
oaire.citation.endPage447pt
oaire.citation.startPage437pt
oaire.citation.titleAnálise Psicológicapt
rcaap.rightsopenAccesspt
rcaap.typearticlept

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