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Diferenciando “primação afectiva” de “primação cognitiva”

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Este artigo procura definir o fenómeno da “primação afectiva” (affective priming) discutindo a sua interpretação como sendo a de um fenómeno afectivo vs. um fenómeno cognitivo. Para tal são apresentados dois breves estudos que utilizam como estímulo-primo (prime) afectivo uma happy-face. O primeiro estudo demonstra a capacidade deste estímulo activar o fenómeno de primação afectiva. O segundo demonstra a sua capacidade de induzir nos participantes um estado de espírito positivo. A interpretação e discussão dos resultados é enquadrada na perspectiva teórica oferecida por Niendenthal e seus colaboradores, que sugere que a representação mental de um conceito tende a activar o afecto que lhe está associado.

Descrição

Palavras-chave

Primação afectiva Primação cognitiva

Contexto Educativo

Citação

Análise Psicológica, 23(4), 437-447.

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Editora

Instituto Superior de Psicologia Aplicada

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