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- What goes on in digital behaviour change interventions for weight loss maintenance targeting physical activity: A scoping reviewPublication . Encantado, Jorge; Palmeira, António L; Silva, Carolina; Sniehotta, Falko F; Stubbs, R James; Gouveia, Maria João; Teixeira, Pedro J; Heitmann, Berit L; Marques, Marta M; Conde Encantado Paulo, Jorge EduardoTo identify the core components of digital behaviour change interventions for weight loss maintenance targeting physical activity, in terms of: (i) behaviour change techniques, (ii) mechanisms of action, (iii) modes of delivery, (iv) dose and (v) tailoring/personalization. In addition, the links between these components were investigated. Methods A literature search was performed in five electronic databases: PubMed, Embase, CINHAL, PsycINFO and Web of Science. Two reviewers independently screened the identified articles and extracted data related with the study characteristics and behaviour change techniques, mechanism of action, mode of delivery, dose, and tailoring, using standardized classifications whenever available (e.g. behaviour change techniques taxonomy). Seventeen articles reporting 11 original studies were selected. Two studies were protocols, 9 studies presented results for weight change and all but one showed no significant differences between the intervention and control groups. Eight studies (73%) provided adequate information on behaviour change techniques. Five studies (45%) provided partial information about how the behaviour change techniques were linked to mechanisms of action, and only one study (0.9%) described these links for all the techniques. Around half of the studies reported the modes through which behaviour change techniques were delivered. Descriptions of dose were present in most studies, but with minimal information. The use of tailoring or personalization approaches was mentioned in eight studies (73%), but descriptions of what was tailored and how were minimal. Conclusions: The compilation of information regarding intervention components was difficult due to the lack of information and systematization in reporting across papers. This is particularly true for the reporting of the links between behaviour change techniques and the other core intervention components. This information is crucial to help us understand in the context of behaviour change interventions what works or does not work, how it works and why.
- O impacto do programa para agressores de violência doméstica segundo a perspetiva dos técnicos superiores de reinserção socialPublication . Rodrigues, Bernardo Filipe Gavela; Mascoli, Luísa Maria Carreira FerreiraA violência doméstica é um dos crimes com maior prevalência em queixas participadas em Portugal, sendo por isso preponderante investir na reabilitação dos ofensores de modo a prevenir e conter a reincidência criminal. O recurso a programas de intervenção para agressores cumpre este propósito, de particular interesse, no nosso país. O Programa para Agressores de Violência Doméstica (PAVD) é um dos programas que atua sobre os agressores. É escassa a informação disponível quanto à avaliação deste programa e inexistente a avaliação na perspetiva dos técnicos facilitadores do PAVD, tendo este estudo o objetivo de explorar o grau de satisfação destes face aos objetivos previstos no programa. Com recurso à abordagem qualitativa, com uma amostra de 32 Técnico Superiores de Reinserção Social (TSRS), facilitadores, que aplicaram pelo menos uma vez o PAVD. Concluiu-se que a esmagadora maioria, dos técnicos facilitadores estão satisfeitos com o PAVD, pelo seu objetivo pertinente, pela influência benéfica nos agressores e consequente efeito na contenção da reincidência. Referem que há espaço para melhorar na formação específica de quem aplica e em alguns aspetos na estrutura do programa. Este estudo fornece informação valiosa para um investimento na evolução do PAVD com melhor critério, e abre também portas para explorar a perspetiva dos técnicos facilitadores.
- Preferência por estímulos sociais vs. não-sociais de crianças de diferentes idades e o efeito da familiaridade socialPublication . Barros, Marta Isabel Bárbara Ortet de; Ribeiro, Filipa Delgado Neiva CorreiaA atenção social, ou preferência social, é considerada um viés de atenção evidente às informações sociais, principalmente a estímulos como pessoas e rostos. Existem alguns estudos de preferência por estímulos sociais vs. não-sociais com crianças neurotípicas e crianças com Perturbação do Espetro do Autismo (PEA), sendo esta caracterizada por défices na comunicação e no interesse social. Na maioria destes estudos, as crianças com PEA mostram maior preferência pelos estímulos não-sociais, contundo, a preferência das crianças com desenvolvimento típico parece variar. Em todos esses estudos, os estímulos sociais apresentados foram estímulos sociais desconhecidos para os indivíduos. Esta preferência poderá variar caso os estímulos sociais sejam familiares para a criança, como o rosto da mãe ou do pai. Dito isto, o presente estudo baseia-se numa tarefa realizada num tablet, recorrendo a alguns estímulos visuais, sociais (familiares e desconhecidos) e não-sociais. Este tem como principal objetivo verificar se existem diferenças na preferência por estímulos sociais vs. não-sociais de crianças, de dois grupos etários, e acima de tudo perceber se a familiaridade dos estímulos sociais tem influência nessa preferência. Neste estudo participaram 8 crianças dos 4 aos 6 anos e 10 crianças entre os 10 e os 12 anos. Verificou-se que, no geral, as crianças preferiram os estímulos não-sociais aos estímulos sociais, sendo que quando os estímulos sociais eram familiares passaram a preferir estes últimos. Em relação à idade, as crianças mais novas mostraram maior preferência pelos estímulos sociais, familiares e desconhecidos, enquanto os mais velhos preferiram os estímulos não-sociais.
- A perceção dos professores sobre o trabalho colaborativo e o papel da liderança na educação inclusivaPublication . Cândido, Sofia Ferreira; Silva, José CastroAs sociedades democráticas, baseadas em conceitos de equidade, igualdade e justiça, provocam nas escolas grandes transformações, pois permitem o acesso à educação de Todos os alunos exigindo uma constante busca de soluções para remover barreiras à aprendizagem. Neste sentido, alguns autores apresentam o trabalho colaborativo, como solução para potenciar o sucesso educativo de todos os alunos e a educação inclusiva. Assim sendo, esta investigação tem como objetivo descrever a perceção dos docentes sobre a frequência e a eficácia da colaboração, bem como, os benefícios, os entraves e o papel da liderança no desenvolvimento de práticas colaborativas. Da investigação fazem parte dois estudos. No primeiro estudo os dados foram apurados através de questionário, preenchido online, a 1064 professores portugueses do 1º, 2º, 3º ciclos e secundária e educação especial. Os dados revelaram que as práticas colaborativas de sala de aula são as que apresentam a frequência e a eficácia mais baixa, sendo a sua utilização mais frequente no grupo da educação especial, seguido do 1º, 2º e 3º ciclo e secundários. A correlação entre a frequência e a eficácia, no geral, oscilam entre o forte e o moderado. Quanto à correlação entre a frequência da colaboração e a escala da liderança os resultados são fracos ou muito fracos, o mesmo acontece quando se correlaciona a escala da eficácia com a da liderança. No segundo estudo os dados foram apurados através de entrevista semiestruturada, realizada por telefone, a 42 professores de Portugal Continental. O seu objetivo foi clarificar resultados, esclarecer a perceção dos professores face ao papel da liderança e, apurar os benefícios e entraves à colaboração. Os resultados foram explicados por fatores humanos, políticos, formativos, motivacionais e administrativos. Para os professores a colaboração permite partilhar e gerar motivação, para os alunos, melhora resultados escolares, gera conhecimento, motiva e impulsiona valores de cidadania. Os entraves são de ordem logística, pessoal, profissional e formativa. Quanto ao papel da liderança da escola, as orientações que emanam só se materializam se o professor sentirem que as mesmas são benéficas para os alunos. O envolvimento dos professores na colaboração é voluntário, uma vez que a maioria das práticas colaborativas acontecem fora do horário letivo ou dentro da sala de aula, local onde habitualmente a direção não interfere.
- A Influência do processo psicoterapêutico na emancipação social transgéneroPublication . Abreu, Filipa Maria Quadros Sampaio Telles de; Pires, António Augusto PazoO estudo sobre a identidade de género, surge na investigação científica, como um tema que é alvo de uma carga patológica indiscriminada por associação aos movimentos que com-preendem o processo do desenvolvimento infantil e que estabelecem o paradigma conceptual da sexualidade ortodoxa. Hoje em dia, é possível afirmar que a desconstrução da sexualidade promoveu a composição de um motor de busca para a comunidade terapêutica, que ambiciona dar resposta a todas as questões que este tópico provoca no mundo interno dos indivíduos que apresentam incongru-ências entre o corpo sexuado e o género estabelecido psiquicamente ou todos aqueles que sim-plesmente não se inserem dentro do sistema binário socialmente imposto. Assim sendo, este estudo visa explorar a necessidade de criar um espaço seguro de partilha, no qual seja possível acompanhar a transição do individuo e incentivar a sua emancipação. Pretende, também, de-preender as diversas dimensões que englobam a autodeterminação do género em consideração à mudança, aos papeis sociais, à abordagem clínica e à relação terapêutica. Numa primeira etapa da investigação, foi realizado um enquadramento teórico, no qual são retratados alguns conceitos chave sobre a temática para uma compreensão mais ilustrativa do estudo em causa. De seguida, é apresentado o artigo empírico que consta uma análise de dados aprofundada sobre o ponto de vista do profissional de saúde em referência ao trabalho clínico com a comunidade trans.
- A Influência do processo psicoterapêutico na emancipação social transgéneroPublication . Abreu, Filipa Maria Quadros Sampaio Telles de; Pires, António Augusto PazoO estudo sobre a identidade de género, surge na investigação científica, como um tema que é alvo de uma carga patológica indiscriminada por associação aos movimentos que com-preendem o processo do desenvolvimento infantil e que estabelecem o paradigma conceptual da sexualidade ortodoxa. Hoje em dia, é possível afirmar que a desconstrução da sexualidade promoveu a composição de um motor de busca para a comunidade terapêutica, que ambiciona dar resposta a todas as questões que este tópico provoca no mundo interno dos indivíduos que apresentam incongru-ências entre o corpo sexuado e o género estabelecido psiquicamente ou todos aqueles que sim-plesmente não se inserem dentro do sistema binário socialmente imposto. Assim sendo, este estudo visa explorar a necessidade de criar um espaço seguro de partilha, no qual seja possível acompanhar a transição do individuo e incentivar a sua emancipação. Pretende, também, de-preender as diversas dimensões que englobam a autodeterminação do género em consideração à mudança, aos papeis sociais, à abordagem clínica e à relação terapêutica. Numa primeira etapa da investigação, foi realizado um enquadramento teórico, no qual são retratados alguns conceitos chave sobre a temática para uma compreensão mais ilustrativa do estudo em causa. De seguida, é apresentado o artigo empírico que consta uma análise de dados aprofundada sobre o ponto de vista do profissional de saúde em referência ao trabalho clínico com a comunidade trans.
- Terapia morfoanalítica no Brasil - processo formativo e prática clínicaPublication . Santos, Fernanda Freitas; Pires, António Augusto PazoA Terapia Morfoanalítica (TM) é uma terapia psicocorporal analítica que possibilita a integração das experiências psicoafectivas, foi idealizada na década de 1980 pelo fisioterapeuta francês Serge Peyrot que complementou as intervenções biomecânicas com o trabalho analítico. Em todas as publicações da TM nesses anos em que a mesma vem se desenvolvendo, não encontramos estudos sobre a formação, a terapia pessoal do terapeuta e a supervisão, temas importantes na evolução e consolidação de uma teoria e sua prática. Este estudo objetiva explorar a experiência dos terapeutas morfoanalistas no processo formativo e na utilização da TM na sua prática clínica. Elaborou-se um questionário e 38 terapeutas morfoanalistas foram convidados a respondê-lo. A análise estatística descritiva foi realizada por meio do SPSS. Houve elevada adesão dos terapeutas morfoanalistas (81,57%). Os dados revelaram que estes terapeutas são muito ativos na prática clínica com a TM, realizam formação continuada em TM com elevada frequência, produzem conhecimento sobre a TM, continuam seus processos terapêuticos e supervisões em TM, reconhecem o valor da TM no processo dos pacientes e ainda estão dispostos a contribuir em mais pesquisas sobre o seu trabalho. Sendo este estudo exploratório, há muitos dados que abrem mais perguntas do que levam a conclusões de facto. Com o objetivo de aprofundar e buscar respostas a esses novos questionamentos, seria preciso continuar essa pesquisa, partindo para entrevistas com os terapeutas.
- A perspectiva do terapeuta sobre processos e mecanismos de mudança em somatic experiencingPublication . Rodrigues, João Francisco Henriques Borges Ramalhete; Pires, António Augusto PazoA presente realidade e o contexto de pandemia tornam clara a importância e o papel que os psicólogos e psicoterapeutas têm e vão ter nas próximas décadas. Somatic Experiencing (SE) é uma abordagem corporal que tem gerado interesse na prática e literatura. O impacto das abordagens nos clientes é amplamente estudado, no entanto existe um espaço da literatura que carece de pesquisa: os psicólogos e psicoterapeutas. A presente dissertação tem como objectivo principal perceber melhor qual a percepção dos terapeutas do impacto de SE na sua prática. Foi aplicado um questionário a 75 terapeutas com formação em SE para avaliar o impacto da abordagem na sua pratica clínica. Os resultados permitem ganhar alguma clareza na compreensão do efeito da abordagem nos terapeutas e consequentemente nos clientes e abrem caminho para pesquisas mais aprofundadas sobre psicoterapeutas e sobre SE.
