Percorrer por autor "Coelho, Leandra Marques"
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- Atribuições, estilos e práticas no cuidado de crianças em creches mexicanasPublication . Salinas-Quiroz, Fernando; Andrade, Abraham; Hernández, Esperanza; Velázquez, Rubén; Coelho, Leandra MarquesResumo: Os estudos sobre os Centros de Educação Infantil (CEI) indicam que não existem associações consistentes entre a qualidade do CEI e o nível educativo do Cuidador Secundário Professional (CSP) pressupondo que o nível, por si só, pouco contribui para a efetividade do CSP nos CEI. No entanto, as interpretações do CSP sobre a intencionalidade do comportamento das crianças parecem determinar o tipo de práticas educativas utilizadas na resposta às necessidades das crianças. O presente estudo tem como objetivo analisar as associações entre as atribuições dos CSP sobre a intencionalidade do comportamento da criança e os estilos e práticas de educação. 34 CSP participaram no estudo. Os instrumentos utilizados foram versões adaptadas da Escala de Atribuições Maternas e da Escala de Comportamentos para Mães e Pais com Crianças Pequenas. Os resultados indicaram correlações entre os estilos de educação e as atribuições negativas, assim como entre as práticas de educação e as atribuições positivas demonstrando a importância dos fatores psicológicos dos CSP no cuidado de qualidade às crianças. Os promotores de políticas públicas podem criar mecanismos de seleção/promoção de pessoal que privilegiem fatores não académicos, gerando continuidade no cuidado prestado às crianças.
- O conto através do gesto: Interacções mãe – criança surda durante a leitura de livros de históriasPublication . Coelho, Leandra Marques; Martins, Margarida AlvesA presente investigação procurou ilustrar as interacções desenvolvidas entre as crianças e respectivas mães, durante a actividade de leitura de livros de histórias: quais as estratégias mais utilizadas pelas mães; de que modo as crianças se envolvem neste tipo de actividade e como, posteriormente, recontam as histórias; existência ou não de uma relação entre o modo como as mães contam as histórias e o modo como as crianças as reproduzem. Neste estudo participaram duas crianças surdas, com idades compreendidas entre os 3,5 anos e os 5 anos de idade, e respectivas mães ouvintes. O estudo consistiu na observação de três sessões de leitura entre a mãe e a criança, e duas sessões em que cada criança recontou as mesmas histórias a um boneco. Através da análise de frequências e sequências de comportamento verificou-se que as estratégias mais utilizadas pelas mães durante a leitura de histórias são as mesmas que as crianças utilizam, ao recontar as histórias a um boneco: (1) a descrição simples da acção ou das imagens do livro (2) o apontar para as imagens e (3) o contacto visual. Apesar das estratégias terem sido as mesmas, verificou-se que o modo como as crianças recontaram as histórias não foi uma reprodução do modo de leitura das mães. Implicações para futuras intervenções são referidas no final do estudo.
- O estilo de reminiscência nas interações mãe-criança e pai-criançaPublication . Rebelo, Ana Sofia Garcia; Maia, Joana Branco; Gatinho, Ana Rita dos Santos; Coelho, Leandra Marques; Torres, Nuno; Veríssimo, ManuelaResumo: Nas últimas décadas, a investigação na área da reminiscência adulto-criança tem-se debruçado, essencialmente, sobre a forma como as mães conversam sobre eventos passados com os seus filhos. Contudo, mais recentemente, os investigadores têm procurado compreender a importância do pai no desenvolvimento da comunicação infantil. O presente estudo explora as diferenças do estilo de reminiscência nas díades mãe-criança e pai-criança, em função do sexo desta. Participaram 79 crianças portuguesas (40 raparigas e 39 rapazes), com uma média de 56.93 meses de idade, e respectivas figuras parentais (mãe, n=75 e pai, n=57), 53 destas tinham dados com as díades mãe e pai. As díades participaram separadamente, numa tarefa de reminiscência sobre três eventos passados partilhados. Investigadores independentes transcreveram as conversas e cotaram o estilo de reminiscência dos pais, das mães e da criança. Os resultados evidenciam que tanto os pais, como as mães não diferem grandemente na forma como falam do passado com as crianças, no entanto as mães utilizam um discurso mais repetitivo do que os pais. As crianças apresentam uma tendência para falar mais com os pais, do que com as mães, independentemente do sexo. Estes dados reforçam a importância do papel do pai como agente de socialização, desde os primeiros anos, promotor da comunicação da criança com o mundo exterior.
- Perception accuracy of affiliative relationships in elementary school children and young adolescentsPublication . Daniel, João Rodrigo; Silva, Rita Rocha da; Santos, António José; Cardoso, Jordana Pinto; Coelho, Leandra Marques; Freitas, Miguel da Costa Nunes de; Ribeiro, OlíviaThere has been a rapid growth of studies focused on selection and socialization processes of peer groups, mostly due to the development of stochastic actor-based models to analyze longitudinal social network data. One of the core assumptions of these models is that individuals have an accurate knowledge of the dyadic relationships within their network (i.e., who is and is not connected to whom). Recent cross-sectional findings suggest that elementary school children are very inaccurate in perceiving their classmates' dyadic relationships. These findings question the validity of stochastic actor-based models to study the developmental dynamics of children and carry implications for future research as well as for the interpretation of past findings. The goal of the present study was thus to further explore the adequacy of the accuracy assumption, analysing data from three longitudinal samples of different age groups (elementary school children and adolescents). Our results support the validity of stochastic actor-based models to study the network of adolescents and suggest that the violation of the accuracy assumption for elementary school children is not as severe as previously thought.
- Perfis de comportamentos de brincadeira e conhecimento emocional em crianças de idade pré-escolarPublication . Coelho, Leandra Marques; Guedes, Maryse; Rodrigues, Evelina D.; Santos, António José; Veríssimo, ManuelaResumo: A capacidade das crianças para compreender as emoções e as intenções sociais dos outros relaciona-se com a qualidade das interações com os pares. Os comportamentos de brincadeira não-social durante o pré-escolar poderão estar associados a dificuldades no desenvolvimento do conhecimento emocional. O presente estudo teve como objetivos: (1) identificar diferentes perfis de comportamentos de brincadeira social e não-social de crianças em idade pré-escolar, e (2) verificar se o conhecimento emocional das crianças varia de acordo com os diferentes perfis. Participaram no estudo 193 crianças, com uma média de 53.31 meses de idade. As educadoras preencheram a versão portuguesa do Preschool Play Behaviour Scale para discriminar os comportamentos sociais e não-sociais das crianças durante a brincadeira. O conhecimento emocional das crianças foi avaliado através da versão portuguesa do Affect Knowledge Test. A análise hierárquica de clusters identificou três perfis de crianças que apresentam diferentes comportamentos sociais e não-sociais durante a brincadeira: reticentes, solitários-sociais e sociais. O grupo mais representativo da nossa amostra foi o solitáriosocial. As crianças reticentes demonstraram um menor conhecimento emocional por comparação com o grupo de crianças sociais. Os nossos resultados reforçam a existência de diferentes tipos de comportamentos sociais e não-sociais durante a brincadeira e a sua relação com o conhecimento emocional.
- Perfis de comportamentos de brincadeira e conhecimento emocional em crianças de idade pré-escolarPublication . Coelho, Leandra Marques; Guedes, Maryse; Rodrigues, Evelina D.; Santos, António José; Veríssimo, ManuelaA capacidade das crianças para compreender as emoções e as intenções sociais dos outros relaciona- -se com a qualidade das interações com os pares. Os comportamentos de brincadeira não-social durante o pré-escolar poderão estar associados a dificuldades no desenvolvimento do conhecimento emocional. O presente estudo teve como objetivos: (1) identificar diferentes perfis de comportamentos de brincadeira social e não-social de crianças em idade pré-escolar, e (2) verificar se o conhecimento emocional das crianças varia de acordo com os diferentes perfis. Participaram no estudo 193 crianças, com uma média de 53.31 meses de idade. As educadoras preencheram a versão portuguesa do Preschool Play Behaviour Scale para discriminar os comportamentos sociais e não-sociais das crianças durante a brincadeira. O conhecimento emocional das crianças foi avaliado através da versão portuguesa do Affect Knowledge Test. A análise hierárquica de clusters identificou três perfis de crianças que apresentam diferentes comportamentos sociais e não-sociais durante a brincadeira: reticentes, solitários-sociais e sociais. O grupo mais representativo da nossa amostra foi o solitáriosocial. As crianças reticentes demonstraram um menor conhecimento emocional por comparação com o grupo de crianças sociais. Os nossos resultados reforçam a existência de diferentes tipos de comportamentos sociais e não-sociais durante a brincadeira e a sua relação com o conhecimento emocional.
- Quality of play, social acceptance and reciprocal friendship in preschool childrenPublication . Coelho, Leandra Marques; Torres, Nuno; Fernandes, Carla; Santos, António JoséPlaying with peers is one of the most important contexts for the acquisition of social competencies in early childhood. This study examined the relation between children’s play behavior, social acceptance in the peer group, and number of reciprocal friendships. One hundred and twenty eight children, aged between three and five years, participated in the study. Social acceptance and number of reciprocal friendships were assessed using two sociometric measures: nomination and comparison among peers. Children’s behavior during play activities was assessed by a Portuguese version of the Penn Interactive Peer Play Scale. Global results showed positive and significant correlations between positive interaction and sociometric measures, indicating that children who manifest positive play behaviors are more accepted by peers and have more reciprocal friendships. On the other hand, play disruption and disconnection were negatively correlated with sociometric measures, indicating that children who show these types of play behaviors have lower social acceptance and fewer reciprocal friendships. Parsing the correlations by the three age groups, results show distinct patterns of associations between quality of play, social acceptance and friendship in function of age. Our results stress that already at an early age, behavior during play is related to friendship and social reputation.
