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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
No presente estudo investigou-se a perturbação de pós-stress traumático, as estratégias de coping, o suporte social e o sentido de coerência, numa amostra de 84 mulheres a quem foi diagnosticado cancro da mama. Para tal, utilizou-se um protocolo de investigação constituído pelo Questionário de Identificação, a Escala de Satisfação com o Suporte Social - ESSS (Ribeiro, 1999); o Impact of Event Scale - IES (Horowitz, Wilner
& Alvarez, 1979); o Questionário de Orientação para a Vida - QOV (Nunes, 1999), a Escala Reduzida de Ajustamento Mental ao Cancro - Mini MAC (Ribeiro, Ramos & Samico, 2003) e a PTSD Checklist Civilian Version - PCL-C (Cordova, Andrykowski, Kenady, McGrath, Sloan & Redd, 1995). Os dados obtidos indicam que 25% (n=21) das mulheres que participaram na presente investigação, cumpre os critérios de perturbação de pós-stress traumático, em resultado do diagnóstico de cancro da mama, tal como estes foram definidos na edição revista da quarta edição do Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais da American Psychiatric Association (2000). Os resultados demonstram ainda, que a perturbação de pós-stress traumático está associada a uma maior utilização das estratégias desânimo/fraqueza, evitamento e preocupação ansiosa, assim como, com níveis inferiores de satisfação com o suporte social, sentido de coerência e um menor recurso à estratégia espírito de luta. Os dados sugerem que muitos dos factores de risco e resiliência relatados na literatura pós-traumática são idênticos aos encontrados entre os indivíduos a quem foi diagnosticada uma doença ameaçadora da vida.
Descrição
Dissertação de Mestrado em Psicologia da Saúde
