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Estudo longitudinal do auto-conceito, auto-estima e atribuição causal em crianças e adolescentes de um serviço de apoio psico-pedagógico

dc.contributor.advisorMartins, Margarida Alvespor
dc.contributor.authorRaposo, Rita Maria Correia
dc.date.accessioned2011-09-03T13:57:02Z
dc.date.available2011-09-03T13:57:02Z
dc.date.issued1996
dc.descriptionDissertação de Mestrado em Psicologia Educacionalpor
dc.description.abstractO presente trabalho teve como propósito fazer um estudo longitudinal do auto-conceito, da auto-estima e da atribuição causal em crianças e adolescentes de um serviço de apoio psico-pedagógico. Se a motivação é essencial para a dinâmica de qualquer indivíduo, ainda é mais necessária em crianças e adolescentes que necessitam de mu apoio psico-pedagógico. Ora, estritamente ligados à motivação estão o auto-conceito, a auto-estima e a atribuição causal. Qualquer um destes aspectos tem um peso nuclear no desenvolvimento da personalidade e vai ser mediador das relações entre o sujeito e o meio. Dentre os muitos factores que influenciam a formação do Self, há um que não pode ser esquecido durante o desenvolvimento de um indivíduo: o modo como o sujeito sente que os outros significativos - e muito concretamente os pais - o percepcionam. Deste modo, os objectivos fundamentais deste trabalho foram analisar as relações entre o auto-conceito e as percepções da criança/adolescente sobre a representação do seu auto-conceito por parte da mãe e do pai. Por outro lado, verificar, se estas crianças/adolescentes sofriam alterações no auto-conceito e nas suas percepções sobre a representação do seu auto-conceito por parte da mãe e do pai, após um ano lectivo de apoio específico de acordo com as suas necessidades. E, por último, ver qual das dimensões do auto-conceito estava mais correlacionada com a auto-estima e se havia alterações na atribuição causal do sucesso e do insucesso, no final do ano lectivo. A amostra do trabalho foi constituída por 28 sujeitos: 18 crianças (dos 8 aos 14 anos) -5 raparigas e 13 rapazes - e 10 adolescentes (dos 15 aos 18 anos) -5 raparigas e 5 rapazes. Todos estes indivíduos tiveram apoio num gabinete psico-pedagógico ao longo de um ano lectivo. As escalas utilizadas para o estudo do auto-conceito e da auto-estima foram as de Susan Harter. As entrevistas semi-abertas para analisar os padrões atribuicionais foram fundamentadas na teoria da atribuição causal de Weiner. Da análise dos resultados podem-se tirar as seguintes conclusões: De um modo geral, a amostra revelou um auto-conceito mais estável nos adolescentes do que nas crianças. Em relação aos adolescentes, verificou-se que após uma intervenção específica passaram a ter um auto-conceito mais consistente com as suas percepções sobre as representações do seu auto-conceito por parte da mãe e do pai. Nas crianças e nos adolescentes constatou-se que a Auto-Estima aparece fortemente correlacionada com a sub-escala do auto-conceito da Aparência Física. E, finalmente, verificou-se também que, após um ano de apoio específico, as crianças e os adolescentes passaram a atribuir mais o sucesso a causas internas e o insucesso a causas externas.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.12/834
dc.language.isoporpor
dc.publisherInstituto Superior de Psicologia Aplicadapor
dc.titleEstudo longitudinal do auto-conceito, auto-estima e atribuição causal em crianças e adolescentes de um serviço de apoio psico-pedagógicopor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceLisboapor
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor

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