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Publicação

Retenção escolar, mindset e diferenciação pedagógica: crenças dos professores do ensino básico

datacite.subject.fosCiências Sociais::Psicologia
datacite.subject.sdg04:Educação de Qualidade
dc.contributor.advisorPipa, Joana
dc.contributor.authorAugusto, Margarida Marques Camacho Lopes
dc.date.accessioned2026-01-27T19:09:53Z
dc.date.available2026-01-27T19:09:53Z
dc.date.issued2025-12-10
dc.descriptionDissertação de Mestrado apresentada no ISPA- Instituto Universitário para obtenção de grau de Mestre na especialidade de Psicologia Educacional
dc.description.abstractA escola desempenha um papel central na promoção do sucesso educativo e no desenvolvimento integral dos alunos. No entanto, a diversidade das características e dos perfis de aprendizagem constitui um desafio para as escolas, exigindo respostas educativas que garantam equidade e inclusão. Entre as medidas tradicionalmente adotadas, a retenção escolar é uma das práticas mais discutidas e controversas, que não depende apenas de políticas nacionais ou de evidência científica, mas também das crenças e atitudes dos professores. Assim, compreender como as crenças sobre retenção escolar e o mindset docente se relacionam com a adoção de práticas de diferenciação pedagógica é fundamental para delinear caminhos pedagógicos mais ajustados à realidade das escolas e às exigências da inclusão. O presente estudo correlacional analisa as relações entre as crenças dos professores acerca da retenção escolar, o seu mindset relativamente à inteligência dos alunos e a adoção de práticas de diferenciação pedagógica. Pretende-se, ainda, explorar o impacto da experiência docente e do conhecimento científico acerca dos efeitos da retenção escolar nessas crenças. Participaram 426 professores do ensino básico (79.6% do sexo feminino), com experiência docente entre 0 e 44 anos (M = 24.62, DP = 11.2). O questionário aplicado consistia num conjunto de escalas adaptadas da literatura, que avaliavam as crenças acerca da Retenção Escolar, o Mindset e Práticas de Diferenciação Pedagógica. Os resultados revelaram algumas associações estatisticamente significativas, embora de magnitude fraca, entre determinadas crenças sobre a retenção escolar e a adoção de práticas de diferenciação pedagógica, bem como entre o mindset de desenvolvimento e a frequência dessas práticas. O conhecimento científico sobre os efeitos da retenção escolar não apresentou relação significativa com as crenças docentes. Quanto à experiência docente e às diferenças entre ciclos de ensino a lecionar, observaram-se variações em algumas dimensões das crenças sobre a retenção escolar. Este estudo contribui para a compreensão do papel das crenças e do mindset na adoção de práticas de diferenciação pedagógica, destacando implicações relevantes para a formação de professores e para a definição de políticas educativas que privilegiem alternativas à retenção escolar.por
dc.description.abstractSchools play a central role in promoting educational success and the holistic development of students. However, the diversity of students’ characteristics and learning profiles poses a challenge for schools, requiring educational responses that ensure equity and inclusion. Among the measures traditionally adopted, grade retention is one of the most debated and controversial practices, influenced not only by national policies or scientific evidence but also by teachers’ beliefs and attitudes. Understanding how beliefs about grade retention and teachers’ mindset relate to the adoption of differentiated instruction is therefore crucial to design pedagogical approaches that better align with school realities and the demands of inclusion. This correlational study analyzes the relationships between teachers’ beliefs about grade retention, their mindset regarding students’ intelligence, and the adoption of differentiated instruction practices. It also explores the impact of teaching experience and scientific knowledge about the effects of grade retention on these beliefs. A total of 426 primary and secondary school teachers participated (79.6% female and 19% male), with teaching experience ranging from 0 to 44 years (M = 24.62, SD = 11.2). A questionnaire composed of scales adapted from the literature was applied to assess teachers’ beliefs about grade retention, mindset and differentiated instruction. The results revealed some statistically significant, albeit weak, associations between certain beliefs about grade retention and the adoption of differentiated instruction practices, as well as between a growth mindset and the frequency of these practices. Scientific knowledge about the effects of grade retention showed no significant relationship with teachers’ beliefs. Regarding teaching experience and differences across school cycles, variations were observed in some dimensions of beliefs about grade retention. This study contributes to understanding the role of teachers’ beliefs and mindset in the adoption of differentiated instruction practices, highlighting relevant implications for teacher training and the development of educational policies that favor alternatives to grade retention.eng
dc.identifier.tid204100070
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.12/13823
dc.language.isopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectretenção escolar
dc.subjectmindset
dc.subjectdiferenciação pedagógica
dc.subjectgrade retention
dc.subjectmindset
dc.subjectdifferentiated instruction
dc.titleRetenção escolar, mindset e diferenciação pedagógica: crenças dos professores do ensino básicopor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
thesis.degree.nameMestrado em Psicologia Educacional

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