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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Construiu-se um modelo explicativo das estratégias que os filhos de mulheres com
cancro da mama utilizam para lidar com a doença oncológica das suas mães, procurando
compreender de que forma é que estes se adaptam e quais os factores que interferem
neste processo, já que os estudos nesta área são quase inexistentes. Segundo o método
da Grounded Theory, foram analisadas seis entrevistas semi-estruturadas realizadas a
filhos de mulheres com cancro da mama.
Os filhos tendem a negar a doença das mães, como forma de não se confrontarem
com as suas consequências físicas e emocionais, bem como a possibilidade de perda da
figura materna. Existe a influência de factores facilitadores e inibidores da negação que,
conforme a sua manifestação, ora tendem a promover ou bloquear a sua expressão. Os
filhos tentam evitar qualquer contacto com a doença materna, em que a comunicação
que se estabelece entre os pais e os filhos, a qualidade da relação mãe/filho e o
conhecimento da doença parecem ser categorias facilitadoras da negação. No entanto, a
noção real da doença, as alterações decorrentes do dia a dia e um discurso marcado pela
ambivalência condicionam a expressão deste mesmo mecanismo.
Descrição
Dissertação de Mestrado em Psicologia da Saúde
Palavras-chave
Psicologia da saúde Graunded theory Cancro da mama Família Qualidade de vida Estratégia de coping Metodologia Health psychology Breast neoplasms Family Quality of life Coping behaviour Methodology
