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Saúde mental, estratégias de coping e adaptação académica: Uma investigação com estudantes universitários do segundo ano de Viseu

dc.contributor.authorCosta, Etã Sobal Paranhos
dc.date.accessioned2011-02-22T12:05:39Z
dc.date.available2011-02-22T12:05:39Z
dc.date.issued2004
dc.descriptionDissertação de Mestrado em Psicologia da Saúdepor
dc.description.abstractTransição e mudança são factores recorrentes na vida dos indivíduos, mas podem ser associadas com experiências perturbadoras, resultando em efeitos adversos sobre a saúde física e psicológica. As formas de mudança variam, mas têm como denominador comum a descontinuidade dos padrões de vida, que pode ser caracterizada como perda ou ganho. Um evento que pode ser avaliado como ameaçador é a transição para a universidade. O presente estudo exploratório realizado com uma amostra de 401 jovens universitários de ambos os sexos que cursavam o segundo ano das diferentes licenciaturas das três instituições superiores da cidade de Viseu, teve como objectivo geral, contribuir para a compreensão das estratégias e dos factores que levam à adaptação do jovem à universidade, e do impacto deste processo na saúde mental do estudante, considerando as implicações de algumas variáveis que caracterizaram a amostra, como o sexo, a escolha do curso, o estatuto de mobilidade e a área de estudos. Para tal, utilizou-se um protocolo de investigação composto por uma Caracterização Sócio-Demográfica, e três questionários: o Questionário de Vivências Académicas -QVA (Almeida & Ferreira, 1997), o Mental Health Inventory - MHI (Pais-Ribeiro, 2000) e a Escala Toulousiana de Coping - ETC (Esparbès, Sordes-Ader & Tap, 1993). Os resultados demonstraram que as estratégias de coping mais utilizadas são o Controle e o Suporte Social, com prevalência desta última no sexo feminino, mas os valores obtidos na estratégia de Retraimento apresentaram diferenças significativas quando se comparou a opção do curso e o estatuto de mobilidade. Quanto à saúde mental do grupo estudado, o sexo masculino apresentou vantagens em todas as dimensões avaliadas. No que tange à adaptação académica, as raparigas mostraram-se mais adaptadas ao curso do que os rapazes, bem como demonstraram maior capacidade na gestão do tempo e na organização do estudo, além de apresentarem mais necessidade de apoio familiar, enquanto os rapazes revelaram mais auto-confiança e maior envolvimento em actividades extracurriculares.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.12/455
dc.language.isoporpor
dc.publisherInstituto Superior de Psicologia Aplicadapor
dc.subjectPsicologia da saúdepor
dc.subjectEstratégias de copingpor
dc.subjectEstudantes universitáriospor
dc.subjectUniversidadepor
dc.subjectSaúde mentalpor
dc.subjectInstrumentospor
dc.subjectSuporte socialpor
dc.subjectHealth psychologypor
dc.subjectCopingpor
dc.subjectUniversity studentspor
dc.subjectCollegepor
dc.subjectMental healthpor
dc.subjectSocial supportpor
dc.titleSaúde mental, estratégias de coping e adaptação académica: Uma investigação com estudantes universitários do segundo ano de Viseupor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceLisboapor
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor

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