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Publicação

Isolamento social e saúde mental na adolescência: O papel da vinculação e da relação entre pares

datacite.subject.fosCiências Sociais::Psicologia
datacite.subject.sdg03:Saúde de Qualidade
dc.contributor.advisorSantos, Antonio José dos
dc.contributor.authorSilva, Carolina Ferreira da
dc.date.accessioned2026-01-12T16:25:55Z
dc.date.available2026-01-12T16:25:55Z
dc.date.issued2025-12-02
dc.descriptionDissertação de Mestrado apresentada no ISPA- Instituto Universitário para a obtenção de grau de Mestre na especialidade de Psicologia Clínica.
dc.description.abstractO objetivo do estudo foi investigar a relação entre o isolamento social e a saúde mental, analisando o papel da vinculação e das relações entre os pares em adolescentes. Numa amostra de 100 adolescentes, (53 raparigas e 47 rapazes) com idades compreendidas entre os 11 e os 17 anos, foram aplicados quatro questionários: Security Scale Questionnaire (SSQ); PROMIS Pediatric Peer Relationships Scale; Child Social Preference Scale (CSPS) e Strengths and Difficulties Questionnaire (SDQ). A nível dos resultados, o isolamento social correlacionou-se negativamente com vinculação parental e qualidade das relações com pares. Os Grupos de isolamento (Normativos, Tímidos, Isolados) apresentaram diferenças significativas em vinculação, socialização e saúde mental. Não se observaram efeitos principais de sexo, mas houve interação entre sexo e tipo de isolamento. A vinculação parental mediou parcialmente os Problemas Gerais e totalmente a Hiperatividade. Essas descobertas estão em consonância com a literatura existente, reforçando a importância de compreender o impacto do isolamento social sobre a saúde mental. Pesquisas futuras devem considerar uma trajetória longitudinal, explorar relações causais e ampliar o tamanho da amostra, para aumentar a generalização dos resultados.por
dc.description.abstractThe aim of this study was to investigate the relationship between social isolation and mental health in adolescents, analyzing the role of parental attachment and peer relationships. The sample included 100 adolescents (53 girls and 47 boys) aged 11 to 17, who completed four questionnaires: The Security Scale Questionnaire (SSQ), PROMIS Pediatric Peer Relationships Scale, Child Social Preference Scale (CSPS), and Strengths and Difficulties Questionnaire (SDQ). The results showed that social isolation was negatively correlated with parental attachment and the quality of peer relationships. The isolation groups (Normative, Shy, and Isolated) differed significantly in attachment, socialization, and mental health. No main effects of sex were observed, although there was an interaction between sex and type of isolation. Parental attachment partially mediated General Problems and fully mediated Hyperactivity, highlighting its protective role against the negative effects of isolation. These findings are consistent with existing literature, emphasizing the importance of understanding the impact of social isolation on adolescent mental health. Future research should consider a longitudinal design, explore causal relationships, and increase the sample size to enhance the generalizability of the findings.eng
dc.identifier.tid204094470
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.12/13764
dc.language.isopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectIsolamento social
dc.subjectVinculação
dc.subjectRelações entre pares
dc.subjectSaúde mental
dc.titleIsolamento social e saúde mental na adolescência: O papel da vinculação e da relação entre parespor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
thesis.degree.nameMestrado em Psicologia Clínica

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