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Representações de doença na depressão e o seu impacto na qualidade de vida: o papel mediador do auto estigma
dc.contributor.advisor | Neto, David Manuel Dias | |
dc.contributor.author | Cardoso, Vera Fernandes | |
dc.date.accessioned | 2024-01-11T11:41:22Z | |
dc.date.available | 2024-01-11T11:41:22Z | |
dc.date.issued | 2023-12-11 | |
dc.date.submitted | 2024-01-11 | |
dc.description | Dissertação de Mestrado realizada sob a orientação de Professor Doutor David Dias Neto, apresentada no Ispa – Instituto Universitário para obtenção de grau de Mestre na especialidade de Psicologia Clínica. | pt_PT |
dc.description.abstract | Enquadramento: As representações de doença ajudam-nos a compreender como alguém gere uma determinada condição de saúde. Algumas dessas perceções associam-se à internalização do estigma sobre a doença, o que, por sua vez, influencia significativamente a qualidade de vida destas pessoas. Objetivos: Como principal objetivo pretendeu-se compreender se o auto estigma se constitui como um mediador da relação entre as perceções de doença na depressão e a qualidade de vida. Adicionalmente, propôs-se verificar se existiam diferenças significativas ao nível das perceções, da qualidade de vida e do auto-estigma entre os participantes que recorrem vs. não recorrem a intervenção/medicação. Método: Participaram do estudo 156 indivíduos deprimidos, com e sem recurso a intervenção psicológica ou medicação psiquiátrica. Os participantes foram avaliados ao nível das suas perceções sobre a depressão, qualidade de vida, auto-estigma e sintomatologia depressiva. Resultados: O auto-estigma apresentou-se como um bom mediador da relação entre a perceção de Controlo do Tratamento e a qualidade de vida. Indivíduos que recorrem a intervenção psicológica percecionam que a sua depressão durará menos tempo comparativamente a quem não recorre. Por sua vez, indivíduos que recorrem a medicação psiquiátrica apresentam uma maior preocupação, compreensão e resposta emocional em relação à depressão comparativamente a quem não recorre. Conclusão: Uma maior perceção de controlo do tratamento ajuda a proteger os indivíduos contra a internalização do estigma face à depressão, contribuindo para uma melhor qualidade de vida. Para futuras pesquisas, ressalta-se a importância do estudo do papel da sintomatologia depressiva e do impacto do tratamento nas perceções de doença. | pt_PT |
dc.description.abstract | ABSTRACT: Background: Illness representations can help us understand how someone copes with a certain health condition. Some of these perceptions are related to self-stigma regarding illness, which in turn significantly influences the quality of life of these people. Aims: The main goal of this study was to understand whether self-stigma could be considered a good mediator of the relationship between illness perceptions and quality of life in depression. Additionally, we explored whether there were any significant differences regarding illness perceptions and the level of quality of life and self-stigma between participants who receive vs. don’t receive intervention/medication. Method: 156 depressed people participated in this study, with some of them receiving psychological intervention or psychiatric medication. All participants were assessed on their perceptions of depression, quality of life, self-stigma and depressive symptoms. Results: Self-stigma showed to be a good mediator of the relationship between the perception of Treatment Control and quality of life. Participants who receive psychological intervention believe that their depression will be shorter in time compared to those who do not receive intervention. In turn, participants who take psychiatric medication show a greater concern, understanding and emotional response regarding their depression compared to those who do not take medication. Conclusion: A better perception of treatment control helps protect people against internalized stigma towards depression, which leads to a better quality of life. Future research may further explore the role of depressive symptoms and the impact of treatment on illness perceptions. | pt_PT |
dc.identifier.tid | 203443462 | pt_PT |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.12/9468 | |
dc.language.iso | por | pt_PT |
dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ | pt_PT |
dc.subject | Representações de Doença | pt_PT |
dc.subject | Auto-Estigma | pt_PT |
dc.subject | Qualidade de Vida | pt_PT |
dc.subject | Depressão | pt_PT |
dc.subject | Saúde Mental | pt_PT |
dc.subject | llness Representations | pt_PT |
dc.subject | Self-Stigma | pt_PT |
dc.subject | Quality of Life | pt_PT |
dc.subject | Depression | pt_PT |
dc.subject | Mental Health | pt_PT |
dc.title | Representações de doença na depressão e o seu impacto na qualidade de vida: o papel mediador do auto estigma | pt_PT |
dc.type | master thesis | |
dspace.entity.type | Publication | |
rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
thesis.degree.name | Mestrado em Psicologia Clínica | pt_PT |