Percorrer por data de Publicação, começado por "2023-10-19"
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- Relação Escola-Família: estratégias para uma relação de confiançaPublication . Macedo, Taciana Cardoso; Nascimento, Ana Teresa Correia de BritoO presente relatório procura compreender e aprofundar as estratégias para promoção uma relação positiva, de confiança, entre Escola e Família em Educação Pré-escolar. Este baseia-se na Prática Supervisionada realizada em Jardim de Infância (JI), numa sala heterogénea com um grupo de 18 crianças, com idades compreendidas entre os 3 e os 5 anos, sendo o seu principal enfoque percecionar o valor do envolvimento, participação e relações das famílias com o JI e como promovê-lo. O seu intuito passou, deste modo, por observar os aspetos positivos, os desafios e dificuldades presentes na relação escola-família, procurando compreender (1) Qual a importância da relação escola-família no contexto da instituição onde foi realizado o estágio? e (2) Quais as estratégias a adotar de modo a envolver mais as famílias neste contexto institucional?, tendo em especial consideração o papel do educador. O cariz deste estudo é qualitativo, tendo-se recorrido a técnicas e instrumentos de recolha de informação, como questionários aos pais e entrevistas à educadora e auxiliar de sala. Partiu-se também da observação direta das crianças, com registos através de notas de campo, bem como da análise do Projeto Educativo da Instituição e do Projeto Curricular de Sala. Os resultados obtidos, aludem à importância, nomeadamente para as crianças, em manter uma relação afável e de confiança com as famílias, onde o constante diálogo e procura de informação, de ambos os lados, evidenciam uma maior e mais facilitadora aprendizagem no dia-a-dia das crianças. Sublinha-se o preponderante papel do educador no criar e nutrir desta relação.
- “O que somos quando somos privados de ser?” Análise da perceção e gaps na importância atribuída a um conjunto de competências para a (re)integração no mercado de trabalho por recrutadores e reclusosPublication . Capito, Patrícia Alexandra Nunes; Sabino, Ana Margarida Fernandes Pereira do NascimentoEste ano, espera-se que o rácio de movimento de reclusos seja reforçado pela saída de 4 a 5 mil pessoas por termo de pena, absolvição ou liberdade condicional. No entanto, ainda pouco se sabe relativamente à sua reintegração no mercado de trabalho, tanto por parte de ex-presidiários como de recrutadores. Neste sentido, a presente investigação propõe avaliar se existem diferenças na perceção da importância de um conjunto de competências para a integração no mercado de trabalho entre reclusos e recrutadores. Paralelamente, a importância atribuída às competências em análise será também avaliada em cada grupo, tendo em conta um conjunto de características próprias dos grupos - reclusos e recrutadores. Para isso, foi solicitada a participação de um total de 393 participantes, especificados em 199 recrutadores (M = 37.15 anos; DP = 10.891) e 194 reclusos (M = 38.32 anos; DP = 9.966), através do preenchimento de questionários particulares que pretendiam, em ambas as condições, avaliar o grau de importância de 34 competências para a (re)inserção no mercado de trabalho. Os resultados obtidos verificaram diferenças estatisticamente significativas em 26 competências, maioritariamente, percecionadas por reclusos (N=24) em comparação com recrutadores (N=2), ecoando-se o papel das organizações na redução da reincidência criminal e reforço da inclusão e consciencialização no mundo laboral.
