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Vivências de violência de género na população LGBTI+ em Portugal

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Resumo(s)

Problema: As questões relativas à população LGBTI+, em Portugal, têm sido cada vez mais visíveis e estudadas, no entanto, é necessário compreender melhor as experiências subjetivas ao nível da violência de género e suas formas. Objetivos: Neste sentido, o presente estudo tem como objetivos descrever as experiências de violência sofridas, perceber a perceção do impacto destas a curto e longo prazo e compreender se ocorreram alterações desde o início da pandemia e respetivos confinamentos, descrevendo as mesmas. Método: Utilizou-se metodologia qualitativa com amostragem por conveniência e bola de neve, tendo sido realizadas entrevistas semiestruturadas, via Skype, a 19 participantes LGBTI+, com idades compreendidas entre os 20 e os 44 anos. Resultados: Os resultados foram analisados através de uma análise de conteúdo, tendo-se identificado experiências de violência no processo de aceitação de si mesmo e nos contextos familiar, social, escolar, laboral, espaços públicos e redes sociais/internet. Foram ainda identificadas estratégias de proteção ao nível comportamental e ao nível da queixa e pedido de ajuda, assim como, impactos no individuo e nas pessoas próximas a este. Por último, foram também identificados os efeitos da pandemia, considerações face à sociedade portuguesa e aos motivos que levam à violência e discriminação e identificadas sugestões para a mudança social e sobre o conhecimento de instituições de apoio. Discussão: As formas mais prevalentes de experiências de violência são sob a forma de olhares e comentários, sendo mais difíceis de reportar. Verificou-se que é necessário o aumento da informação e formação para as temáticas LGBTI+.
Problema: As questões relativas à população LGBTI+, em Portugal, têm sido cada vez mais visíveis e estudadas, no entanto, é necessário compreender melhor as experiências subjetivas ao nível da violência de género e suas formas. Objetivos: Neste sentido, o presente estudo tem como objetivos descrever as experiências de violência sofridas, perceber a perceção do impacto destas a curto e longo prazo e compreender se ocorreram alterações desde o início da pandemia e respetivos confinamentos, descrevendo as mesmas. Método: Utilizou-se metodologia qualitativa com amostragem por conveniência e bola de neve, tendo sido realizadas entrevistas semiestruturadas, via Skype, a 19 participantes LGBTI+, com idades compreendidas entre os 20 e os 44 anos. Resultados: Os resultados foram analisados através de uma análise de conteúdo, tendo-se identificado experiências de violência no processo de aceitação de si mesmo e nos contextos familiar, social, escolar, laboral, espaços públicos e redes sociais/internet. Foram ainda identificadas estratégias de proteção ao nível comportamental e ao nível da queixa e pedido de ajuda, assim como, impactos no individuo e nas pessoas próximas a este. Por último, foram também identificados os efeitos da pandemia, considerações face à sociedade portuguesa e aos motivos que levam à violência e discriminação e identificadas sugestões para a mudança social e sobre o conhecimento de instituições de apoio. Discussão: As formas mais prevalentes de experiências de violência são sob a forma de olhares e comentários, sendo mais difíceis de reportar. Verificou-se que é necessário o aumento da informação e formação para as temáticas LGBTI+.

Descrição

Dissertação de Mestrado apresentada no ISPA - Instituto Universitário para obtenção do grau de Mestre na especialidade de Psicologia Clínica.

Palavras-chave

LGBTI+ Violência de género Adultos Análise de conteúdo Portugal Gender violence Adults Content analysis

Contexto Educativo

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