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Orientador(es)
Resumo(s)
As investigações recentes sugerem que a percepção subjectiva da crianças da sua visita ao dentista pode ter um impacto mais determinante em termos do medo/angústia face à consulta odontopediátrica, do que o tipo de tratamento recebido ou a patologia dentária subjacente.
As técnicas projectivas revelam-se úteis para uma melhor compreensão do medo e angústias da criança face ao tratamento dentário, uma vez que permitem o acesso a informação dificilmente disponibilizada de outra forma de avaliação.
O estudo aqui apresentado tem como objectivos avaliar: o medo dentário da criança e o comportamento manifestado durante a consulta. Assim, 166 crianças em idade escolar (5-12 anos) foram avaliadas após a consulta no dentista. Utilizou-se o teste Children’s Dental Fear Picture (CDFP, Klingberg & Hwang, 1994). Foram identificados três perfis de crianças, designados por “com medo”, “sem medo” ou “ambíguo”. Analisou-se também a relação com a idade e o número de consultas anteriores no dentista.
Constata-se que medo dentário e comportamento durante a consulta necessitam ser abordados como entidades diferentes. O estudo realizado aponta para a necessidade da criação de instrumentos lúdico-pedagógicos no setting de consulta com a criança.
Descrição
Palavras-chave
Odontopediatria Medo dentário Teste
Contexto Educativo
Citação
Análise Psicológica, 26(1), 239-250.
Editora
Instituto Superior de Psicologia Aplicada
