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Publicação

O papel mediador do afeto negativo na relação entre a intensificação do trabalho e o equilíbrio entre a vida no trabalho e a vida extratrabalho

datacite.subject.fosCiências Sociais::Psicologia
datacite.subject.sdg08:Trabalho Digno e Crescimento Económico
dc.contributor.authorRocha, Ana Carolina Fernandes
dc.date.accessioned2026-02-04T14:45:14Z
dc.date.available2026-02-04T14:45:14Z
dc.date.issued2025-12-15
dc.descriptionDissertação de Mestrado apresentada no ISPA – Instituto Universitário para obtenção do grau de Mestre na especialidade de Psicologia Social e das Organizações
dc.description.abstractA intensificação do trabalho tem sido amplamente associada a consequências adversas para o bem-estar dos trabalhadores, nomeadamente ao nível do equilíbrio vida no trabalho e a vida extratrabalho (Abdoolla & Govender, 2017; Macky & Boxall, 2008). Neste contexto, a presente dissertação tem como objetivo analisar o papel mediador do bem-estar afetivo negativo na relação entre a intensificação do trabalho e o equilíbrio entre aqueles domínios da vida pessoal. Com base no Modelo das Exigências e Recursos Laborais (Demerouti e colaboradores, 2001; Bakker & Demerouti, 2017) e na Teoria da Conservação dos Recursos (Hobfoll, 1989, 2002), partiu-se do pressuposto de que a intensificação representa uma exigência laboral capaz de gerar desgaste emocional e afetar negativamente a conciliação entre a vida no trabalho e a vida extratrabalho. O estudo, de natureza correlacional e transversal, contou com a participação de 269 trabalhadores de diversas organizações. Os dados foram recolhidos através de um questionário online que incluiu escalas validadas de equilíbrio entre a vida no trabalho e a vida extratrabalho (Brough e colaboradores, 2014), intensificação do trabalho (Kubicek e colaboradores, 2015) e bem-estar afetivo negativo (Warr, 2013). A análise estatística foi realizada com recurso ao SPSS e à macro PROCESS 4.2 (Hayes, 2018). Os resultados reforçam que exigências laborais intensificadas comprometem o equilíbrio entre a vida no trabalho e a vida extratrabalho, tanto de forma direta como através do aumento de afetos negativos. As principais limitações dizem respeito ao delineamento transversal, à amostragem por conveniência e ao uso exclusivo de autorrelato; futuros estudos deverão recorrer a metodologias longitudinais e multi-fonte. Destacam-se implicações práticas para a gestão das cargas e ritmos de trabalho, o reforço de recursos organizacionais (autonomia, suporte da chefia) e a promoção da regulação emocional.por
dc.description.abstractWork intensification has been widely associated with adverse consequences for workers’ well-being, particularly regarding the balance between work life and non-work life (Abdoolla & Govender, 2017; Macky & Boxall, 2008). In this context, the present dissertation aims to analyze the mediating role of negative affective well-being in the relationship between work intensification and the balance between those domains of personal life. Based on the Job Demands–Resources Model (Demerouti et al., 2001; Bakker & Demerouti, 2017) and the Conservation of Resources Theory (Hobfoll, 1989, 2002), it was assumed that intensification represents a job demand capable of generating emotional strain and negatively affecting the reconciliation between work life and non-work life. The study, of a correlational and cross-sectional nature, included the participation of 269 workers from different organizations. Data were collected through an online questionnaire that included validated scales of work-life balance (Brough et al., 2014), work intensification (Kubicek et al., 2015), and negative emotions (Warr, 2013). Statistical analysis was carried out using SPSS and the PROCESS macro version 4.2 (Hayes, 2018). The results confirm that intensified job demands undermine the balance between work and nonwork life, both directly and through the increase of negative affect. Practical implications are highlighted for managing workloads and work pace, strengthening rganizational resources (such as autonomy and supervisory support), and promoting emotional regulation. The main limitations concern the cross-sectional design, the use of convenience sampling, and the exclusive reliance on self-report data. Future studies should employ longitudinal and multi-source methodologies.eng
dc.identifier.tid204120489
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.12/13851
dc.language.isopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectIntensificação do trabalho
dc.subjectEquilíbrio entre a vida no trabalho e a vida extratrabalho
dc.subjectBem-estar afetivo negativo
dc.subjectMediação
dc.subjectWork intensification
dc.subjectBalance between work and nonwork life
dc.subjectNegative
dc.titleO papel mediador do afeto negativo na relação entre a intensificação do trabalho e o equilíbrio entre a vida no trabalho e a vida extratrabalho
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
thesis.degree.nameMestrado em Psicologia Social e das Organizações

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