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Orientador(es)
Resumo(s)
Apresentamos um relato reflexivo, numa perspectiva teórica e prática, das investigações de
campo realizadas, no ano de 2014, com profissionais de uma escola pública do município de Belo
Horizonte/Brasil que possuía uma estudante travesti matriculada. A presença da estudante produziu
desestabilidades na estrutura hierárquica e hegemônica educacional calcada em critérios
classificatórios que invisibilizam e silenciam a diversidade sexual nos currículos e na própria
arquitetura escolar. Dentre os desafios encontrados no cotidiano escolar, destacamos o uso interpessoal
do nome (social) – aquele escolhido pelo sujeito, uma vez seu nome civil é incongruente à sua
identidade de gênero – e o uso do banheiro da escola por estudantes que não se enquadram no
binarismo masculino/feminino, se configurando como importantes analisadores institucionais do
universo educacional. Percebemos uma grande lacuna entre as políticas públicas educacionais que
funcionam como uma espécie de intervenção psicossocial na escola e prática social cotidiana entre
docentes e discentes.
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Editora
ISPA - Instituto Superior
