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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A universidade exige que os estudantes desenvolvam e utilizem estraté -
gias de estudo e de aprendizagem mais profundas e profícuas do que nos níveis
de ensino anteriores (Almeida, Araújo, & Martins, 2016). Durante o processo de
estudo e de aprendizagem emergem emoções académicas (Pekrun, 2014) e afeto
que interferem significativamente com a prestação dos estudantes. Identificar
aspetos afetivos e de regulação emocional durante o estudo revela-se importante
para maximizar a aprendizagem (quer aumentando o afeto positivo potenciador
da aprendizagem quer diminuindo o afeto negativo de forma a não prejudicar
o estudo e a aprendizagem dos estudantes). Esta investigação qualitativa
teve por objetivo conhecer o que os estudantes de ensino superior sentem
enquanto estudam e quais as estratégias regulatórias que utilizam para lidar com
essas experiências emocionais. Os dados foram recolhidos através de entrevistas
semiestruturadas realizadas a 48 estudantes e tratados através de análise de
conteúdo. Os resultados mostraram que as experiências afetivas dos estudantes
se caracterizam por variabilidade emocional e diferenciação em termos de presença/
ausência de gosto, vivência de dificuldade e regulação afetiva. Conclui-se
que apesar dos estudantes mobilizarem estratégias emergem poucas estratégias
de regulação emocional para lidarem com o muito que sentem enquanto estudam.
Propostas de intervenção são deixadas nas conclusões deste trabalho.
Descrição
Palavras-chave
Estudo Ensino superior Emoções académicas Regulação emocional
Contexto Educativo
Citação
In Monteiro, V., Mata, L., Martins, M., Morgado, J., Silva, J., Silva, A., & Gomes, M. (Orgs.). Educar hoje: Diálogos entre psicologia, educação e currículo (xxx-xxx). Lisboa: Edições ISPA.
