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Orientador(es)
Resumo(s)
Assumindo tensões, conflitos e ambiguidades, uma tendência ideológica
mais progressista advoga a favor de uma autoavaliação de escola assente no
pressuposto de que este processo pode ser um exercício da democracia participativa
e um espaço de confronto de diferentes racionalidades, do qual resultarão as soluções
negociadas sobre aquilo que a escola deverá fazer em prol do seu desenvolvimento
e da sua melhoria, reclamando mais envolvimento e responsabilidade de toda a
comunidade, bem como o compromisso dos diferentes atores e a partilha de valores
e de objetivos comuns, sustentando a prestação de contas em valores essenciais
como a justiça, a transparência, o direito à informação, a participação e a cidadania.
Assim, centrados no processo de autoavaliação da organização escolar, no papel da
equipa de autoavaliação, na forma como se constrói e divulga o dispositivo de
autoavaliação, procuramos desenvolver a nossa pesquisa na expetativa de Conhecer
e descrever as representações dos professores relativamente à equipa de
autoavaliação e ao impacto desta equipa sobre o seu desempenho enquanto docentes.
O trabalho desenvolvido envolveu um estudo quantitativo, com recurso à aplicação
de um questionário. Foi possível concluir que a existência da equipa de
autoavaliação potencia o processo, no sentido em que o torna mais organizado e
sistematizado, sendo que a equipa deve usufruir de condições que facilitem o seu
desempenho, muito embora reconheçam que nem sempre as suas práticas dele
beneficiam.
Descrição
Palavras-chave
Autoavaliação Equipas de autoavaliação Desempenho docente
Contexto Educativo
Citação
In Monteiro, V., Mata, L., Martins, M., Morgado, J., Silva, J., Silva, A., & Gomes, M. (Orgs.). Atas do XIV Colóquio Internacional de Psicologia e Educação (59-73). Lisboa: Edições ISPA.
Editora
Edições ISPA
