Browsing by Author "Almeida, Rita Alexandra de Sousa"
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- Qualidade de vida e psicopatologia. Contributos para a validação do SCL-90 numa amostra clínica de adultos portugueses.Publication . Almeida, Rita Alexandra de Sousa; Trigo, MiguelA presente investigação enquadrou-se num projeto mais alargado de validação do Symptoms Checklist 90 (SCL-90) para a população adulta portuguesa, tendo como objetivo geral estudar a relação entre psicopatologia e a qualidade de vida. Para tal, a investigação foi dividida em três estudos. O primeiro focou-se na fase final da adaptação linguística e cultural do SCL-90. O segundo, avaliou a fiabilidade e a validade convergente e divergente do instrumento. O terceiro estudo avaliou a perceção da qualidade de vida nos indivíduos com diagnóstico de perturbação psicológica. O Estudo 1 é de tipo qualitativo e centrou-se na realização de um grupo focal, composto por finalistas de Mestrado em Psicologia Clínica. O objetivo foi discutir um conjunto selecionado de itens para a versão final do SCL-90. Os Estudos 2 e 3, são de tipo quantitativo, observacional e transversal, envolveram uma amostra clínica de adultos portugueses, com diagnóstico de perturbação psicológica, recrutados na Unidade Local de Saúde de São José, em Lisboa. O Estudo 2 focou-se na análise da consistência interna do SCL-90, bem como na sua validade convergente com a Perceived Stress Scale-10 (PSS-10) e na validade divergente com o Mental Health Inventory (MHI-38) e o World Health Organization Quality of Life-Bref (WHOQOL-Bref). O Estudo 3 centrou-se na comparação da perceção de qualidade de vida, em função dos diagnósticos clínicos e de características sociodemográficas. Os resultados do Estudo 1 contribuíram para a versão final da adaptação linguística e cultural do SCL-90 para a população adulta portuguesa. O Estudo 2 disponibilizou dados preliminares acerca da qualidade psicométrica do instrumento, onde confirmou a fiabilidade interna do SCL-90 e a sua validade convergente (PSS-10) e divergente (MHI-38 e WHOQOL-Bref), indicando que uma maior sintomatologia está associada a níveis mais elevados de stresse e a menor bem-estar. O Estudo 3 contribuiu para compreender a relação entre a psicopatologia e a perceção da qualidade de vida, revelando diferenças significativas de género e entre grupos clínicos.
