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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Saudade-lembrança e desejo; presença-ausente,
sentimento revelador do amor às pessoas e coisas
perdidas ou afastadas que acabam por viver na
memória e no sentir de quem as ama, como na
quadra popular:
«Quem disser que a vida acaba
Digo-lhes eu que nunca amou
Quem morre e deixa saudades
Nunca a vida abandonou»
Sentimento salutar, índice de requintada
sensibilidade e de um normal desenvolvimento
afectivo, pode tornar-se patológico, dificultar o
investimento de novos objectos e aproximar-se da
depressão, num «gosto amargo de infelizes» ou no
«delicioso pungir de acerbo espinho» do poema de
Garrett, ou como diz Camões: «Sem ti, tudo me enoja
e aborrece».
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Análise Psicológica, 7 (4), 533-536
Editora
Instituto Superior de Psicologia Aplicada
