Linck, Ieda Márcia DonatiBrutti, ElizaneCamargo, Maria Aparecida Santana2017-06-032017-06-032012In L. Mata, F. Peixoto, J. Morgado, J. C. Silva & V. Monteiro (Eds.), Actas do 12.º Colóquio Internacional de Psicologia e Educação: Educação, aprendizagem e desenvolvimento: Olhares contemporâneos através da investigação e da prática (pp. 404-407). Lisboa: ISPA - Instituto Universitário978-989-8384-15-7http://hdl.handle.net/10400.12/5524O presente texto tem por objetivo analisar o discurso sobre o sujeito professor constituído nos documentos oficiais que normatizam o ensino no Brasil. Para tanto, buscamos quatro recortes discursivos (RDs), retirados das Leis 4.024/61, 5.540/69, 9.394/96 e dos Parâmetros Curriculares Nacionais (1998). Analisando as condições de produção desses documentos, bem como os efeitos de sentidos que estes causam/alteram, é possível observar que a cada promulgação de um novo documento oficial, há dizeres sobre o sujeito professor que se diferenciam, capaz de influenciar o imaginário constituído nesse documento, mas não de modificálo totalmente, uma vez que, “o dizer sobre” se constitui a partir da dinâmica que rege esse movimento, pela ideologia e que não ocorre de uma forma linear, mas em um movimento que lembra uma espiral, figura representada por um fio, contínuo, que a partir do ponto central, vai crescendo, se alimentando, por ir agregando novas informações e concepções, entre outros fragmentos desprendidos da sociedade e dos momentos históricos dessa mesma sociedade; assim, a espiral cresce, afastando-se do centro sem, entretanto, se desligar do ponto inicial, onde se inicia o recorte do nosso estudo.porO dizer sobre o sujeito professor nos documentos oficiais: De onde vem isso?conference object