Gaitas, SérgioSilva, Inês Martins da2026-03-022026-03-022025-12-18http://hdl.handle.net/10400.12/13896Dissertação de Mestrado apresentada no ISPA – Instituto Universitário para obtenção de grau de Mestre na especialidade de Psicologia EducacionalA inclusão na educação pré-escolar é facilitada pela presença constante dos educadores na vida das crianças, que ao satisfazerem as suas necessidades individuais, promovem o sucesso escolar, a aprendizagem ao longo da vida e garantem o seu envolvimento nas atividades escolares. No entanto, em Portugal ainda existe um grande percurso a percorrer face à inclusão de crianças na educação pré-escolar, pois os apoios prestados às crianças para satisfazer as suas necessidades ainda é insuficiente e existe uma carência de formação dos educadores na área da educação inclusiva. Porém, o bem-estar das crianças e a qualidade de práticas pedagógicas inclusivas podem ser afetadas pelas atitudes e o nível de autoeficácia dos educadores, o que pode criar impedimentos na inclusão de crianças na educação pré-escolar. Face a isto, o presente estudo pretendeu explorar as atitudes e os níveis de autoeficácia dos educadores relativamente à educação inclusiva, através de um Questionário Q-Sort. O estudo contou com a participação de 29 educadores, entre os 21 e os 65 anos (M = 44.11; DP = 15.531). Nos resultados foram identificados três perfis de educadores: (1) Fator 1 – Defensores da inclusão com uma prática insegura; (2) Fator 2 – Defensores de uma inclusão seletiva com uma prática eficaz e (3) Fator 3 – Defensores da inclusão com uma prática desafiadora. Deste modo, esta investigação procura contribuir para o desenvolvimento de estratégias direcionadas para melhorar a preparação e o apoio dos educadores para práticas inclusivas no contexto educativoInclusion in early childhood education is facilitated by the constant presence of educators in children's lives, who, by meeting their individual needs, promote academic success, lifelong learning, and ensure their involvement in school activities. However, in Portugal there is still a long way to go regarding the inclusion of children in early childhood education, as the support provided to children to meet their needs is still insufficient and there is a lack of training for early childhood educators in the area of inclusive education. However, the well-being of children and the quality of inclusive pedagogical practices can be affected by the attitudes and self-efficacy levels of early childhood educators, which can create obstacles to the inclusion of children in preschool. In light of this, the present study aimed to explore the attitudes and self-efficacy levels of early childhood educators regarding inclusive education, using a Q-Sort Questionnaire. The study included 29 educators, aged between 21 and 65 years (M = 44.11; SD = 15.531). The results identified three educator profiles: (1) Factor 1 – Advocates of inclusion with insecure practice; (2) Factor 2 – Advocates of selective inclusion with effective practice; and (3) Factor 3 – Advocates of inclusion with challenging practice. Thus, this research aims to contribute to the development of strategies aimed at improving early childhood educators' preparation and support for inclusive practices in the educational contextporEducação inclusivaEducação pré-escolarEducadoresAtitudesNível de autoeficácia: Inclusive educationEarly childhood educationEarly childhood educatorsAttitudesSelf-efficacyAtitudes e nível de autoeficácia dos educadores face à educação inclusivamaster thesis204135753