Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/859
Título: O impacto do aleitamento materno no bem-estar e saúde geral da criança
Autor: Rocha, Ana Margarida Alves
Palavras-chave: Psicologia clínica
Psicologia da saúde
Gravidez
Aleitamento
Desenvolvimento
Crenças de saúde
Bem-estar
Saúde
Clinical psychology
Health psychology
Pregnancy
Breast-feeding
Development
Health beliefs
Well-being
Health
Data de Defesa: 2007
Editora: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Resumo: A assumpção generalizada e da Organização Mundial de Saúde (OMS) da imprescindibilidade da amamentação durante os primeiros seis meses de vida da criança não é confirmada pela literatura, uma vez que toda a empíria disponível se centra em efeitos benéficos muito particulares do aleitamento materno. Esta investigação tem como objectivo avaliar se a prática da amamentação decorre de uma crença de saúde ou dos seus benefícios reais para a saúde e bem-estar das crianças. O estudo, de carácter comparativo e correlacionai, assenta na análise de conteúdo de 300 fichas clínicas de crianças de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os zero e cinco anos, facultadas por diferentes pediatras que se disponibilizaram a participar no estudo. Foi construída uma grelha de análise onde consta informação global da criança, as características do aleitamento e um instrumento de avaliação da saúde geral, do desenvolvimento e das alterações comportamentais das crianças. De acordo com os resultados obtidos, para a variável tipo de alimentação não se observam diferenças estatisticamente significativas ao nível da classificação da saúde, do desenvolvimento psicomotor e evolução estaturo-ponderal e ainda das alterações comportamentais (parasómias, perturbações alimentares, perturbações do comportamento, perturbações da linguagem e dificuldades na adaptação social) (p < 0.05). Dos outros aspectos relacionados com a saúde (ocorrência de internamentos, consultas de especialidade e/ou terapias e intervenções cirúrgicas), apenas se observa significância estatística ao nível da ocorrência de internamentos {X2 (2) = 6.390; p = 0.039; N = 300). No caso da variável duração do tipo de alimentação, também só se verifica a existência de uma associação estatisticamente significativa na ocorrência de internamentos, mas só para o leite materno (V = 0.240; p = 0.023; N = 194). Assim sendo, parece não existir uma correlação estatisticamente significativa entre o aleitamento materno e a saúde e bem-estar gerais das crianças, constituindo-se antes como uma crença de saúde, decorrente dos seus benefícios percebidos, mais do que dos benefícios reais. Palavras-chave: aleitamento materno; saúde; desenvolvimento; crenças de saúde
Descrição: Dissertação de Mestrado em Psicologia da Gravidez e da Parentalidade
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/859
Aparece nas colecções:PSAU - Dissertações de Mestrado

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
DM ROCH1.pdf6,97 MBAdobe PDFVer/Abrir


FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpace
Formato BibTex MendeleyEndnote Degois 

Todos os registos no repositório estão protegidos por leis de copyright, com todos os direitos reservados.