Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/702
Título: Comportamentos parentais e recurso às urgências pediátricas: Estudo do stresse parental, percepção de vulnerabilidade infantil e esforço económico familiar
Autor: Mixão, Maria de Lurdes Gonçalves
Palavras-chave: Psicologia da saúde
Atitudes parentais
Stress
Pediatria
Instrumentos
Vulnerabilidade
Urgência pediátrica
Health psychology
Parental attitudes
Pediatrics
Instruments
Vulnerability
Pediatrics urgence
Data de Defesa: 2007
Editora: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Resumo: Os comportamentos parentais são influenciados por múltiplas causas nomeadamente o stresse parental, a percepção de vulnerabilidade infantil e variáveis sócio-demográficas, tais como o estatuto sócio-económico. Relacionado com isto está a utilização inadequada dos serviços de saúde, mais concretamente dos serviços de urgência pediátrica, que nos últimos tempos tem gerado alguma preocupação e acarreta implicações importantes quer ao nível dos custos quer ao nível da qualidade do atendimento. São vários os estudos que referem que elevados níveis de stresse parental, elevados níveis de percepção de vulnerabilidade infantil e um baixo estatuto sócio-económico reduzem a capacidade de prestação de cuidados adequados à criança aumentando assim, a utilização dos serviços de urgência de pediatria. A presente investigação, pretende-se averiguar se os pais que recorrem com os seus filhos ao serviço de urgência de pediatria revelam elevados níveis de percepção de vulnerabilidade infantil e quais os níveis de stresse e de esforço económico familiar, e, se estes níveis estão relacionados com variáveis sócio-demográficas da criança. Pretende ainda averiguar, quais as causas que motivaram a ida ao serviço de urgência e o motivo da escolha daquele serviço de urgência em particular. A amostra é constituída por 416 participantes, pais e mães de crianças que recorreram ao Serviço de Urgência de Pediatria (SUP) do Hospital de Santa Maria (HSM). Os instrumentos utilizados, foram a "Escala de Percepção de Vulnerabilidade Infantil", para avaliar a percepção de vulnerabilidade da criança; a "Escala de Stresse Parental", para avaliar os níveis de stresse parental; a "Escala de Esforço Económico Familiar", para avaliar os níveis de esforço económico da família, e, um questionário para recolha de informação sócio-demográfica e averiguação das causas que levaram os pais a recorrerem com as crianças ao serviço de urgência e o motivo da escolha daquele serviço. Os resultados revelaram baixos níveis de percepção de vulnerabilidade infantil, baixos níveis de stresse parental e não foram encontrados elevados níveis de esforço económico familiar. Também não se verificou nenhum efeito estatisticamente significativo entre os resultados das três escalas e as variáveis sócio-demográficas da nossa amostra. Verificou-se que a maioria (29,3%) das crianças que recorrem ao SUP é por febre, cefaleias, para fazerem análises laboratoriais, ou porque os pais estavam preocupados com a sua saúde. A maioria (25,7%) escolheu o SUP do HSM por ser considerado o hospital da sua área de residência, 13,2% por estarem satisfeitos com o atendimento e 12,0% pela diferenciação técnica.
Descrição: Dissertação de Mestrado em Psicologia da Saúde
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/702
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