Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/679
Título: Avaliação da imagem corporal e depressão em pacientes com insuficiência cardíaca
Autor: Maximiano, Janete
Palavras-chave: Psicossomática
Depressão
Imagem corporal
Perturbações alimentares
Instrumentos
Psychosomatics
Depression
Body image
Eating disorders
Instruments
Data de Defesa: 2008
Editora: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Resumo: O objectivo deste estudo é identificar quais são as dimensões da imagem corporal mais desvalorizados nos pacientes com insuficiência cardíaca (NYHA I, II, III). Acredita-se que a percepção negativa da imagem corporal poderá levar à desmotivação para participar num programa de reabilitação cardíaca, fazer exercício físico e gerir as actividades de vida diária ou outros factores promotores de qualidade de vida. Objectivos: - Avaliar a relação dos sintomas depressivos e percepção da imagem corporal; - Avaliar quais das dimensões da imagem corporal se encontram mais perturbadas era relação ao diagnóstico e sintomas depressivos. Métodos: A amostra foi recolhida no service de cardiologia do Hospital Fernando Fonseca e consiste num grupo de 22 pacientes (N=22). Foram aplicados os questionários Multidimensional Body-Self Relations Questionnaire (MBSRQ, Cash, T.) e Beck Depression Inventory (BDI) Resultados: Foram encontradas cotações baixas (em relação à media padrão) nas seguintes subescalas: Appearance Evaluation (< 3,49), Appearance Orientation (< 3,6), Fitness Evaluation {.< 3.72), Fitness Orientation (< 3,41), Health Evaluation (< 3,95), Health Orientation << 3,61) e Body Areas Satisfaction {< 3,5). No que diz respeito à subescala IIlness Orientation, verifica-se que mais do que a média da amostra, demonstra estar em alerta ou ser reactiva aos sintomas físicos da doença. Observou-se também que 9,1% dos pacientes não se encontra deprimido, 45,5% está ligeiramente deprimido, 36,4% está moderadamente deprimido e 9,1% está severamente deprimido. Conclusões: A maioria dos pacientes demonstra cotações baixas na maioria das dimensões avaliadas pelo MBSRQ. Os indivíduos do sexo masculino atribuem cotações mais positivas à aparência física do que as dos indivíduos do sexo feminino, mas não se encontram diferenças significativas nas respostas entre sexos. Quase metade da amostra está ligeiramente deprimida e as mulheres apresentam mais sintomas depressivos do que os homens. Não foram encontradas diferenças significativas nas respostas entre indivíduos de classes NYHA diferentes. Foram encontradas as seguintes correlações significativas: Idade e Educação e Ocupação; Sexo e diagnóstico NYHA; Avaliação da Aparência e Estado Civil e Preocupação sobre o Peso; Orientação para a Aparência e Depressão; Avaliação da Condição Física e Orientação para a Doença; Satisfação pelas áreas corporais e Classificação do Peso; Orientação para a Doença e Ocupação; Depressão e Avaliação da Aparência.
Descrição: Dissertação de Mestrado em Psicossomática
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/679
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