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dc.contributor.authorSeixas, Íris-
dc.contributor.authorBarbosa, Miguel-
dc.contributor.authorFuertes, Marina-
dc.date.accessioned2017-12-28T12:19:20Z-
dc.date.available2017-12-28T12:19:20Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.citationAnálise Psicológica, 35(4), 469-485 doi: 10.14417/ap.1280pt_PT
dc.identifier.issn0870-8231-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.12/6044-
dc.description.abstractLogo apos o nascimento o recém-nascido apresenta comportamentos instintivos de auto-regulação que lhe permitem controlar as suas respostas motoras e vegetativas isolando-se de estímulos perturba - dores, organizando-se face ao stress e iniciando ou terminando a interacção com os pais. Estes comportamentos evoluem ao longo do primeiro ano de vida. A partir dos 3 meses estes comporta - mentos parecem organizar-se em estilos comportamentais e ter um peso moderado na qualidade da vinculação mãe-filho(a). No intuito de estudar os processos de auto-regulação do bebe e o papel materno na interacção, observamos 98 bebes (46 meninas, 51 primíparos, nascidos com mais de 36 semanas de gestação) e as suas mães, na situação experimental Still-Face aos 3 e aos 9 meses. O comportamento dos bebes foi classificado ou descrito quanto a sua forma de organização comporta - mental (e.g., capacidade de recuperação apos o episodio do Still-Face) e o comportamento materno quanto a qualidade do envolvimento e ao nível de intrusividade. Os resultados indicam diferenças individuais na auto-regulação do bebe, das quais descrevemos e apresentamos 3 padrões de organização de resposta subdivididos em sub-padrões comportamentais associados. Estas formas de auto-regulação apresentam uma elevada associação com as respostas maternas, género do bebe e paridade. Os dados deste estudo suportam a tese de que a auto-regulação infantil resulta da capacidade de mobilização dos recursos do bebe e da resposta que recebe para apoiar os seus esforços.pt_PT
dc.description.abstractShortly after birth, newborns exhibit instinctive behaviors of self-regulation allow them to control their motor responses, isolating himself from disturbing stimuli, deal with overwhelm events and starting or ending interactions with their parents. These behaviors get refine and become more complex during the first year of life. At 3 months, these behaviors are organized into behavioral styles and have a moderate impact on mother-infant attachment status. In order to better study infant self-regulation and maternal contributions, 98 infants (46 girls, 51 firstborn, IG over than 36 weeks) and their mothers were observed in the Face-to-Face Still-Face paradigm at 3 and 9 months. Infant styles and patterns of self-regulation were observed as well as maternal interactive behavior. The findings indicate individual differences in infants’ self-regulation described in 3 patterns of selfregulation. These forms of self-regulation have a high association with maternal responses, infant gender and parity. Our findings support the thesis that infant self-regulation results of infant ability to organize their internal resources together with maternal ability to support infant regulatory behavior.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherISPA – Instituto Universitáriopt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_PT
dc.subjectAuto-regulação infantilpt_PT
dc.subjectContributo maternopt_PT
dc.subjectStill-Facept_PT
dc.subjectInfant self-regulationpt_PT
dc.subjectMaternal behaviorpt_PT
dc.titleContributos para a auto-regulação do bebé no paradigma face-to-ace still-facept_PT
dc.typearticlept_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
degois.publication.firstPage469pt_PT
degois.publication.issue35pt_PT
degois.publication.lastPage485pt_PT
degois.publication.locationLisboapt_PT
degois.publication.titleAnálise Psicológicapt_PT
dc.relation.publisherversionhttp://publicacoes.ispa.pt/index.php/ap/article/view/1280pt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.identifier.doi10.14417/ap.1280pt_PT
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