Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/598
Título: Relações de vinculação em crianças com dermatite atópica
Autor: Lavado, Ana Maria
Palavras-chave: Psiconeuroimunologia
Vinculação
Dermatites
Stress
Personalidade
Instrumentos
Psychoneuroimunology
Attachment behaviour
Dermatits
Personality
Instruments
Data de Defesa: 2008
Editora: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Resumo: As investigações sobre a relação de vinculação da criança à sua figura cuidadora, têm revelado importantes implicações no seu desenvolvimento futuro, tanto ao nível do relacionamento interpessoal, como das características pessoais, nomeadamente, capacidade para lidar com situações problemáticas, auto-estima, auto-confiança, entre outras (Soares, I., 2007). As perturbações desta relação, poderão contribuir para uma maior vulnerabilidade à doença física e psicológica. A dermatite atópica é uma doença paradigmática para a compreensão da interface entre o físico e o psicológico, havendo algum consenso acerca da responsabilidade do sistema imunológico no desencadear da mesma. Sabe-se hoje que existem relações mútuas entre este sistema e o sistema nervoso central, as quais poderão clarificar a forma como os factores psicológicos interferem na evolução sintomática desta doença (Buske-Kirchbaum, A., Geiben, A,, & Helhammer, D. 2001). Os objectivos do presente estudo foram: verificar se existia uma preponderância das dimensões de vinculação ansiosa/ambivalente e evitante nas crianças com dermatite atópica e verificar se estas e os seus pais apresentavam sintomatologia psicopatológica. Foi utilizada uma abordagem qualitativa, tendo sido analisados casos de cinco crianças, de 9 e 10 anos de idade, com dermatite atópica. A informação foi recolhida através de entrevistas aos pais e às crianças e através da aplicação de provas psicológicas. Os resultados obtidos acerca da dimensão de vinculação não foram suficientemente consistentes. Todavia, as crianças com dermatite atópica mais grave apresentaram uma vinculação ansiosa/ambivalente ou evitante, o que poderá ser indiciador do agravamento da doença em situações de maior fragilidade na relação pais-criança. Por último, foi possível verificar a existência de psicopatologia, tanto nas crianças, como nos seus pais. Todas as crianças apresentaram sintomatologia ansiogénica e cinco pais revelaram sintomas depressivos. Estes sintomas poderão ser pré-mórbidos ou consequência da própria doença.
Descrição: Dissertação de mestrado em Psicossomática
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/598
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