Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/566
Título: A inteligência emocional em jovens estudantes do 12º ano de escolaridade: Um estudo exploratório
Autor: Gonçalves, Marta O. S. Mosca
Palavras-chave: Psicologia educacional
Inteligencia emocional
12º ano de escolaridade
Ambiente escolar
Personalidade
Instrumentos
Educational psychology
Emotional intelligence
12 Grade level
School environment
Personality
Instruments
Data de Defesa: 2006
Editora: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Resumo: O presente trabalho teve como principal objectivo a tradução, adaptação e validação de provas de inteligência emocional a jovens adolescentes portugueses. Adjacente a este propósito estiveram os objectivos de procurar relações entre a inteligência emocional e a inteligência gerai, a idade, o género, o agrupamento frequentado no ensino secundário, a área profissional preferida e a atitude face à exploração da carreira. O sujeito de inteligência emocional foi apresentado em 1990 por Mayer e Salovey, mas foi popularizado cinco anos depois num livro com o título "Inteligência Emocional", de Daniel Goleman. Actualmente, existem duas grandes correntes teóricas sobre a inteligência emocional, nas quais esta é interpretada, por um lado, como uma aptidão (Mayer & Salovey, 1997) e, por outro lado, como um traço de personalidade (Bar-On, 1997; Goleman, 1995, 1998). Para atingir os objectivos propostos, traduziram-se provas de inteligência emocional, ambas de tipo self-report, após o que se procedeu à sua adaptação e validação. As escalas traduzidas foram aplicadas a uma amostra de jovens estudantes do 12° ano de escolaridade de cursos secundários gerais, bem como o teste que fornece um índice de inteligência geral e um questionário com informação diversa acerca do percurso académico. Os resultados obtidos revelaram que não existiam diferenças significativas nos resultados médios de inteligência emocional entre os jovens adolescentes dos diferentes agrupamentos dos cursos secundários gerais. No entanto, foram encontradas diferenças de inteligência emocional entre jovens que pretendiam seguir áreas profissionais relacionadas com o Serviço Social e os que não tinham essa pretensão. Também foi possível verificar uma relação entre a atitude face à exploração de carreira e a inteligência emocional. Não se encontrou qualquer relação entre a inteligência emocional e a inteligência geral, nem diferenças nos resultados médios entre géneros para ambas as escalas. No entanto, foi detectada uma diferença significativa entre faixas etárias para uma das escalas. Estes dados permitem-nos usar o conceito de inteligência emocional de modo a, num contexto de orientação vocacional, diferenciar os jovens adolescentes, não apenas por agrupamento frequentado, mas também de acordo com a área profissional pretendida. Assim sendo, os jovens adolescentes com intenção de prosseguir carreira em áreas associadas ao Serviço Social têm tendencialmente maior nível de inteligência emocional do que os restantes. Por outro lado, quanto mais elevada for a inteligência emocional, mais favorável é a atitude face à exploração da carreira. Será interessante traduzir e adaptar provas de aptidão de inteligência emocional, com um tipo de prova diferente das de self-report, de modo a poder testar as mesmas hipóteses. Possivelmente se deparará com diferenças no que se refere à relação entre inteligência emocional com a inteligência geral, bem como diferenças de inteligência emocional entre faixas etárias e géneros. Urge também o interesse em aplicar as escalas traduzidas a outras faixas etárias, de modo a alargar a sua adaptação, bem como para comparar com os resultados deste estudo.
Descrição: Dissertação de Mestrado em Psicologia Educacional
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/566
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