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Título: Portuguese juvenile delinquents: An exploratory study from a sample of institutionalized young offenders
Autor: Morgado, Alice Murteira
Dias, Maria da Luz Vale
Palavras-chave: Antisocial behaviour
Adolescence
Delinquency
Comportamento antissocial
Adolescência
Delinquência
Data: 2017
Editora: ISPA - Instituto Universitário
Citação: Análise Psicológica, 35(2), 157-170. Doi:10.14417/ap.1219
Resumo: Severe antisocial behaviour in adolescence is a matter of concern in every society, especially when it translates in juvenile delinquency that persists through adulthood. In this study, we asked a sample of 121 institutionalized male juvenile offenders (between 14 and 20 years old) to fill several self-report measures to understand young delinquents and their social and academic conditions, behaviour, and individual dispositions. Results reveal peculiarities on academic achievement, socioeconomic status and family size. Analysis confirmed the role of personality, self-concept, self-control and family environment on antisocial scores, especially psychoticism, neuroticism, social conformity, and family environment. Different behavioural subtypes reflect differences in psychoticism, antisocial behaviour and family environment. However, there were no correlations between antisocial tendency and age, school year or family size. Our paper contributes to existing knowledge that supports intervention approaches, stressing that, unlike age, school year or family size, different types of behaviour may require differentiated interventions.
A questão dos comportamentos antissociais graves na adolescência é motivo de preocupação social, especialmente quanto se traduzem em delinquência juvenil que persiste pela idade adulta. No sentido de estudar as características de jovens delinquentes assim como as suas condições sociais e académicas e o seu comportamento e disposições individuais, foi solicitado o preenchimento de diversos questionários de autorrelato a uma amostra de 121 jovens delinquentes a cumprir medida de internamento em Centros Educativos (entre os 14 e os 20 anos de idade). Os resultados revelam particularidades relativamente ao percurso escolar, nível socioeconómico e estrutura familiar. As análises realizadas confirmaram o papel da personalidade, autoconceito, autocontrolo e ambiente familiar na tendência antissocial, destacando-se o papel do psicoticismo, neuroticismo, conformidade social e ambiente familiar. Foi ainda possível confirmar diferenças no psicoticismo, tendência antissocial e ambiente familiar entre jovens com diferentes tipos de comportamentos antissociais. Não foi, todavia, possível confirmar a existência de correlações entre tendências antissociais e idade, ano de escolaridade ou dimensão da fratria. Este estudo oferece um contributo adicional para defesa de diferentes abordagens interventivas, destacando que, apesar da uniformidade na tendência antissocial e disposições individuais em termos etários, escolares e familiares, indivíduos com comportamentos antissociais distintos poderão beneficiar de intervenções diferenciada.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/5602
DOI: 10.14417/ap.1219
ISSN: 0870-8231
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