Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/5134
Título: Resposta coletiva compassiva: Impacto de estrutura e missão organizacional
Autor: Araújo, Maria
Marujo, Helena Águeda
Lopes, Miguel Pereira
Palavras-chave: "Estrutura flexível”
Missão
Práticas organizacionais
Compaixão coletiva
“Flexible structure”
Mission
Organizational practices
Collective compassion
Data: 2016
Editora: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Citação: Análise Psicológica, 34, 293-308. Doi: 10.14417/ap.939
Resumo: A capacidade coletiva compassiva tem claras implicações no desempenho e no bem-estar dos indivíduos no contexto organizacional (Lilius, Worline, Maitlis, Kanov, Dutton, & Frost, 2008). O presente estudo tem como objetivo descrever a forma como o efeito combinado de práticas e características de flexibilização de estrutura organizacional contribuem para o aumento de respostas coletivas compassivas (RCC) em organizações com missão pró-social, quando comparadas com organizações cuja missão é focada na produtividade. Este objetivo tem como pressuposto que todas as organizações, independentemente da sua missão (pró-social vs. produtiva), podem ter a capacidade de se auto-organizar de forma compassiva para minimizar o sofrimento dos colaboradores, embora o possam fazer através de mecanismos diferentes. Esta resposta poderá, contudo, ser mais facilitada nas organizações com uma estrutura flexível e com valores culturais humanizados.
A compassionate collective capacity has clear implications on performance and well-being of individuals in the context of organizations (Lilius, Worline, Maitlis, Kanov, Dutton, & Frost, 2008). This study aims to describe how the combined effect of organizational and structural characteristics of flexibility practices contributes to the increase of compassionate collective responses (in organizations with pro-social mission vs. mission focused on productivity). This objective presupposes that regardless of their mission (prosocial vs. productive), all organizations may have the capacity to self-organize in a compassionate manner to minimize the suffering of employees, although they can do so through different mechanisms. This response may, however, be more facilitated in organizations with a flexible and humanized cultural values.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/5134
DOI: 10.14417/ap.939
ISSN: 0870-8231
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