Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/427
Título: As relações de amizade e a adaptação social ao pré-escolar
Autor: Cavaco, Ana Alexandra M. P.
Orientador: Veríssimo, Manuela
Palavras-chave: Psicologia educacional
Desenvolvimento social
Educação pré-escolar
Amizade
Instrumentos
Sociometria
Agressão
Educational psychology
Social development
Preschool education
Friendship
Sociometry
Aggression
Data de Defesa: 2002
Editora: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Resumo: Este estudo teve como objectivo avaliar em que medida as relações de amizade recíprocas influenciam a aquisição de competências sociais, aumentando o nível de adaptação social das crianças ao pré-escolar. Teve como universo populacional as crianças de três anos que frequentam o primeiro ano de jardim de Infância. A distribuição da amostra varia consoante a temática a avaliar: para a adaptação social, a amostra foi constituída por 115 sujeitos, sendo 52 do sexo masculino e 63 do sexo feminino. Para a sociometria, 93 sujeitos, 40 do sexo masculino e 53 do sexo feminino; por último, 24 sujeitos, 9 do sexo masculino e 15 do sexo feminino. No que diz respeito aos instrumentos, foram utilizados os seguintes: para a avaliação da Adaptação Social, utilizámos o Questionário de Adaptação Psico-Social da Criança - APSE (Strayer & Noel, 1990), para a avaliação das Amizades, utilizámos a técnica sociométrica das nomeações (Moreno, 1943) e por último, para avaliar as competências sociais, utilizámos a Escala, CCQS - Califórnia Child Q-Set (Block & Block, 1980). A análise estatística dos dados, procedeu-se em duas fases. A primeira fase diz respeito à análise individual de cada instrumento e a Segunda fase é relativa à análise correlacionai dos dados. Relativamente à Adaptação Social, procedemos ao cálculo das médias, desvio-padrão e alfas de cada uma das escalas, bem como as diferenças individuais relativas ao género dos sujeitos. No que diz respeito, às Competências Sociais, foram calculadas as médias e desvio-padrão de cada uma das escalas que constituem o instrumento, bem como as diferenças individuais relativas ao género dos sujeitos. Na avaliação das Amizades, foram calculados os valores do Impacto e da Preferência Social, bem como o número de amizades e antipatias recíprocas . Na segunda fase de análise, procedemos ao cálculo das correlações existentes entre as três medidas utilizadas. Relativamente, aos resultados, concluímos que as amizades recíprocas não são um factor determinante, mas facilitador da aquisição das competências sociais, desta forma não se confirma a primeira hipótese do estudo. Contudo, confirma-se que as crianças com amizades diádicas recíprocas têm menos comportamentos de risco, bem como que as crianças que estão mais adaptadas socialmente, têm menos comportamentos de risco, o que confirma a segunda e a terceira hipótese do estudo. Podemos dizer, que a competência social influencia os níveis de adaptação social das crianças, e que as antipatias recíprocas prejudicam a aquisição dessas competências, influenciando negativamente o desenvolvimento social das crianças.
Descrição: Dissertação de Mestrado em Psicologia Educacional
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/427
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