Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/4020
Título: Mitos/crenças e valores acerca da violação sexual, nos agentes de polícia de segurança pública
Autor: Bento, Andreia
Orientador: Carreiras, Maria Antónia Trigueiros de Castro
Palavras-chave: Mitos
Crenças
Vítimas
Violação
Polícias
Myths
Beliefs
Victims
Rape
Police officer’s
Data de Defesa: 2008
Resumo: O crime de violação contra as mulheres, tem vindo a ser considerado, a partir da década de setenta, um complexo problema de saúde pública. No entanto, pensa-se que o número declarado de vítimas, ainda está longe do número de casos reais. As crenças, os mitos e valores relativas a este crime, por parte dos agentes policiais, e da sociedade em geral, constituem-se como fortes obstáculos à denúncia, à condenação inequívoca do agressor, e ainda à recuperação psicológica e social da própria vítima. Os polícias constituem o primeiro elo de um longo processo e como tal a sua actuação reveste-se de uma importância acrescida. Para podermos agir sobre a nossa realidade, elegemos como objectivo deste estudo a análise das crenças, dos valores e mitos dos agentes policiais. Tivemos em consideração, nesta análise, a idade, o género sexual, o contacto ou não contacto com situações de violação e as habilitações literárias. Para atingirmos o nosso objectivo, recorremos a uma amostra de quarenta agentes policiais, da P.S.P. (vinte mulheres e vinte homens), da Esquadra de Policia, aos quais foi aplicado um questionário, constituído por dezanove itens relativos ao crime de violação. Da análise dos dados recolhidos, através deste estudo, verificamos que não existe uma aceitação significativa dos mitos de violação, por parte dos agentes policiais. Apesar, de estarem patentes a aceitação de determinados mitos. Verificamos que a idade e o género sexual influenciam na aceitação dos mitos de violação, as pessoas mais velhas e os homens tem crenças mais distorcidas acerca da violação. O contacto com situações de violação e o diferente grau de habilitações literárias, parecem não contribuir para uma percepção mais negativa da violação.
ABSTRACT: The crime of rape, against women, has been considerate a complex problem of health public, however the declared number of victims, still coming short of the real number of cases. The beliefs, myths and attitudes relating to this kind of crime by the police officer’s, and the society, constitute a strong barrier to the denunciation, unequivocal accusation of the rapists, and the social and psychological recover of the victim. The police officer’s are the first link of an extensive process, so their actuation assume an increase notability. To could act in our reality we elect, in our study, for purpose the analyze of myths, beliefs and values of the police officer’s. we have been in consideration, the age, the Sex, contact/no contact with the crime of rape and their graduation. To attain our objective, we used a sample of fourteen police officer’s (twenty women and twenty mans), from Police-Station. The analyze of the collected dates, in this study, we conclude that there aren’t a expressive acceptance of rape myths, by the police officer’s. In spite of, being patent the acceptance of some kind of myths. We confirm that age and sex have influence in the acceptance of rape myths. People with more age and mans have more distorsed beliefs about rape. The contact or not contact with rape and the graduation, apparently do not contribute to a more negative perception of rape.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada ao ISPA - Instituto Universitário
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/4020
Designação: Mestrado em Psicologia Clínica
Aparece nas colecções:PCLI - Dissertações de Mestrado

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