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Título: Os Médicos e a SIDA : Estudo exploratório das representações sociais da SIDA entre Clínicos Gerais, Psiquiatras, Infecciologistas, Cirurgiões e Dentistas
Autor: Teixeira, José A. Carvalho
Rasga, Bruno
Antão, Pedro
Costa, Vanda
Flores, Vilma
Marques, Isabel
Palavras-chave: SIDA
Médicos
Representações sociais
AIDS
Physicians
Social representations
Data: 1996
Editora: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Citação: Analise Psicológica, 14(2-3), 269-281
Resumo: As representacões que os médicos têm da SIDA podem ter consequências a 3 níveis: na qualidade dos cuidados de saúde que são prestados a sujeitos seropositivos para o VIH e a doentes com SIDA; no desempenho dos médicos enquanto transmissores de informação e conhecimentos sobre VIWSIDA e técnicos de saúde que influenciam atitudes e comportamentos dos outros; no papel que podem ter na prevenção da disseminação do vírus através da realização de aconselhamento de saúde @ré e pós-teste, por exemplo). Assim, neste artigo os autores apresentam os resultados de um estudo que incidiu sobre uma amostra de 245 médicos, sendo 105 Clínicos GeraidMédicos de Família, 30 Psiquiatras, 25 Infecciologistas, 25 Cirurgiões e 60 Dentistas, exercendo em serviços de saúde da região de Lisboa, com a finalidade de inves - tigar as diferentes práticas profissionais associadas a diferentes especialidades médicas podem ou não estar associadas a diferentes representações da SIDA. Verificou- se que, em geral, as inferências pessoais tendem a sobrepor-se aos conhecimentos científico-técnicos e que Infecciologistas e Psiquiatras evidenciam representações mais congruentes com a realidade quando comparados com Cirurgiões e Dentistas, que tendem para uma visão mais social e moralista da doença.
ABSTRACT: This article reports the results of an empirical investigation of physician’s social representations of AIDS. These representations could have consequences on health care quality, and on physician’s attitudes conceming HIV-infected subjects, persuasive messages about risk avoidance, behavior change, prevention and counselling. In thk study were considered 245 subjects: 105 General Pratitionners/Family Doctors, 30 Psychiatrists, 25 Infecciologists, 25 Surgeons and 60 Dentists. The results show a overlapping tendency of personal inferences, which are congruent with preexisting representations, in comparison with contents anchored in medical knowledge.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/3844
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