Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/354
Título: Representação cognitiva de paralisia cerebral: Implicações para o coping e stress parental
Autor: Belo, João Miguel Maurício Novo
Orientador: Leal, Isabel Pereira
Palavras-chave: Psicologia da saúde
Stress
Stress parental
Coping
Paralisia cerebral
Família
Intervenção
Instrumentos
Health psychology
Stress
Parental stress
Coping
Cerebral palsy
Family
Intervention
Data de Defesa: 2002
Editora: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Resumo: O objectivo deste estudo consiste em investigar quais são as representações cognitivas da Paralisia Cerebral (PC) em casais com filhos com esta condição e como estas podem influenciar o coping e o stress parental. Foi delineado um estudo exploratório transversal no qual participaram 73 casais de Pais (pais e mães) com filhos utentes de um Centro de Reabilitação de PC, numa amostragem de conveniência. Os Pais foram inquiridos através de questionário, num único momento de avaliação. As representações da PC foram estudadas através do Revised Illness Perception Questionnaire (IPQ-R), as estratégias de coping utilizando o Brief-COPE e o stress parental com recurso ao Questionnaire on Resources and Stress (QRS-F). Os resultados sugerem a aplicabilidade da abordagem cognitiva das representações de doença para a PC, tendo em conta as associações encontradas entre as suas diferentes componentes, semelhantes a outras investigações relativas a doenças crónicas. Pais e mães revelam padrões de associação muito semelhantes entre as várias componentes das representações da PC do filho, embora as mães possuam uma percepção emocional mais negativa da situação. Os resultados mostram que o mais forte preditor de stress parental é a representação das consequências da PC. A representação do controlo de tratamento e da coerência da doença explicam, em percentagens mais baixas, algumas dimensões de stress parental. A negação é a única estratégia de coping capaz de predizer o stress parental. Os resultados revelam, ainda, que as representações da PC do filho, partilhadas positivamente no seio do casal, têm um menor impacto ao nível do stress parental do que representações discordantes ou partilhadas negativamente. Os resultados obtidos são, na globalidade, aliciantes e deixam antever a possibilidade de delinear intervenções com casais de Pais, com base na abordagem das representações da PC dos filhos. Estas terão como objectivo facilitar a adaptação psicológica dos Pais a uma situação com um impacto devastador, como é o nascimento de um filho com deficiência.
Descrição: Dissertação de mestrado em Psicologia da Saúde
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/354
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