Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/3125
Título: Obstetricians presenting amniocentesis to pregnant women : Practice observed
Autor: Martheau, Theresa M.
Plenicar, Mariana
Kidd, Jane
Data: 1995
Editora: ISPA - Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Citação: Análise Psicológica, 13 (1-2), 265-276
Resumo: The aim of this study is to describe how obstetricians present amniocentesis to women eligible because of their age and hence increased likel a hood of having a child with Down’s syndrome and other chromosome abnormalities. Routine antenatal consultations between 25 women and 17 doctors were tape recorded. Presentations focused upon the risks of fetal abnormality, and the risks of pregnancy loss following amniocentesis. The word risk was used to denote probability and frequently used in conjunction with words to denote value. Although obstetricians frequently presented probabilistic information, this tended to be presented in a binary fashion, that is, as denoting either high or low risk. Equivalent probabilities were described as low in connection with fetal loss, and high in connection with Down’s syndrome. The probabilities of these two events were contrasted on half of the occasions when they were presented. Implicit in obstetricians’ presentations of amniocentesis was an assumption that all women would or should undergo the procedure. Information concerning the range of conditions detected at routine amniocentesis were infrequently mentioned and never described. The results of this descriptive study illustrate that information germane to decisions of whether to undergo amniocentesis is frequently presented in such a way as to encourage uptake of the test, rather than to foster informed decision-making.
O objectivo deste estudo é descrever como os obstetras apresentam a amniosintese a mulheres que por causa da idade, têm uma probabilidade elevada de ter uma criança com sindrome de Down, ou com outra anormalidade cromossómica. Consultas de rotina prénatal foram gravadas entre 25 mulheres e 17 médicos. A apresentação do teste focou-se em relação aos riscos de anomalia fetal, e aos riscos de perda do feto a seguir a amniosintese. A palavra «risco» foi usada para designar probabilidade e foi frequentemente usada em conjunto com palavras para designar valor. Ainda que os obstetras tenham apresentado frequentemente informação probabilistica, esta foi apresentada de forma binária, isto é, designando alto ou baixo risco. Da mesma maneira, as probabilidades foram descritas como baixas em relação à perda do feto, e altas em relação ao sindrome de Down. As probabilidades destes dois eventos foram contrastadas em metade das ocasiões em que foram apresentadas. Na apresentação da amniosintese feita pelos obstetras, estava implicita a suposição de que todas as mulheres deviam ser submetidas ao teste. Informação relativa ao leque de possiveis anomalias detectáveis pela amniosintese, não foi mencionada frequentemente, e as anomalias nunca foram descritas. OS resultados deste estudo descritivo ilustram que a informação relevante para a tomada de decisão relativa a realização da amniosintese, é frequentemente apresentada de forma a favorecer a realização do teste, em vez de fornecer a informação necessária a tomada de decisão sobre a realização do mesmo.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/3125
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