Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/2966
Título: The forensic psychiatric hospital
Autor: Silfen, Peter
David, Sara Ben
Data: 1993
Editora: ISPA -Instituto Universitário
Citação: Análise Pslcológlca (1993), 1 (XI), 37-47
Resumo: Nos ultimos tempos, verifica-se a emergência espontâea de redes de psiquiatria forense em diferentes paises. As unidades da rede admitem delinquentes doentes mentais ou com graves perturbações e que têm necessidade de tratamento em unidades especiais, equipadas com meios de segurança. As ordens de internamento hospitalar são emitidas, quase sempre, pelas autoridades legais ou médico-legais, por vezes sem o consentimento do paciente, tendo em conta não só o aspecto terapêutico mas também o punitivo. A rede de psiquiatria forense, que é composta por hospitais de seguranca média e por unidades regionais de seguranca média, é caracterizada pela combinação de seguranca e terapia. Os parâmetros de seguranqa das instituições de psiquiatria forense são constituidos pelos elementos fisico, administrativo e profissional. A componente profissional é vista, actualmente, como o principal factor de seguranca. Os pacientes delinquentes que consomem uma mais ampla variedade de servicos terapeuticos, precisam de mais intervençâo de urgência bem como de medicação, caracterizam-se pelo sentimento de desconfiança bhsica e são frustrantes para OS terapeutas. Apesar destas caracteristicas, as atitudes humanas básicas em relação aos clientes deveriam ser a honestidade absoluta e a lealdade. A abordagem terapeutica de fundo é a compreensão, que contém uma grande variedade de métodos. Os técnicos que trabalham nas unidades forenses são confrontados com problemas desconhecidos nos quadros psiquiátricos convencionais. É dificil tolerar uma relacção de Iongo termo com pessoas hostis, que t&m comportamentos realmente violentos e que, simultaneamente, usam a relacão como uma medida de holding. Outra area de dificuldade é a que respeita a relacão transferencial e contratransferencial. É sabido que OS pacientes forenses suscitam as reaccões contratransferenciais mais problemáticas e intensas, que devem ser elaboradas quer pelo terapeuta individual quer pelos técnicos em geral. No presente artigo, apresentam-se OS resultados do estudo de Colson (1990) que aborda tipos de reacção contransferencial em relacão aos pacientes forenses: Ira, sentimento de intolerâcia, confusão, desespero e restrições reais ao envolvimento.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/2966
ISSN: 0870-8231
Aparece nas colecções:PLEG - Artigos em revistas nacionais

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