Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/2963
Título: Prise d’otages
Autor: Raymond, Serge G.
Data: 1993
Editora: ISPA -Instituto Universitário
Citação: Análise Pslcológlca (1993), 1 (XI), 5-10
Resumo: A tomada de reféns constitui um grande ensinamento para O perito. Situe-se ela no campo do terrorismo ou no do afecto, trata-se sempre de uma agressão que mobiliza a totalidade dos recursos do sujeito, quer no plano pulsional quer na esfera intelectual. A avaliação do traumatismo deve ser feita tanto no próprio momento em que ocorrem os fatos, isto é, quando se estabelecem as relações entre raptores e reféns, por um lado, e entre raptores e autoridade sobre as quais se exerce pressão, por outro lado, como ainda no regresso da vitima, sempre que se pretende medir os efeitos de aceleração do tempo. Tudo se passa então como se o que estava adormecido emergisse: O pré-psicótico tornar-se-ia psicótico, o pré-neurótico, neurótico ou, ainda, O neurótico orientar-se-ia para a psicose, num registo de robotização do comportamento. Na avaliação psicológica das sequelas afectivas deverá ter-se em conta não só a vitima como ainda os mais próximos dela, incluindo os adolescentes: pode haver propensão dos filhos, por exemplo, a repetirem ou a colocarem-se na situação de vitimas.
Un bilan psychologique de l'environnement parait ici nécessaire et pose la question de la perte de chance pour tous les acteurs concernés, y compris sur le versant de la descendance: propension, par exemple, des enfants à répéter ou à se mettre en situation de victime.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/2963
ISSN: 0870-8231
Aparece nas colecções:PLEG - Artigos em revistas nacionais

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