Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/2926
Título: Diferentes sistemas de cotação no ASCT são mais-valia ou fragilidade metodológica?
Autor: Maia, Joana Branco
Veríssimo, Manuela
Palavras-chave: Representações de vinculação
Metodologias narrativas
Avaliação categorial e contínua da segurança da vinculação
Attachment representations
Narrative methodologies
Dimensional and categorical models
Data: 2012
Editora: Asociación Iberoamericana de Diagnóstico y Evaluación Psicológica
Citação: Revista Iberoamericana de Diagnóstico y Evaluación/e Avaliaçao Psicológica, 33(1), 173-175
Resumo: Referência no estudo das representações de vinculação durante o período pré-escolar, o Attachment Story Completion Task (ASCT, Bretherton & Ridgeway, 1990), consiste numa metodologia semi-projectiva de completamento de histórias realizável a partir dos 3 anos. Um aspecto controverso da sua utilização, contudo, prende-se com o facto de o instrumento não obrigar ao uso exclusivo de um único método de análise, condição que tem limitado a realização de investigações comparativas e de meta-análises. Este estudo procura explorar pontos de convergência e de divergência entre dois sistemas de cotação distintos. O ASCT e a WPPSI-R (Wechsler, 1989) foram aplicados a 73 crianças (M = 64; DP = 8.75), tendo as narrativas sido analisadas, de forma independente, por duas equipas de investigadores, uma delas treinada no Sistema de cotação e classificação de Dusseldorf (ver Gloger-Tippelt, Gomille, Koenig, & Vetter, 2002) e a outra na Escala de Segurança (Heller, 2000; Maia, Veríssimo, Ferreira, Silva, Fernandes, 2009). As pontuações de segurança estimadas pelos dois sistemas não evidenciaram associações significativas com o Q.I. Verbal, nem com a idade dos participantes, nem ainda com nenhuma das outras variáveis sóciodemográficas consideradas. Apenas a Escala de Segurança pôs em evidência efeito de género, com o desempenh. global das raparigas na tarefa a receber valores significativamente mais elevados. Como hipotetizado, verificámos que crianças identificadas, pelo Sistema Dusseldorf, como tendo representações de vinculação seguras diferiram significativamente das crianças identificadas, pelo mesmo sistema, como tendo representações inseguras (quer ambivalentes quer evitantes), em termos da qualidade global das suas respostas, analisada através da Escala de Segurança. Todavia, a análise da associação das pontuações intersistemas, pôs em evidência que estas se encontram apenas moderadamente correlacionadas. Com base na análise de dois excertos de entrevistas, é discutida a possibilidade de as duas abordagens se debaterem com dimensões representacionais e comportamentais distintas.
ABSTRACT: The Attachment Story Completion Task (Bretherton & Ridgeway, 1990) is a key methodology in the study of attachment representations during the pre-school years, and it consists of a semi-projective narrative task that can be applied to children as young as 3 years old. However, a controversial question regarding its application arises from the fact that this instrument does not use a unique coding system, a feature that constrains comparative and meta-analytic research. This study attempts to explore points of convergence and divergence between two distinctive methods of analysis. The ASCT and the WPPSI-R (Wechsler, 1989) were applied to 73 pre-schoolers (M = 64, DP = 8.75). ASCT videos were coded independently by two different teams of researchers, one trained in the Dusseldorf Coding and Classification System (see Gloger-Tippelt, Gomille, Koenig, & Vetter, 2002), and the other in the Security Scale (Heller, 2000; Maia, et all 2009). Scores estimated with the two systems did not show any significant associations with children’s verbal I.Q. or age, neither with the socio-demographic variables analyzed. Gender differences were found, only when using the Security Scale coding system. Girls received, in average, significantly higher scores. As expected, children who were identified, by the Dusseldorf System, as having secure attachment representations, received significantly higher scores in terms of their global performance in the task. No significant differences in this variable were found between children in the insecure (avoidant and ambivalent) categories. However, a correlation analysis between the two systems showed that their security scores were just moderately associated. Looking at two narratives of the children’s interviews it is discussed the possibility that these systems may focus distinct representational and behavioral dimensions.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/2926
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