Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/287
Título: Representação materna, paterna e filial de crianças normais e deprimidas
Autor: Almeida, Ana Mafalda Guimarães Bello Pais de
Orientador: Salgueiro, Emílio Eduardo Guerra
Palavras-chave: Perturbações psicológicas e físicas
Data de Defesa: 1994
Editora: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Resumo: Este estudo tem por principal objectivo a comparação das representações materna, paterna e filial de crianças normais (n = 41) e deprimidas (n = 16), bem como as dos respectivos pais e mães. Assenta no pressuposto teórico de que o sentimento fundamental do deprimido é o de insatisfação profunda e de que a baixa auto-estima é o traço dominante em qualquer tipo de organização depressiva. A avaliação das representações em causa foi feita através de do teste do desenho da família e de um questionário. Por si só, os desenhos permitiram-nos diferenciar mais claramente os dois grupos de crianças. No seu conjunto, os resultados dos dois instrumentos não revelaram diferenças significativas ao nível da representação materna das crianças normais e deprimidas, assentando esta quer na dimensão afectiva, quer na dimensão funcional. Quanto ao pai, é representado pelas crianças normais como uma figura de autoridade e simultaneamente como parceiro nos divertimentos dos filhos, estando este último aspecto claramente ausente na representação paterna das crianças deprimidas. Em termos gerais, as representações materna e paterna dos progenitores das crianças normais revelaram-se em consonância com as dos seus filhos. O mesmo se pode dizer em relação à representação materna das mães e dos pais das crianças deprimidas. No que respeita ao pai, é representado por este grupo de mães com um figura de autoridade, algo centrada no seu trabalho profissional. A representação que estes pais têm de si próprios assenta sobretudo no seu papel de sustento económico. A nível das representações filiais, o estudo não nos permitiu diferenciar claramente as representações de filho e filha das de rapaz e rapariga, em nenhum dos grupos.
Descrição: Dissertação de Mestrado em Psicopatologia e Psicologia Clínica
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/287
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