Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/2617
Título: Automonitoragem: Processo baseado no comportamento prossocial
Autor: Barreiros, João Miguel de Almeida
Orientador: Garcia-Marques, Teresa
Palavras-chave: Automonitoragem
Comportamento prossocial
Gestão de impressões
Self
Personalidade
Self-monitoring
Pro-social behaviour
Impression management
Self
Personality
Data de Defesa: 2012
Editora: ISPA -Instituto Universitário
Resumo: Criado a partir de uma escala de comportamentos interpessoais, o constructo de automonitoragem tem sido alvo de discussão ao longo de décadas, podendo consensualmente ser definido por uma capacidade e motivação para ter comportamentos que respondem a pistas sociais. O presente estudo propõe que essas pistas são necessidades ou motivações do outro, percecionadas ou em que o sujeito acredita. Hipotetizou-se que os sujeitos classificados como automonitores elevados apresentassem médias de prossocialidade maiores do que os automonitores baixos. Esta hipótese foi testada com recurso à aplicação das adaptações portuguesas da versão revista de 18 itens da Self-Monitoring Scale, e da Prosocialness Scale for Adults. Verificou-se um enviesamento das respostas da segunda escala para os seus valores mais elevados, revelando-se um efeito de restrição da amplitude. As correlações realizadas com os dados não confirmaram a hipótese formulada, tendo os automonitores elevados, ao contrário do esperado, registado menores valores de prossocialidade do que os baixos. A presença do efeito de restrição da amplitude não permitiu que as correlações obtidas fossem estatisticamente significativas, não tendo por conseguinte sido possível averiguar a relação pretendida entre as variáveis com a metodologia de inquérito utilizada. A literatura recomenda que os processos psicológicos subjacentes ao comportamento prossocial sejam medidos indiretamente, sendo igualmente importante manter controladas as necessidades de autoestima e aprovação dos participantes nos estudos. Espera-se ter contribuído para a compreensão da importância da natureza das pistas sociais, bem como para um avanço no estudo das bases motivacionais e dos possíveis processos cognitivos subjacentes à automonitoragem.------ABSTRACT------ Created from an interpersonal behavior scale, self-monitoring construct has been under discussion for decades, and can be consensually defined by an ability and motivation to behave in ways that respond to social cues. Present study proposes that these cues are other’s needs or motivations, as perceived by subject or in which he believes. It was hypothesized that the subjects classified as high self-monitors would report higher prosocialness scores than low self-monitors. This hypothesis was tested using the Portuguese adaptations of the revised 18-item Self-Monitoring Scale (SMS) and of Prosocialness Scale for Adults (PSA). Results showed a response bias of PSA towards the higher values of the scale, revealing an effect of restricted range. Correlations performed with data did not confirm the hypothesis in test, and high self-monitors reported smaller scores of prosocialness than their lower counterparts. The observed effect of restricted range did not allow correlations to be significant, and therefore it was not possible to examine the relation between the variables in study with the inquiry methodology used. Literature recommends that the psychological processes underlying prosocial behavior should be indirectly measured, and it is also important to have the participant’s both self-esteem need and need for approval controlled in further studies. It is hoped that this work contributed to the understanding of relevance of social cues, as well as for an advance in the study of the possible motivational bases and cognitive processes underlying self-monitoring.
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/2617
Aparece nas colecções:PORG - Dissertações de Mestrado

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